A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Fábrica de cerâmica vermelha em Paraíso do Tocantins-TO liderada pelo empresário Esequiel Milhomem utiliza um método mais sustentável para produzir telhas e tijolos. Segundo o Globo.com, o processo começa com caminhões que transportam terra a uma esteira onde pedras e pedaços de pau são separados e vendidos a empresas de construção civil.
Em seguida, a terra é misturada a água até virar argila e colocada em moldes com óleo lubrificante para não grudar. Os moldes vão ao forno por 24h a temperatura de quase mil graus.
Ao invés da poluente lenha vegetal, o processo de queima emprega casca de arroz, uma espécie de palha não aproveitada após a colheita na região e que exalava o extremamente poluente gás metano durante o processo natural de decomposição, 12 vezes mais poluente do que o processo de queima no forno. Ou seja, reduziu-se o impacto ambiental.
Em uma espécie de ganha-ganha, além de ser menos poluente, ao substituir a lenha, a palha de arroz reduziu pela metade os custos referentes à queima. E não é só: as cinzas ainda são vendidas para a indústria de produção de isolantes térmicos, um ganho extra. A empresa ainda verificou uma melhora na uniformidade de telhas e tijolos.
Contabilizando na boca do caixa o que significa eficácia de processos, apenas a venda dos créditos de carbono rendem 160 mil reais por ano à empresa.
Fonte: GreenStyle
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