A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Existe muita coisa de plástico no mundo e esse é um grande problema, já que boa parte do material é feita exclusivamente de petróleo. Agora começam a aparecer alternativas verdes para a produção desse material usado em quase tudo. O projeto mais recente, criado por Erik de Laurens, quer fazer plástico utilizando escamas de peixe que sobram dos pescados.
O projeto “The Fish Feast” (algo como a festa dos peixes) foi criado pelo designer para a conclusão do seu curso no Royal College of Art, em Londres.
Laurens diz que sempre sentiu alegria ao ver o mar e daí partiu a ideia de criar algo novo com matéria prima vinda das águas salgadas. Para transformar escama em plástico ele utiliza apenas calor, pressão e corante. O resultado você pode ver aí nas imagens ou no site dele.
O projeto procura investidores para poder sair do conceito e chegar ao consumidor.
Fonte: The Fish Feast, Erik de Laures via Info | Imagens: Divulgação
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