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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

14 de mar de 2018

Limpeza pessoal e para sua casa cuidando do meio ambiente

A Empresa 4eco é um grupo de lojas que se juntaram sob um grande objetivo: reduzir o impacto dos recipientes de plástico no meio ambiente. São especialistas em produtos de higiene pessoal e do ambiente desenvolvendo sua atividade profissional através da venda de produtos a granel, na direção oposta às tendências atuais no mercado atual com o uso de contêineres descartáveis. Defendem um consumo responsável e sustentável. Não se trata apenas do uso de um produto, mas de promover uma ideia de consumo sustentável com base nas seguintes premissas:

Informação

Através do site, dos perfis em redes sociais e do atendimento pessoal nos pontos de venda, buscam promover uma ideia de ecologia feita por simples gestos.

Compromisso

Através da venda de produtos a granel e da promoção de um consumo ecológico, evitando assim a criação, distribuição, difusão e armazenamento de recipientes de plástico, que são tão prejudiciais para o ecossistema.

Facilidades

Quase todas as lojas têm um serviço de entrega em domicílio que permite ao consumidor comprar sem sair de casa.

Exemplo

A 4eco, reutiliza tudo o que é possível, os recursos energéticos não são desperdiçados e estão comprometidos com as energias renováveis e o uso de contêineres reciclados, com o objetivo de reduzir o impacto ambiental na expressão mínima.


História da 4eco

A ideia de voltar aos velhos tempos surgiu da cabeça dos sócios fundadores já há algum tempo, dada a quantidade de resíduos gerados na sociedade, e da incapacidade dela para tirar todos os excessos do consumismo desenfreado.

Em 2012 Vitoria-Gasteiz foi nomeada a Capital Verde Europeia.

Como a cidade do nascimento da ideia, foi quando a empresa 4eco começou a tomar mais força e forma, e direcioná-la não só para a não geração de embalagens, mas também para a venda de produtos eco-sustentáveis.

Então, finalmente nasceu em meados de 2013, registrada a empresa, começaram então os procedimentos para a obtenção de distinções e reconhecimento pelo trabalho. O prefeito de Vitoria-Gasteiz compareceu a inauguração apoiando a iniciativa sa Empresa que ele mesmo descreveu como o espírito da Capital Verde.

Em 2014 obtiveram o reconhecimento do conselho da cidade de Vitoria-Gasteiz que os inscreveu no Pacto Verde.

Em 2015, Foram nomeados fornecedores verdes pelo município de Vitoria-Gasteiz.

Em 2016, os nossos produtos têm acesso à distinção do Projeto Econostrum.

Informações Gerais
 

Como saber se o que compramos é realmente Bio?

Na verdade, hoje é tremendamente fácil. Desde 1991, existe uma lei europeia que reserva o termo Bio para produtos de agricultura biológica e certificada como tal (Regulamento CEE nº 2092/91), que foi complementada com outros ao longo dos anos para aceitar também os termos Biológico, ecológico, ecológico, biológico e biodinâmico (CEE nº 1804/99). Embora na Espanha este regulamento tenha sido violado até julho de 2006, hoje, o uso das palavras Bio, Biológico, Eco, Orgânico, Orgânico ou Biodinâmico no produto é uma garantia. Se você não vê nenhuma dessas palavras, você também pode encontrar um dos muitos selos que certificam que é um produto ecológico. Cada um é concedido por um organismo diferente e pode haver algumas diferenças quanto às condições que esses organismos necessitam para conceder o selo, mas em geral, de maneira mais ou menos rigorosa, os requisitos sempre seguem os seguintes objetivos:

• Minimizar o impacto ecológico negativo da produção, seja no campo ou em uma fábrica, no meio ambiente (que inclui a proteção do equilíbrio do ecossistema, a redução de poluentes ao longo do processo de produção, etc.)

• Minimizar o uso de produtos que possam prejudicar a saúde do consumidor, o produtor ou o ecossistema.

• Minimize o uso de produtos GM GMO.

• Evite a dor desnecessária dos animais, respeitando-os durante a sua criação no caso de alimentos com animais ou evitando a sua experimentação (sobre isso, algumas marcas não-ecológicas dizem que não, mas ordenam a experimentação para outros laboratórios).

Vale conferir. Pena que não seja uma Empresa brasileira, mas quem sabe entra logo em nosso mercado?

 


Fonte: 4eco

Turbina minúscula tem capacidade de gerar energia para uma cidade inteira

A GE Global Research anunciou o desenvolvimento de um turbina revolucionária, capaz de gerar energia elétrica para alimentar uma cidade inteira. O curioso é que essa turbina tem uma estrutura minúscula e custou apenas 150 libras para ser produzida (algo perto de 700 reais).

Embora pequena em estatura, a turbina pode ser a solução para os maiores desafios energéticos do mundo, segundo Doug Hofer, especialista em turbinas a vapor da GE Global. O modelo da turbina é feito de metal de alta resistência.

A máquina compacta poderá ser, no futuro, a chave para a geração de energia limpa e eficiente. O elemento que gira a turbina é o dióxido de carbono, espremido e aquecido para que forme um fluido supercrítico.

A GE Reports publicou recentemente um artigo mostrando como esta turbina poderá ajudar as empresas a transformar o CO2 em energia mais limpa. Além do programa de CO2 com a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada do Governo-Energia (ARPA-E), a GE também está trabalhando em outros programas com o Departamento de Energia dos Estados Unidos.

A tecnologia desenvolvida conseguirá aumentar a eficiência de usinas de energia centralizadas, gerando uma faixa de 500 megawatts, o suficiente para alimentar uma cidade grande.

O futuro da energia no planeta

Doug Hofer, GE Global Research, Mini Rotor

Estima-se que a demanda de energia no mundo aumente em cerca de 50% nas próximas duas décadas e, por isso, é tão importante investir em novas soluções de energia limpa para o planeta.

A tecnologia da GE ainda está em estágios iniciais de desenvolvimento, mas deve evoluir bastante no prazo de um ano. A empresa vê sua nova turbina como um forte rival para as baterias que armazenam energia em redes.

Atualmente, a GE Global Research está testando uma potência de pequena escala para abastecer até 10.000 casas. A turbina é acionada e conduzida pelo "dióxido de carbono supercrítico", em um estado de pressão muito alta e de até 700°C. Depois que o dióxido de carbono passa através da turbina, ele é resfriado e reprimido antes de retornar por outra passagem.

O tamanho compacto da unidade e a capacidade de torná-la útil no armazenamento em grade fazem com que essa turbina seja uma promissora promessa para o futuro. Doug Hofer, engenheiro da GE e responsável pelo projeto, disse que, além de ser mais eficiente, a tecnologia poderia ser mais útil em um cenário de armazenamento de energia.

Vale dizer que a maioria das turbinas usadas hoje é conduzida pelo vapor, o que exige que elas sejam maiores. Já esta nova tecnologia, à base de dióxido de carbono supercrítico, trabalha de forma altamente pressurizada e extremamente quente e, por isso, tem o tamanho reduzido.

A turbina é projetada para ser mais eficiente do que as turbinas a vapor no processo de conversão de calor em eletricidade. O design da turbina minúscula tem como objetivo aproveitar este poder do CO2.

Segundo o MIT's Technology News, essa tecnologia pode significar uma melhoria significativa em relação às turbinas de vapor, alcançando uma eficiência até 45% maior. O protótipo do projeto foi feito com uma turbina de 10 MW, e uma faixa de 500 megawatt. Os primeiros testes físicos já estão sendo realizados! 



3 de mar de 2018

Aprenda a produzir gás metano em casa com um Biodigestor Caseiro


A geração de lixo, felizmente, pode ser uma aliada ao seu bolso e ao meio ambiente. A produção de gás natural é feita a partir do processo anaeróbionatural de decomposição realizado dentro de um biodigestor, o qual produz em especial o gás metano que tem um potencial de agravamento do efeito estufa muito maior do que o CO². Por conta disso, a utilização do metano como combustível -para fogões, por exemplo- passa a se tornar uma alternativa mais limpa, pois a partir desse processo você evita que metano seja liberado para a atmosfera naturalmente. Além disso, outro ponto positivo para a adaptação de um biodigestor caseiro é a autonomia gerada pela produção residencial do gás, pois após feito o biodigestor, você não precisará mais se preocupar em comprar gás butano.

Já podem ser encontrados vários tipos de biodigestores a venda por um preço não tão elevado, contudo, essas câmaras de decomposição possuem um funcionamento tão simples a ponto de você poder produzir o seu próprio biodigestor em casa. O funcionamento de um biodigestor caseiro e de um comprado é exatamente o mesmo, eles consistem no depósito de matéria orgânica (fezes de animais, restos de alimentos, etc..) juntamente com água em um tanque; com o tempo toda essa massa irá fermentar e produzirá vários gases, entre eles o metano; esse gás pode ser canalizado até a sua residência e adaptado para o seu fogão.
Mas por que o biodigestor é uma alternativa sustentável?


Resumidamente, o papel do biodigestor como um reforço para a sustentabilidade se dá pela redução de lixo direcionado para os aterros sanitários, por reduzir a demanda necessária de gás butano, e em residências rurais proporciona um melhor destino para as fezes da criação de animais – as quais muitas vezes acabam caindo em rios pela lixiviação, o que gera um custo e tempo maior para as estações de tratamento de água. Devemos ressaltar também, que quando o processo de queima do gás metano é feito, uma quantidade proporcional de CO² é liberada, contudo, o CO² chega a ser 24 vezes menos poluente que o gás metano, por conta disso, essa alternativa passa a amenizar a aceleração do efeito estufa. Outro ponto, é a produção do biofertilizante, uma vez que toda aquela massa que foi decomposta se torna um agregado de nutrientes com uma qualidade e funcionalidade maior do que fertilizantes químicos.

Fonte: Sustentabilidade

A Empresa do Vídeo abaixo vende já pronta para usar:



Fonte: Homebiogas

28 de fev de 2018

Veículo elétrico com recarga fotovoltaica aqui no Brasil


No ano passado divulgamos aqui que desenvolveríamos um projeto com um de nossos veículos elétricos com painéis solares, para uma empresa de engenharia ligada a energia renovável localizada em Curitiba. E adivinha? Ele está prontíssimo para circulação pelas cidades!
Como é composto o sistema:

-Esse sistema é composto por um pack de baterias de lítios, um controlador de tensão com BMS e duas placas fotovoltaicas instaladas no teto do veículo elétrico, de 12 volts cada.



-As placas são ligadas em série, e enviam ao controlador de tensão 24 volts com 3 ampères de pico. As placas enviam continuamente essa tensão quando expostas a luminosidade, já o controlador é ajustado para carregar as baterias de maneira inteligente. 



-Quando a tensão da bateria fica abaixo de um valor mínimo ajustado, ele libera a carga e permanece assim até atingir ao limite superior definido. Essa faixa controlada de tensão garante a longevidade das baterias. 



-A tarefa do controlador de carga é deixar a energia estável. Em dias de chuva ou tempo nublado, por exemplo, poderá haver oscilações de carga, com picos altos e baixos. 



Com isso, as baterias não serão prejudicadas.



As placas assim transformam luz do sol em energia solar!

Ao usar os painéis fotovoltaicos para captação de energia solar, você está assim compensando a energia para carregamento das baterias do veículo elétrico. Uma energia limpa e renovável produzida e auxiliando diretamente na mobilidade.



Confira como o veículo elétrico fotovoltaico, ficou:

 
Hitech Electric desenvolve projetos especiais ligados a energias renováveis, compartilhamento de veículo, entre outros. 
Imagina o e.coTech em algum projeto especial para a sua empresa? Traga ele para nós!
Fonte: Hitech-e

5 de fev de 2018

Composteira doméstica: a solução caseira para o lixo orgânico

Fique por dentro da técnica caseira que usa minhocas no processo de compostagem de seus resíduos orgânicos. Ele pode ser feito sem problemas na sua residência

A composteira é um rico ecossistema que você pode montar dentro de casa. A composteita domestica 
A composteira doméstica, caseira ou residencial, funciona basicamente por meio do método da vermicompostagem. Esse método, já utilizado há muitos anos pelos agricultores familiares, é indicado como uma solução para os resíduos urbanos, pois transforma o que seria lixo num rico adubo orgânico.
Para se ter uma ideia, de acordo com dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mais da metade da produção de lixo proveniente das casas brasileiras poderia ser evitada e transformada em adubo se todos fizessem compostagem doméstica. Seria possível economizar muito espaço nos aterros.
Redução da emissão de gases prejudiciais
Além de diminuir a quantidade de resíduos em aterros e lixões, reduzindo mais da metade da quantidade de lixo, a vantagem de fazer compostagem é que se evita a emissão de gases contribuintes para o desequilíbrio do efeito estufa.
Quando os resíduos vão parar em aterros sem tratamento nenhum, a decomposição acaba gerando gás metano (CH4), que é 25 vezes mais nocivo para o efeito estufado que o gás carbônico (CO2). A compostagem, por outro lado, evita a emissão de CH4.

O que é a vermicompostagem?

A vermicompostagem é a compostagem feita com o trabalho dos vermes, principalmente das minhocas (veja o passo a passo desse método em nosso Guia da Compostagem).
O termo é usado para denominar o processo de transformação biológica dos resíduos em adubo orgânico, em que os vermes atuam como aceleradores do processo.
O uso do vermicomposto ou húmus, nome dado ao produto gerado pelas minhocas, tem se mostrado uma forma eficiente, relativamente barata e sustentável para a melhora da qualidade e fertilidade do solo.

As minhocas

Uma parte importante da vermicompostagem é feita pelas as minhocas. Acredita-se que, no mundo todo, existam mais de 8 mil espécies diferentes de minhocas. No Brasil, são conhecidas mais ou menos 260 espécies - em sua maioria nativas. A espécie mais indicada para a produção de húmus é a Eisenia fetida Savigny, mais conhecida como minhoca vermelha-da-califórnia - isso se deve à sua capacidade de se adaptar facilmente às condições de cativeiro, à grande produção de húmus e à alta velocidade de reprodução; mas não acredite na lenda de que, quando cortada, a minhoca se regenera dando origem a duas minhocas - dependendo do lugar do corte, a minhoca pode até morrer.
Ao contrário ao que muitos pensam, as minhocas são limpinhas, não transmitem doenças, e podem ser utilizadas no seu lar sem gerar problemas. Obter uma composteira para criar minhocas é como cuidar de um animal de estimação qualquer, mas no caso das minhocas ainda há o benefício da decomposição dos resíduos.
Nos centros urbanos
Atualmente há diversos tipos de composteiras disponíveis, para todos os gostos, bolsos e tamanhos de família, incluindo as urbanas.
Uma boa alternativa que pode ser utilizada na sua casa ou apartamento é composta por uma tampa e três ou mais caixas empilháveis de plástico. A quantidade de caixas e sua dimensão depende diretamente da demanda familiar, sendo as duas que ficam no topo, as chamadas de digestoras, com furos no fundo (é nelas em que acontece toda a "mágica" e os furos são exclusivamente voltados para a migração das minhocas e escoamento do líquido); há também uma caixa coletora, a base, que serve para armazenar o chorume produzido no processo. É um método prático e simples de se compostar lixo orgânico (veja um Guia de Compostagem com mais informações sobre métodos de compostagem).
Este tipo de composteira tem duas modalidades principais, o modelo convencional e o modelo humi.
Veja na imagem a seguir o modelo convencional:

Veja na imagem a seguir a composteira no modelo humi:

                                         

Como funciona

Nessas modalidades (convencional e humi), as duas primeiras caixas servem para deposição dos resíduos orgânicos. Cerca de 200 minhocas ficam divididas entre os dois recipientes. Dependendo da quantidade de alimento disponível e do espaço, as minhocas conseguem autorregular sua população. Na caixa do topo, o usuário deve adicionar os restos de comida, como cascas de legumes e frutas, evitando colocar alimentos com muita gordura, laticínios, espinhos de peixe, ossos, excesso de frutas cítricas (que em grande quantidade podem alterar o pH e acidificar o composto - ruim para as minhocas e para as plantas), carnes e frutos do mar (veja a matéria "Como alimentar as minhocas na composteira?" para saber o que pode e não pode ir na composteira à base de minhocas).
A umidade é um aspecto dos mais importantes, uma vez que o composto muito úmido pode propiciar a formação e retenção de gases e/ou até mesmo dificultar a mobilidade das minhocas. Equilibrar a matéria orgânica molhada (suas sobras de comida) com matéria orgânica seca (serragem de madeira não tratada, folhas, etc.) torna o ambiente ideal para que a composteira funcione e suas minhocas entrem em ação. Depositados os resíduos, é necessário cobri-los com o material seco.
Recomenda-se, como que em um passo a passo, que os resíduos sejam depositados sucessivamente em fileiras (preferencialmente picados) e, em seguida, em camadas, preservando-se sempre no lado oposto uma camada de composto pronto, húmus livre de resíduos que servirá para o que se chama de "cama". A "cama" é como um local de segurança, onde as minhocas se sentem confortáveis, devendo existir em ambas caixas digestoras. Elas migrarão por todas as caixas, subindo e descendo, sempre usando os furos.

Algumas minhocas podem ir para a caixa que recolhe o chorume, por isso é importante estar sempre atento para que elas não morram afogadas. Para evitar que isso aconteça, se a sua composteira for do tipo convencional, além da supervisão, deposite um pedaço de tijolo em um dos cantos da caixa, assim elas poderão utilizá-lo como escada para subir para a caixa superior. Se a sua composteira for o modelo humi, não é necessário colocar o tijolo para as minhocas, pois ela já vem com uma elevação de fabricação.
Depois que a primeira caixa encher, troque de lugar com a caixa que está imediatamente abaixo, de modo que as minhocas possam trabalhar livremente enquanto a outra caixa recebe novos alimentos. Para ampliação da capacidade do sistema, acrescente caixas extras. Trate de proteger sua composteira do sol, posicione-a na sombra, pois o aquecimento no processo de compostagem ocorre naturalmente e as minhocas ficam bem assim.
Simultaneamente, ocorre a produção do chorume, que escorre das duas primeiras caixas e fica armazenado na última - ela tem uma pequena torneira para facilitar a sua coleta. Esse chorume não é tóxico. Trata-se de um líquido rico em nutrientes e sais minerais, que também serve como um adubo orgânico e pesticida. Basta dilui-lo em água, em uma proporção de 1/5 até 1/10, e borrifar nas folhas de sua horta caseira ou na terra das plantas de sua casa.
À medida em que os alimentos são absorvidos, as minhocas migram para a caixa superior em busca de mais comida. Assim que o ciclo de produção estiver completo, o composto está pronto para ser utilizado em jardins, vasos e horta. Uma caixa digestora cheia leva de 30 a 60 dias para que todo o alimento seja decomposto. Após esse período, é possível utilizar o húmus nas plantas e liberar a caixa para uma próxima rodada de compostagem. Não devemos esquecer de deixar sempre uma "cama" para as minhocas na caixa vazia, mesmo em razão de que a decomposição não é feita exclusivamente pelas minhocas, mas por toda uma microfauna associada a elas e que garante presença na "cama".

A composteira humi é mais moderna e possui algumas vantagens com relação à composteira tradicional. Confira abaixo:
Pode ficar na chuva;
É lisa por fora, facilitando consideravelmente a limpeza externa da composteira;
Possui pés (vantagem muito relevante);
Possui uma ilha na base coletora para as minhocas subirem para a caixa digestora e não morrerem afogadas;
Possui queda d'água na base coletora direcionando 100% líquido para a torneira;
Possui queda d'água na caixa digestora direcionando o excesso de líquido para um dos lados na digestora debaixo, diminuindo o excesso de umidade da caixa do meio, fazendo com que o húmus não esteja encharcado no momento de sua retirada;
Possui chapas de metal embutidos nas postas dos pés com furos projetados para a fixação de rodízios, caso seja de interesse do usuário;
A tampa possui 2 garras na parte interna que apoiam a tampa na posição vertical na borda da caixa digestora. Isso facilita muito o manejo diário do sistema, quando se coloca os resíduos orgânicos na caixa digestora;
As paredes laterais da caixa digestora possuem vários furos de 1,5 mm de diâmetro para proporcionar troca de oxigênio entre o ambiente interno e o externo. O tamanho dos furos é pequeno o suficiente para impedir a entrada de mosquitos;
A tampa também possui furos de 1,5mm de diâmetro.O designe desses furos foram projetados para possibilitar a troca de oxigênio, e ao mesmo tempo impedir a entrada de água de chuva;
As caixas entram uma uma dentro da outra, diminuindo volume de estocagem e envio, consequentemente reduzindo custo de frete;
Possui melhor acabamento.
Para saber mais sobre o modelo Humi confira a matéria: 
Para quem gosta de ter menos trabalho, também há a composteira na versão automatizada.
A compostagem automática é uma opção a mais para quem quer algo mais prático do que trabalhar com minhocas, pois ela faz uso de poderosos micro-organismos, capazes de se multiplicarem em altas temperaturas e com alta longevidade. Isso é o que garante ao equipamento um funcionamento sem custos de manutenção adicionais, seja por reposição de filtros ou acréscimo de serragem. Diferentemente das outras técnicas de compostagem, que podem levar até 60 dias para executar o processamento dos resíduos, esse processo elétrico precisa apenas de 24 horas para compostar os alimentos. Porém, deve-se tomar cuidado para manter a quantidade mínima indicada de material dentro do tanque de compostagem, pois somente assim os micro-organismos serão capazes de se multiplicar e continuar desempenhando seu papel.

É um aparelho compacto, automático, instalável em qualquer canto da casa e não requer muita dedicação e conhecimento para manuseio. Os criadores do item afirmam que é um método seguro e que não traz problemas com insetos e odores desagradáveis. Se pretende comprar uma dessas soluções para a reciclagem de resíduos, conheça a Decomposer. Apesar de custar mais do que as outras, ela traz o benefício da praticidade.
Qual o tamanho ideal?
Uma das maiores dúvidas que podem surgir na hora de adquirir a sua composteiraé: "qual o tamanho ideal para a minha família?". Primeiro, deve-se levar em consideração o número de membros da sua família, assim como o volume de resíduos orgânicos produzido diariamente por todos os membros. Na versão convencional existem os seguintes modelos:
Kit P
Indicado para 1 ou 2 pessoas, com capacidade para 0,5 litro/dia de resíduos orgânicos.
Dimensões: 43cm (com) x 35cm (lar) x 43cm (alt).

Kit P4
Indicado para 1 ou 2 pessoas , que almoça em casa, com capacidade para 0,5 litro/dia de resíduos orgânicos.
Dimensões: 43cm (com) x 35cm (lar) x 55cm (alt).

Kit M
Indicado para 2 ou 3 pessoas, com capacidade para 1,0 litro/dia de resíduos orgânicos.
Dimensões: 50cm (com) x 35cm (lar) x 65cm (alt).

Kit G
Indicado para 3 ou 4 pessoas, com capacidade para 1,3 litros/dia de resíduos orgânicos.
Dimensões: 62cm (com) x 39cm (lar) x 59cm (alt).

Kit GG
Indicado para 4 ou 5 pessoas, com capacidade para 2,0 litros/dia de resíduos orgânicos.
Dimensões: 62cm (com) x 39cm (lar) x 80cm (alt).

Kit G4
Indicado para 5 ou 6 pessoas, com capacidade para 1,3 litros/dia de resíduos orgânicos.
Dimensões: 59cm (com) x 39cm (lar) x 77cm (alt).
Adquira Kit G4

Humi
Indicado para 4, 6 ou 8 pessoas, com capacidade para 2, 3 ou 4 litros/dia de resíduos orgânicos.
A Humi está disponível em diversas cores.
Adquira Humi

Decomposer
E a versão Decomposer (automatizada) o tamanho é único.


Se os modelos disponíveis não suprirem as necessidades da sua família, você pode fazer o uso de mais de uma composteira usando-as em conjunto ou adicionar caixas digestoras ao processo. Os seus preços variam de acordo com o tamanho das composteiras. Para informar-se sobre preços e condições para aquisição de sua composteira.
Para entender melhor o processo você pode curtir o video que detalha o passo-a-passo sobre como funciona e como fazer sua própria de compostagem doméstica.
Fonte: Ecycle

20 de jan de 2018

Tinta orgânica que gera energia solar deve chegar ao mercado

Reprodução / CSEM Tinta orgânica é impressa em uma tira de plástico, 
sendo capaz de produzir energia solar.

A cada dia surgem novas técnicas para a produção de energia elétrica de forma mais sustentável. A mais recente ideia veio do instituto de pesquisa mineiro CSEM Brasil e consiste em uma tinta orgânica capaz de captar energia solar. E o melhor: ela pode chegar ao mercado brasileiro ainda em 2015.

O produto é uma fita de plástico na qual é impressa uma espécie de tinta orgânica, que transforma energia elétrica a partir da solar. A tecnologia empregada é a Organic Photovoltaic (OPV, sigla em inglês para células fotovoltaicas orgânicas), cuja produção é mais barata e consome 20 vezes menos eletricidade do que a fabricação de um painel tradicional de silício. Essas tiras são leves, maleáveis e transparentes.

Já usada no Japão e Alemanha, foi em Minas Gerais que o processo de produção foi dominado. Essa tecnologia é considerada o futuro do setor energético. O projeto, iniciado em 2006, contou com R$ 70 milhões em investimentos e uniu dinheiro público e privado, pesquisa científica de base e o interesse em criar algo com apelo comercial, tudo reforçado pelo fato do Brasil ser um país com enorme potencial para a produção de energia solar.

Reprodução / CSEM Tecnologia já é usada em países como
Japão e Alemanha, mas a produção foi aprimorada no Brasil.

A energia produzida por essas fitas é limpa e pode ser usada para alimentar vários equipamentos eletrônicos, redes sem fio e sistemas de ventilação, por exemplo, além de popularizar a eletricidade proveniente dos raios solares entre as pessoas.

Por ser uma instituição sem fins lucrativos, para comercializar os OPVs, o CSEM criou a empresa Sunew e é ela que vai explorar o produto em larga escala. Desde julho, é utilizada uma impressora com capacidade para fabricar 400 mil m² de fitas por ano, a maior do mundo.

Vale salientar que não há concorrência direta entre os OPVs e os painéis tradicionais, pois eles possuem fins distintos. Os OPVs são empregados apenas na geração pulverizada de energia e podem ser instalados em lugares diversos, como fachadas de prédios, vidros, etiquetas de rastreamento ou mochilas.

13 de dez de 2017

Australiano transforma espaço de 60 m² em fazenda urbana

A plantação no quintal produz anualmente 70 quilos de vegetais e 161 quilos de frutas.23 de novembro de 2016 • Atualizado às 09 : 40

“As pessoas não têm noção do que é possível fazer em espaços pequenos." 

A agricultura urbana é uma das soluções para garantir a segurança alimentar no mundo. Este é o pensamento do permacultor australiano Geoff Lawton. Como um dos grandes incentivadores do plantio em pequenos espaços, ele mostra que é possível produzir diversos tipos de alimentos em áreas muito pequenas. Para provar a eficiência deste conceito, o especialista mostrou o exemplo criado por um de seus alunos, que produz centenas de quilos de frutas, legumes e ervas medicinais em sua própria residência.

Angelo Eliade é um farmacêutico que vive na cidade de Melbourne, na Austrália. Estudante de permacultura, ele levou quatro anos para transformar um jardim comum em uma verdadeira fazenda urbana. Externamente a casa é exatamente igual às residências vizinhas, com um pequeno gramado à frente. No entanto, ao abrir o portão, o que se vê é um terreno altamente fértil espalhado por apenas 60 metros quadrados.

“Você pode transformar qualquer propriedade, de qualquer situação para a absoluta abundância”, explica Lawton. A casa em Melbourne comprova isso. No quintal de Eliade são produzidos anualmente 70 quilos de vegetais e 161 quilos de frutas. Entre as opções estão: limões, maçãs, figos, cereja, pêssego, uva, banana, feijão, pepino, batata, alface, cenoura, alho, cana-de-açúcar, entre outras coisas. 

O farmacêutico explica que não é necessário ter um conhecimento profundo do assunto ou ser um especialista para começar a plantar. No entanto, é preciso se interessar pelo tema para entender o funcionamento e a relação entre as espécies e o solo.

Uma das principais dicas do australiano consiste em manter sempre a variedade na produção. Mesmo plantando em um espaço pequeno, é possível ter muitas espécies diferentes crescendo juntas. Atentando às características de cada uma delas, é possível planejar onde serão plantadas para que uma ajude a outra a se desenvolver melhor.

Ele ainda lembra que nada do plantio deve ser descartado. Os resíduos do cultivo são excelentes para serem aproveitados como adubo orgânico, oferecendo mais nutrientes para manter o solo sempre saudável. Segundo ele, a principal diferença entre ter um jardim comum e um sistema deste tipo é que a natureza passa a controlar o ambiente sozinha, o que traz inúmeros benefícios à biodiversidade local. Outra prática do permacultor é utilizar a água da chuva captada em seu telhado para irrigar seu jardim.


O projeto do australiano começou há quatro anos, com a ajuda de Geoff Lawton, desde então, Eliade percebeu algumas mudanças importantes em sua vida, principalmente relacionadas à sua própria saúde. Ele diz que passou a ter hábitos e um estilo de vida muito mais saudáveis, além de saber exatamente o que está comendo e ter a certeza de que os alimentos não estão contaminados com agrotóxicos e pesticidas.

“As pessoas não têm noção do que é possível fazer em espaços pequenos. Isso pode acontecer em qualquer lugar, basta entender o potencial e o funcionamento”, explicou Lawton.

O permacultor disponibiliza gratuitamente em seu site vídeos educativos que ensinam os conceitos de permacultura e direcionam as pessoas interessadas em iniciarem seus próprios plantios. Clique aqui para acessar a página e ter mais informações.

Por Thaís Teisen 
Fonte: CicloVivo