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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

5 de fev de 2018

Composteira doméstica: a solução caseira para o lixo orgânico

Fique por dentro da técnica caseira que usa minhocas no processo de compostagem de seus resíduos orgânicos. Ele pode ser feito sem problemas na sua residência

A composteira é um rico ecossistema que você pode montar dentro de casa. A composteita domestica 
A composteira doméstica, caseira ou residencial, funciona basicamente por meio do método da vermicompostagem. Esse método, já utilizado há muitos anos pelos agricultores familiares, é indicado como uma solução para os resíduos urbanos, pois transforma o que seria lixo num rico adubo orgânico.
Para se ter uma ideia, de acordo com dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mais da metade da produção de lixo proveniente das casas brasileiras poderia ser evitada e transformada em adubo se todos fizessem compostagem doméstica. Seria possível economizar muito espaço nos aterros.
Redução da emissão de gases prejudiciais
Além de diminuir a quantidade de resíduos em aterros e lixões, reduzindo mais da metade da quantidade de lixo, a vantagem de fazer compostagem é que se evita a emissão de gases contribuintes para o desequilíbrio do efeito estufa.
Quando os resíduos vão parar em aterros sem tratamento nenhum, a decomposição acaba gerando gás metano (CH4), que é 25 vezes mais nocivo para o efeito estufado que o gás carbônico (CO2). A compostagem, por outro lado, evita a emissão de CH4.

O que é a vermicompostagem?

A vermicompostagem é a compostagem feita com o trabalho dos vermes, principalmente das minhocas (veja o passo a passo desse método em nosso Guia da Compostagem).
O termo é usado para denominar o processo de transformação biológica dos resíduos em adubo orgânico, em que os vermes atuam como aceleradores do processo.
O uso do vermicomposto ou húmus, nome dado ao produto gerado pelas minhocas, tem se mostrado uma forma eficiente, relativamente barata e sustentável para a melhora da qualidade e fertilidade do solo.

As minhocas

Uma parte importante da vermicompostagem é feita pelas as minhocas. Acredita-se que, no mundo todo, existam mais de 8 mil espécies diferentes de minhocas. No Brasil, são conhecidas mais ou menos 260 espécies - em sua maioria nativas. A espécie mais indicada para a produção de húmus é a Eisenia fetida Savigny, mais conhecida como minhoca vermelha-da-califórnia - isso se deve à sua capacidade de se adaptar facilmente às condições de cativeiro, à grande produção de húmus e à alta velocidade de reprodução; mas não acredite na lenda de que, quando cortada, a minhoca se regenera dando origem a duas minhocas - dependendo do lugar do corte, a minhoca pode até morrer.
Ao contrário ao que muitos pensam, as minhocas são limpinhas, não transmitem doenças, e podem ser utilizadas no seu lar sem gerar problemas. Obter uma composteira para criar minhocas é como cuidar de um animal de estimação qualquer, mas no caso das minhocas ainda há o benefício da decomposição dos resíduos.
Nos centros urbanos
Atualmente há diversos tipos de composteiras disponíveis, para todos os gostos, bolsos e tamanhos de família, incluindo as urbanas.
Uma boa alternativa que pode ser utilizada na sua casa ou apartamento é composta por uma tampa e três ou mais caixas empilháveis de plástico. A quantidade de caixas e sua dimensão depende diretamente da demanda familiar, sendo as duas que ficam no topo, as chamadas de digestoras, com furos no fundo (é nelas em que acontece toda a "mágica" e os furos são exclusivamente voltados para a migração das minhocas e escoamento do líquido); há também uma caixa coletora, a base, que serve para armazenar o chorume produzido no processo. É um método prático e simples de se compostar lixo orgânico (veja um Guia de Compostagem com mais informações sobre métodos de compostagem).
Este tipo de composteira tem duas modalidades principais, o modelo convencional e o modelo humi.
Veja na imagem a seguir o modelo convencional:

Veja na imagem a seguir a composteira no modelo humi:

                                         

Como funciona

Nessas modalidades (convencional e humi), as duas primeiras caixas servem para deposição dos resíduos orgânicos. Cerca de 200 minhocas ficam divididas entre os dois recipientes. Dependendo da quantidade de alimento disponível e do espaço, as minhocas conseguem autorregular sua população. Na caixa do topo, o usuário deve adicionar os restos de comida, como cascas de legumes e frutas, evitando colocar alimentos com muita gordura, laticínios, espinhos de peixe, ossos, excesso de frutas cítricas (que em grande quantidade podem alterar o pH e acidificar o composto - ruim para as minhocas e para as plantas), carnes e frutos do mar (veja a matéria "Como alimentar as minhocas na composteira?" para saber o que pode e não pode ir na composteira à base de minhocas).
A umidade é um aspecto dos mais importantes, uma vez que o composto muito úmido pode propiciar a formação e retenção de gases e/ou até mesmo dificultar a mobilidade das minhocas. Equilibrar a matéria orgânica molhada (suas sobras de comida) com matéria orgânica seca (serragem de madeira não tratada, folhas, etc.) torna o ambiente ideal para que a composteira funcione e suas minhocas entrem em ação. Depositados os resíduos, é necessário cobri-los com o material seco.
Recomenda-se, como que em um passo a passo, que os resíduos sejam depositados sucessivamente em fileiras (preferencialmente picados) e, em seguida, em camadas, preservando-se sempre no lado oposto uma camada de composto pronto, húmus livre de resíduos que servirá para o que se chama de "cama". A "cama" é como um local de segurança, onde as minhocas se sentem confortáveis, devendo existir em ambas caixas digestoras. Elas migrarão por todas as caixas, subindo e descendo, sempre usando os furos.

Algumas minhocas podem ir para a caixa que recolhe o chorume, por isso é importante estar sempre atento para que elas não morram afogadas. Para evitar que isso aconteça, se a sua composteira for do tipo convencional, além da supervisão, deposite um pedaço de tijolo em um dos cantos da caixa, assim elas poderão utilizá-lo como escada para subir para a caixa superior. Se a sua composteira for o modelo humi, não é necessário colocar o tijolo para as minhocas, pois ela já vem com uma elevação de fabricação.
Depois que a primeira caixa encher, troque de lugar com a caixa que está imediatamente abaixo, de modo que as minhocas possam trabalhar livremente enquanto a outra caixa recebe novos alimentos. Para ampliação da capacidade do sistema, acrescente caixas extras. Trate de proteger sua composteira do sol, posicione-a na sombra, pois o aquecimento no processo de compostagem ocorre naturalmente e as minhocas ficam bem assim.
Simultaneamente, ocorre a produção do chorume, que escorre das duas primeiras caixas e fica armazenado na última - ela tem uma pequena torneira para facilitar a sua coleta. Esse chorume não é tóxico. Trata-se de um líquido rico em nutrientes e sais minerais, que também serve como um adubo orgânico e pesticida. Basta dilui-lo em água, em uma proporção de 1/5 até 1/10, e borrifar nas folhas de sua horta caseira ou na terra das plantas de sua casa.
À medida em que os alimentos são absorvidos, as minhocas migram para a caixa superior em busca de mais comida. Assim que o ciclo de produção estiver completo, o composto está pronto para ser utilizado em jardins, vasos e horta. Uma caixa digestora cheia leva de 30 a 60 dias para que todo o alimento seja decomposto. Após esse período, é possível utilizar o húmus nas plantas e liberar a caixa para uma próxima rodada de compostagem. Não devemos esquecer de deixar sempre uma "cama" para as minhocas na caixa vazia, mesmo em razão de que a decomposição não é feita exclusivamente pelas minhocas, mas por toda uma microfauna associada a elas e que garante presença na "cama".

A composteira humi é mais moderna e possui algumas vantagens com relação à composteira tradicional. Confira abaixo:
Pode ficar na chuva;
É lisa por fora, facilitando consideravelmente a limpeza externa da composteira;
Possui pés (vantagem muito relevante);
Possui uma ilha na base coletora para as minhocas subirem para a caixa digestora e não morrerem afogadas;
Possui queda d'água na base coletora direcionando 100% líquido para a torneira;
Possui queda d'água na caixa digestora direcionando o excesso de líquido para um dos lados na digestora debaixo, diminuindo o excesso de umidade da caixa do meio, fazendo com que o húmus não esteja encharcado no momento de sua retirada;
Possui chapas de metal embutidos nas postas dos pés com furos projetados para a fixação de rodízios, caso seja de interesse do usuário;
A tampa possui 2 garras na parte interna que apoiam a tampa na posição vertical na borda da caixa digestora. Isso facilita muito o manejo diário do sistema, quando se coloca os resíduos orgânicos na caixa digestora;
As paredes laterais da caixa digestora possuem vários furos de 1,5 mm de diâmetro para proporcionar troca de oxigênio entre o ambiente interno e o externo. O tamanho dos furos é pequeno o suficiente para impedir a entrada de mosquitos;
A tampa também possui furos de 1,5mm de diâmetro.O designe desses furos foram projetados para possibilitar a troca de oxigênio, e ao mesmo tempo impedir a entrada de água de chuva;
As caixas entram uma uma dentro da outra, diminuindo volume de estocagem e envio, consequentemente reduzindo custo de frete;
Possui melhor acabamento.
Para saber mais sobre o modelo Humi confira a matéria: 
Para quem gosta de ter menos trabalho, também há a composteira na versão automatizada.
A compostagem automática é uma opção a mais para quem quer algo mais prático do que trabalhar com minhocas, pois ela faz uso de poderosos micro-organismos, capazes de se multiplicarem em altas temperaturas e com alta longevidade. Isso é o que garante ao equipamento um funcionamento sem custos de manutenção adicionais, seja por reposição de filtros ou acréscimo de serragem. Diferentemente das outras técnicas de compostagem, que podem levar até 60 dias para executar o processamento dos resíduos, esse processo elétrico precisa apenas de 24 horas para compostar os alimentos. Porém, deve-se tomar cuidado para manter a quantidade mínima indicada de material dentro do tanque de compostagem, pois somente assim os micro-organismos serão capazes de se multiplicar e continuar desempenhando seu papel.

É um aparelho compacto, automático, instalável em qualquer canto da casa e não requer muita dedicação e conhecimento para manuseio. Os criadores do item afirmam que é um método seguro e que não traz problemas com insetos e odores desagradáveis. Se pretende comprar uma dessas soluções para a reciclagem de resíduos, conheça a Decomposer. Apesar de custar mais do que as outras, ela traz o benefício da praticidade.
Qual o tamanho ideal?
Uma das maiores dúvidas que podem surgir na hora de adquirir a sua composteiraé: "qual o tamanho ideal para a minha família?". Primeiro, deve-se levar em consideração o número de membros da sua família, assim como o volume de resíduos orgânicos produzido diariamente por todos os membros. Na versão convencional existem os seguintes modelos:
Kit P
Indicado para 1 ou 2 pessoas, com capacidade para 0,5 litro/dia de resíduos orgânicos.
Dimensões: 43cm (com) x 35cm (lar) x 43cm (alt).

Kit P4
Indicado para 1 ou 2 pessoas , que almoça em casa, com capacidade para 0,5 litro/dia de resíduos orgânicos.
Dimensões: 43cm (com) x 35cm (lar) x 55cm (alt).

Kit M
Indicado para 2 ou 3 pessoas, com capacidade para 1,0 litro/dia de resíduos orgânicos.
Dimensões: 50cm (com) x 35cm (lar) x 65cm (alt).

Kit G
Indicado para 3 ou 4 pessoas, com capacidade para 1,3 litros/dia de resíduos orgânicos.
Dimensões: 62cm (com) x 39cm (lar) x 59cm (alt).

Kit GG
Indicado para 4 ou 5 pessoas, com capacidade para 2,0 litros/dia de resíduos orgânicos.
Dimensões: 62cm (com) x 39cm (lar) x 80cm (alt).

Kit G4
Indicado para 5 ou 6 pessoas, com capacidade para 1,3 litros/dia de resíduos orgânicos.
Dimensões: 59cm (com) x 39cm (lar) x 77cm (alt).
Adquira Kit G4

Humi
Indicado para 4, 6 ou 8 pessoas, com capacidade para 2, 3 ou 4 litros/dia de resíduos orgânicos.
A Humi está disponível em diversas cores.
Adquira Humi

Decomposer
E a versão Decomposer (automatizada) o tamanho é único.


Se os modelos disponíveis não suprirem as necessidades da sua família, você pode fazer o uso de mais de uma composteira usando-as em conjunto ou adicionar caixas digestoras ao processo. Os seus preços variam de acordo com o tamanho das composteiras. Para informar-se sobre preços e condições para aquisição de sua composteira.
Para entender melhor o processo você pode curtir o video que detalha o passo-a-passo sobre como funciona e como fazer sua própria de compostagem doméstica.
Fonte: Ecycle

20 de jan de 2018

Tinta orgânica que gera energia solar deve chegar ao mercado

Reprodução / CSEM Tinta orgânica é impressa em uma tira de plástico, 
sendo capaz de produzir energia solar.

A cada dia surgem novas técnicas para a produção de energia elétrica de forma mais sustentável. A mais recente ideia veio do instituto de pesquisa mineiro CSEM Brasil e consiste em uma tinta orgânica capaz de captar energia solar. E o melhor: ela pode chegar ao mercado brasileiro ainda em 2015.

O produto é uma fita de plástico na qual é impressa uma espécie de tinta orgânica, que transforma energia elétrica a partir da solar. A tecnologia empregada é a Organic Photovoltaic (OPV, sigla em inglês para células fotovoltaicas orgânicas), cuja produção é mais barata e consome 20 vezes menos eletricidade do que a fabricação de um painel tradicional de silício. Essas tiras são leves, maleáveis e transparentes.

Já usada no Japão e Alemanha, foi em Minas Gerais que o processo de produção foi dominado. Essa tecnologia é considerada o futuro do setor energético. O projeto, iniciado em 2006, contou com R$ 70 milhões em investimentos e uniu dinheiro público e privado, pesquisa científica de base e o interesse em criar algo com apelo comercial, tudo reforçado pelo fato do Brasil ser um país com enorme potencial para a produção de energia solar.

Reprodução / CSEM Tecnologia já é usada em países como
Japão e Alemanha, mas a produção foi aprimorada no Brasil.

A energia produzida por essas fitas é limpa e pode ser usada para alimentar vários equipamentos eletrônicos, redes sem fio e sistemas de ventilação, por exemplo, além de popularizar a eletricidade proveniente dos raios solares entre as pessoas.

Por ser uma instituição sem fins lucrativos, para comercializar os OPVs, o CSEM criou a empresa Sunew e é ela que vai explorar o produto em larga escala. Desde julho, é utilizada uma impressora com capacidade para fabricar 400 mil m² de fitas por ano, a maior do mundo.

Vale salientar que não há concorrência direta entre os OPVs e os painéis tradicionais, pois eles possuem fins distintos. Os OPVs são empregados apenas na geração pulverizada de energia e podem ser instalados em lugares diversos, como fachadas de prédios, vidros, etiquetas de rastreamento ou mochilas.

13 de dez de 2017

Australiano transforma espaço de 60 m² em fazenda urbana

A plantação no quintal produz anualmente 70 quilos de vegetais e 161 quilos de frutas.23 de novembro de 2016 • Atualizado às 09 : 40

“As pessoas não têm noção do que é possível fazer em espaços pequenos." 

A agricultura urbana é uma das soluções para garantir a segurança alimentar no mundo. Este é o pensamento do permacultor australiano Geoff Lawton. Como um dos grandes incentivadores do plantio em pequenos espaços, ele mostra que é possível produzir diversos tipos de alimentos em áreas muito pequenas. Para provar a eficiência deste conceito, o especialista mostrou o exemplo criado por um de seus alunos, que produz centenas de quilos de frutas, legumes e ervas medicinais em sua própria residência.

Angelo Eliade é um farmacêutico que vive na cidade de Melbourne, na Austrália. Estudante de permacultura, ele levou quatro anos para transformar um jardim comum em uma verdadeira fazenda urbana. Externamente a casa é exatamente igual às residências vizinhas, com um pequeno gramado à frente. No entanto, ao abrir o portão, o que se vê é um terreno altamente fértil espalhado por apenas 60 metros quadrados.

“Você pode transformar qualquer propriedade, de qualquer situação para a absoluta abundância”, explica Lawton. A casa em Melbourne comprova isso. No quintal de Eliade são produzidos anualmente 70 quilos de vegetais e 161 quilos de frutas. Entre as opções estão: limões, maçãs, figos, cereja, pêssego, uva, banana, feijão, pepino, batata, alface, cenoura, alho, cana-de-açúcar, entre outras coisas. 

O farmacêutico explica que não é necessário ter um conhecimento profundo do assunto ou ser um especialista para começar a plantar. No entanto, é preciso se interessar pelo tema para entender o funcionamento e a relação entre as espécies e o solo.

Uma das principais dicas do australiano consiste em manter sempre a variedade na produção. Mesmo plantando em um espaço pequeno, é possível ter muitas espécies diferentes crescendo juntas. Atentando às características de cada uma delas, é possível planejar onde serão plantadas para que uma ajude a outra a se desenvolver melhor.

Ele ainda lembra que nada do plantio deve ser descartado. Os resíduos do cultivo são excelentes para serem aproveitados como adubo orgânico, oferecendo mais nutrientes para manter o solo sempre saudável. Segundo ele, a principal diferença entre ter um jardim comum e um sistema deste tipo é que a natureza passa a controlar o ambiente sozinha, o que traz inúmeros benefícios à biodiversidade local. Outra prática do permacultor é utilizar a água da chuva captada em seu telhado para irrigar seu jardim.


O projeto do australiano começou há quatro anos, com a ajuda de Geoff Lawton, desde então, Eliade percebeu algumas mudanças importantes em sua vida, principalmente relacionadas à sua própria saúde. Ele diz que passou a ter hábitos e um estilo de vida muito mais saudáveis, além de saber exatamente o que está comendo e ter a certeza de que os alimentos não estão contaminados com agrotóxicos e pesticidas.

“As pessoas não têm noção do que é possível fazer em espaços pequenos. Isso pode acontecer em qualquer lugar, basta entender o potencial e o funcionamento”, explicou Lawton.

O permacultor disponibiliza gratuitamente em seu site vídeos educativos que ensinam os conceitos de permacultura e direcionam as pessoas interessadas em iniciarem seus próprios plantios. Clique aqui para acessar a página e ter mais informações.

Por Thaís Teisen 
Fonte: CicloVivo

12 de dez de 2017

Casa na Colômbia feita com sacos de terra mantém ambiente naturalmente fresco

Construída pelo arquiteto colombiano Jose Andres Vallejo, a casa foi feita no sistema superadobe.21 de novembro de 2017 • Atualizado às 15 : 40

A forma orgânica arredondada de La Casa Vergara foi criada através do empilhamento de uma série de sacos de terra tubulares. | Foto: Jose Andres Vallejo


La Casa Vergara é uma residência em forma de cúpula construída com o sistema bioconstrutivo ‘earthbag’ que utiliza sacos de terra (ou sacos de areia) na construção.

Construída em Bogotá em 2011 pelo arquiteto colombiano Jose Andres Vallejo a residência usa a terra tradicional para criar uma residência naturalmente fresca com um impacto ambiental suave. Coberto com acabamento de concreto, a construção de terra não é apenas rentável, mas também resistente a terremotos e alagamentos.


O edifício emprega uma prática antiga que foi recentemente atualizada para projetar casas mais modernas. Vallejo construiu a casa usando o sistema chamado superadobe, que foi originalmente inventado pelo arquiteto iraniano Nader Khalili e usa três elementos principais para criar espaços de vida flexíveis – terra, sacos tubulares e arame farpado. Com apenas US $ 28 por metro quadrado, o baixo custo é complementado por seu suave impacto ambiental, tornando-se uma solução arquitetônica promissora para áreas de baixa renda.

A forma orgânica arredondada de La Casa Vergara foi criada através do empilhamento de uma série de sacos tubulares repletos de terra. Com o uso de uma moldura de madeira, o formato exterior foi construído com sacos de tamanhos variados em formato de cúpula, bem como uma sala retangular adjacente.


Os sacos foram cobertos com uma mistura de cimento por dentro e por fora para selar e proteger contra a umidade, juntando. Os quartos foram acabados com vigas expostas de madeira sustentável, bem como uma série de claraboias para fornecer iluminação natural ao interior.

Uma vez pintada, a estrutura de terracota parece uma casa moderna, proporcionando uma solução sustentável para habitação que pode ser personalizada com interiores exclusivos.

Ficou inspirado? Que tal construir uma casa usando um método semelhante chamado ‘earthbags’? Clicando aqui você encontra todo o passo a passo.

Fonte: CicloVivo

11 de dez de 2017

10 perguntas que você sempre quis fazer sobre casa container


Acabaram as férias. Aproveitamos bastante – e ainda temos mais dias para aproveitar o descanso do trabalho convencional -, mas o blog não podia ficar mais tempo sem atualização, não acham? Se bem que os demais canais (não nos segue neles ainda? Aff) continuaram sendo atualizados, principalmente o Instagram e o Facebook.

E sabem o que mais não deixou de ser atualizado? A caixa de e-mails com diversas perguntas sobre casas containers. O tema é novo no Brasil e por isso normal que as pessoas tenham dúvidas sobre esse tipo de construção.

Já antecipo que, apesar do container, todo o resto é basicamente igual a qualquer outra construção: aberturas, pisos, coberturas etc.

Mas, para acabar de vez com as perguntas mais comuns sobre o tema, pedi para minha arquiteta (que está fazendo minha casa container), Livia Ferraro, da Ferraro Container Habitat, esclarecê-las. Afinal, ainda que eu pesquise o tema, nada melhor do que uma profissional do gabarito dela para sanar todas as dúvidas.

Com a palavra, a profissional especializada no tema:

A Arquitetura sempre foi concebida a partir de princípios básicos como a estaticidade, a estabilidade e a durabilidade. As vertiginosas mudanças econômicas, sociais e culturais de hoje solicitam novas alternativas de planejamento espacial fundamentadas em conceitos como a mobilidade, a flexibilidade, a mutabilidade, a instantaneidade, a criatividade e a reciclagem.

No Brasil ainda predomina o sistema construtivo da alvenaria convencional: um sistema artesanal com mão de obra altamente desqualificada, alto consumo de energia e desperdício de materiais. Apesar deste panorama, já surgem algumas iniciativas visando à mecanização e à minimização do impacto ambiental que estes processos acarretam.

Surge então uma nova tendência nesta década: a utilização de containers marítimos como matéria prima para uma construção modular, mais prática e instantânea.

Esta unidade construtiva atende perfeitamente quando consideramos a necessidade atual de minimização do impacto ambiental. As “Containers Cities” que as regiões portuárias brasileiras se tornaram configuram imensos depósitos de containers sucateados a céu aberto e representam o potencial adormecido que temos em nosso país e que não se pode ignorar. Itajaí, cidade catarinense localizada a 90km de Florianópolis é hoje uma das principais regiões no país com este cenário. A apropriação deste material visa dar destino correto a estes containers e melhorar a auto-estima desta população, que passa a enxergar o que antes era visto como lixo em um enorme potencial de negócios.

Excelente como matéria prima, uma obra com containers diminui significativamente a produção de resíduos, reduzindo de 30% (em obra convencional) para 1% de desperdício. São três caçambas de entulho contra um saco de lixo, comparativamente. O container reefer, adotado neste projeto, é um material altamente resistente, produzido com aço cortain, alumínio e um isolante térmico bastante eficiente. Foi projetado para o transporte naval e para receber água salgada diariamente. Sua fácil manutenção garante a durabilidade por gerações quando em terra firme.

Os custos de obra deste sistema são similares aos de uma construção convencional, porém com algumas vantagens: por se tratar de uma “caixa pronta”, a arquitetura modular a partir de containers representa uma obra muito mais rápida. A economia que uma obra neste sistema pode gerar vem, portanto, do tempo reduzido desta construção: uma obra finalizada em menos tempo retorna mais rápido o seu investimento.

Um sistema mais mecanizado onde se envolvem empresas especializadas e não uma mão de obra desqualificada resulta em uma maior previsibilidade de orçamento, evitando gastos desnecessários ou surpresas no orçamento.

Por se tratar de uma estrutura mais leve que a alvenaria, reduz significativamente a carga nas fundações, otimizando desta forma o direcionamento dos custos dentro da obra.

Outro fator economicamente favorável é de ordem conceitual: por se tratar de algo inovador e sustentável, uma edificação em containers gera uma mídia espontânea bastante intensa, favorece a disseminação da proposta e se torna um marco para o local onde se insere.

10 perguntas que todo mundo sempre faz:

1. Não esquenta?

Utilizamos os containers do modelo Reefer, usados para transporte de carga refrigerada. Já vem com um isolamento de fábrica altamente eficiente, dispensando o uso de ar condicionado.

2. É mais barato?

O valor final de uma obra em container se equivale ao de uma construção convencional, com algumas vantagens.[O barateamento vai depender dos demais materiais utilizados e utilização de produtos alternativos]


3. E quanto à durabilidade?

O container é um material projetado para transporte marítimo em condições bastante adversas. Em um terreno, se feita a manutenção adequada, pode durar gerações.

4. No caso de um raio atingir o container, por ser uma caixa metálica, existe algum risco?

Um container funciona pelo mesmo princípio da Gaiola de Faraday: um condutor, quando carregado, tende a espalhar suas cargas uniformemente por toda a sua superfície. Se esse condutor for uma esfera oca, por exemplo, os efeitos de campo elétrico criados no interior do condutor acabam se anulando, obtendo assim um campo elétrico nulo. É o mesmo princípio dos aviões e dos carros, contrariando o pensamento popular de que são os pneus que fazem essa proteção.


5. E se o container transportou material tóxico ou radioativo?

Antes da compra, é pesquisado o histórico de cada container. Este histórico indica o tipo de carga e os itinerários de cada unidade. Também é solicitado um laudo, emitido pelo serviço público federal no próprio porto antes que o container seja liberado. Este laudo atesta que o container está livre de qualquer resíduo ou radiação.

6. O material do container é inflamável?

A camada isolante de poliuretano se localiza no interior entre as chapas metálicas interna e externa do container, permanecendo completamente isolado. O poliuretano utilizado é anti-chamas.


7. Não vou me sentir oprimido dentro de um container, como em uma lata de sardinhas?
Por se tratar de um espaço compacto, surge o desafio de trabalhar bem a ergonomia e conforto deste espaço. O mobiliário projetado de forma a ser eficiente, os revestimentos aplicados e a cobertura vegetal aliados aos recortes nas chapas para favorecer a ventilação, a iluminação e a circulação são recursos utilizados para a “humanização” deste material, fazendo com que se torne um espaço bastante confortável, apesar de compacto.

8. Como é feito o transporte e instalação?

Por se tratar de um material que possui dimensão padrão para transporte, pode ser transportado através de caminhão ou navio. Chegando ao local de instalação é necessário um guindaste ou caminhão munk para retirá-lo do caminhão e colocá-lo no chão. A fundação é bastante simples por conta do peso reduzido de um container com relação à alvenaria e dependendo das condições do terreno, bastam blocos de concreto para apoiá-lo.

A partir daí, são feitos todos os cortes nas chapas, as instalações hidro-sanitárias e elétricas (que podem ser embutidas ou aparentes) e os acabamentos como piso, pintura, conexões entre módulos. É um processo bastante simplificado e rápido.


9. É seguro contra roubos?

O container é produzido com um aço altamente resistente. Suas portas originais são projetadas a fim de manter o módulo estanque, quando fechado. Para abri-lo é necessário um maçarico. Na instalação os containers são afixados na fundação, evitando que possam ser transportados a qualquer momento.

10. Quais são as características do container Reefer?

– Painéis e portas em aço inoxidável, evitando corrosões.

– Os painéis externos podem ser em alumínio ou aço, dependendo do modelo.

– O isolamento térmico é feito com poliuretano de alta densidade na espessura de 10cm.

– O piso é uma grelha em alumínio, permitindo um colchão de ar abaixo do piso instalado.

– Suportam até 35.000kg de carga/ Tara de 4.000kg

1 de nov de 2017

Conheça 23 acomodações ecológicas inacreditáveis em todo o mundo

Desde um contêiner reciclado até uma casa feita de palha, há experiências para todos os gostos.

Casa na árvore na Tailândia. | Foto: Divulgação

Comemorando o Dia Mundial do Turismo (27), que tem como tema o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento, o Airbnb destaca 23 acomodações sustentáveis em todo o mundo.

Desde um contêiner reciclado até uma casa feita de palha, esta lista busca expandir a perspectiva de viver em uma casa ecologicamente sustentável. Além disso, é possível completar a viagem com experiências locais, que guiam pela bela natureza oferecida nas várias cidades.


Outra maneira de praticar o turismo sustentável na plataforma é com as experiências de Impacto Social, onde 100% da receita vai para organizações sem fins lucrativos que promovem as atividades, ou escolher uma das hospedagens na Índia, como parte da parceria do Airbnb com a Associação das Mulheres Autônomas -, que tem como objetivo capacitar as mulheres que vivem nas áreas rurais da Índia.

América Latina

Cabana Floripa – Santa Catarina, Brazil

Criativamente construída usando materiais recicláveis, como garrafas de vidro, o espaço é brilhante e colorido, além de ecológico.

Elqui Domos – Coquimbo, Chile

Aproveite os céus estrelados do Vale de Elqui nesta residência que vem com um telhado retrátil acima da sua cama, de modo que você possa observar as estrelas de modo aconchegante.

Bird Island – Placencia, Belize


Viva na natureza nesta ilha privada, onde você pode nadar ou mergulhar entre águas cristalinas com um belo recife de corais intocado.

Beach Home – Yucatán, Mexico


Totalmente dependente da energia solar e eólica, esta casa ecologicamente sustentável fica ao longo da costa com vistas espetaculares para o mar.

Eco Design Home – Buenos Aires, Argentina


Usando materiais e técnicas sustentáveis, esta propriedade planeja reduzir sua pegada de carbono, com um jardim orgânico e utensílio de compostagem para reciclagem em casa, de modo completo.

Ásia e Pacífico

The Container – Tasmania, Australia


Viver em uma casa de luxo que foi reciclada a partir de um container com uma visão surpreendente da Tasmânia.

Little Greenie, Eco-house – Golden Bay, New Zealand


A Little Greenie foi a primeira e única casa na Nova Zelândia a receber uma classificação de 90% de energia eficiente, com vista para Golden Bay.

Treehouse – Chiang Mai, Thailand


Se você quer estar perto do centro da cidade, mas também cercado pela natureza, experimente esta casa da árvore situada em Chiang Mai, que oferece um santuário silencioso, mas também com conveniência.

Bamboo Villa – Lombok, Indonesia


Esta eco-villa é construída inteiramente a partir de bambus e oferece vistas deslumbrantes do mar e o pôr-do-sol do Lombok do Sul.

Strawbale House – Hokkaido, Japan


Feito de palha e situado no meio dos campos de batata, adentrar e se envolver com a natureza começa na porta da frente.

Traditional Stone House – Jeju, South Korea


Construído com pedras e aninhado entre jardins, montanhas e mar, esta casa será o seu refúgio em Jeju.

Eco-friendly Treehouse – Kerala, India


No meio de uma plantação de cardamomo, esta casa da árvore pretende misturar a agricultura e o ecoturismo. Adormeça ao canto de cigarras onde mais de 45 espécies de aves chamam de casa.

Gauriben’s Homestay – Gujarat, India


Este casa é parte da parceria do Airbnb com a Self Employed Women’s Association (SEWA), o maior sindicato de mulheres da Índia, onde você pode aprender com as mulheres da SEWA locais sobre a vida da antiga vila de Bakutra.

Europa

Pyramid Cottage – Laugarvatn, Iceland


No meio da famosa Rota do Círculo de Ouro, esta casa única foi construída para refletir a paisagem islandesa, enquanto também funciona de forma sustentável usando energia geotérmica e água natural primaveril.

Eco-Design House – Catalunya, Spain


Este casa futurista foi construída em 2012 e é altamente eficiente em termos de energia – sendo fresca no verão e quente no inverno.

Eco-friendly Farmhouse – Tuscany, Italy


Como parte de uma fazenda orgânica que repousa em uma colina ao longo da paisagem cênica do norte de Lucca, esta fazenda com energia solar possui seu próprio forno de tijolos onde você pode assar sua própria pizza, a partir do zero.

Birch Cottage – Ballyroney, United Kingdom


O Green Tourism Gold, esta casa de campo tem fontes de energia totalmente renováveis.

Houseboat – Amsterdam, The Netherlands


Esta casa flutuante de 3 andares está alinhada por um dos muitos canais famosos de Amsterdã, permitindo que você experimente uma vida moderna na Holanda, mas também a vida na água.

América do Norte

Off-grid itHouse – California, USA


Lindamente projetado e 100% alimentado por painéis solares, esta casa pode ser encontrada em uma remota região do vale californiano, oferecendo-lhe um refúgio sereno do resto do mundo.

Cob Cottage – British Columbia, Canada


Parecendo uma casa de gnomo fora de um conto de fadas, esta casa foi cuidadosamente esculpida com materiais locais, sustentáveis e compartilha a terra com ovelhas, jardins e pomares.

Off-grid Adobe dome – Texas, USA


Uma cúpula privada construída em terra que é inteiramente alimentada por energia solar e tudo que você precisa em uma pequena casa, com quarto, sala, sala de jantar e cozinha.

Off-grid Treehouse – Oregon, USA


Com uma arquitetura de Torre de Vigia e construída no início dos anos 1900, esta casa fica a mais de 12 metros de altura. É o espaço ideal para observar o nascer do sol e se aconchegar sobre a Floresta Nacional Umpqua.

Geodesic Dome – Connecticut, USA

Feita como um ninho na floresta e parte de fazenda orgânica, esse lar é o equilíbrio perfeito entre conforto e aventura.
Fonte: Ciclo Vivo

PROFESSOR DE ARTE APOSENTADO CONSTRÓI CASA COM APENAS R$ 600,00

Michael Buck, um professor de arte aposentado da universidade de Oxfordshire, na Inglaterra, em seus plenos 59 anos de idade decidiu usar seu tempo livre para inovar e nos presentear com mais um belo exemplo de arquitetura sustentável de baixo custo. Com um orçamento de 150 libras (Cerca de 600 reais), o professor utilizou os princípios básicos da construção em COB para levantar uma pequena moradia no jardim de sua casa. A construção hoje serve como inspiração para qualquer um que sonha com uma casa própria.

Antes de começar a construção, Buck passou cerca de dois anos coletando materiais locais que pudessem ser reaproveitados. Entre eles, pedaços de ferro, madeira, vidros retirados das janelas de um caminhão abandonado e até mesmo o assoalho de um barco abandonado por um vizinho.

A casa tem um estilo natural e pode ser a solução ideal para quem deseja uma vida mais simples. Seu interior é aquecido por um fogão à lenha que enquanto cozinha, produz calor suficiente para o conforto dos habitantes da casa. Já a água utilizada vem de um pequeno riacho que corre na proximidade do local.

O objetivo de Buck era mostrar que para se morar não é necessário pagar uma fortuna e nem viver escravo de hipotecas. “A casa não tem custo para a terra , você só precisa da terra para construí-la. Eu queria mostrar que as casas não precisam custar tanto. Vivemos em uma sociedade em que passamos a vida para pagar nossas hipotecas.”


Com cerca de R$600,00, o professor aderiu aos princípios básicos da construção em COB para construir uma pequena moradia no jardim de sua casa. COB é um material de construção composto por terra, areia e palha, similar ao adobe. O COB é a prova de fogo, resistente a atividade sísmica e com custo quase nulo. Pode ser usado para criar formas artísticas, esculturais e tem sido divulgado recentemente pelos movimentos de ecológicos, como a permacultura e a bioconstrução.

Antes de colocar o projeto em prática, Michel Buck passou cerca de dois anos selecionando materiais que pudessem ser reaproveitados. Como exemplo, temos: madeira, assoalho de um barco abandonado na vizinhança, vidros retirados das janelas de um caminhão também abandonado e pedaços de ferro.


Para quem deseja uma vida mais simples, este estilo de casa pode ser a solução ideal! A água utilizada pelos habitantes da casa é proveniente de um pequeno riacho que passa pela vizinhança. O interior da casa é aquecido por um fogão à lenha que, além de auxiliar na cozinha, gera calor suficiente para o conforto dos moradores da casa.

O intuito de Buck era ensinar e provar que, para se morar, não é necessário gastar muito e, muito menos, viver escravizado pelas hipotecas:

“A casa não tem custo para a terra , você só precisa da terra para construí-la. Eu queria mostrar que as casas não precisam custar tanto. Vivemos em uma sociedade em que passamos a vida para pagar nossas hipotecas.”

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Fonte: Construir