A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
As Edificações escondem armadilhas invisíveis prejudiciais a saúde. Por: Lorena Farras P é rez São ameaças invisíveis que passam desapercebidas, mas não os seus efeitos, especialmente a longo prazo. Os materiais de construção, tintas, eletrônicos ou fatores ambientais externos são apenas algumas das armadilhas para a saúde existentes na maioria das casas e edifícios de escritórios. Em meados de maio, o Collegi d'Arquitectes de Catalunya (coac) organizou uma conferência sobre Bioarquitetura na qual ele falou sobre a arquitetura, clima e saúde. Foram liberados dados muito significativos, como o de que 10% dos cancros do pulmão são originários do ambiente, da má qualidade do ar interior dos edifícios. Esse percentual pode parecer excessivo, mas temos que levar em conta que cada vez mais, passamos mais tempo dentro de espaços fechados, por isso as casas ou locais de trabalho tornam-se uma segunda pele para as pessoas. O que pode ser feito para evitar que os prédios sejam ...