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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

3 de mar de 2015

Estúdio de arte e yoga se camufla em meio à natureza


O escritório norte-americano Feldman Architecture é o responsável pela construção de um verdadeiro refúgio em meio à natureza. O espaço, usado como ateliê de artes e yoga, foi planejado para estar em perfeita harmonia com o ambiente ao seu entorno.


Localizado na encosta de Mill Valley, na Califórnia, o estúdio foi construído com soluções sustentáveis e princípios da arquitetura bioclimática. Esses cuidados ajudam a reduzir o impacto ambiental da construção.


Ao invés de desmatar uma grande área, as duas grandes cabines foram projetadas para serem encaixadas entre as árvores já existentes, de modo a promover uma destruição mínima da natureza. Conforme informado pelo site Inhabitat, o local não é usado como residência, mas sim como um refúgio para artistas e praticantes de yoga, que vão até lá para desfrutar da tranquilidade e beleza natural.



A estrutura é repleta de grandes janelas, que se estendem por toda a parede, aumentando o aproveitamento da luminosidade e ventilação naturais. A fachada das cabines é feita em madeira, deixando-as camufladas entre as árvores. Mas, o auge está no telhado verde, usado para o plantio. Quando visto de cima, quase nem se percebe que existe uma construção no local.


Fonte: CicloVivo

27 de fev de 2015

Casa pré-fabricada gera mais energia do que consome


O escritório australiano de arquitetura, ArchiBlox, desenvolveu uma casa pré-fabricada capaz de produz mais energia do que consome. Para chegar a este modelo, o projeto conta com soluções simples e sustentáveis, que tornam a residência altamente eficiente.

Com 75 metros quadrados, a residência é considerada pequena para os padrões australianos, mas a área é equivalente a boa parte dos apartamentos padrões comercializados no Brasil. Um dos segredos desta casa é o sistema usado para o isolamento térmico, que permite grande eficiência energética.


De acordo com Bill McCorkell, um dos arquitetos responsáveis pelo projeto, a residência não possui sistema de calefação. Para refrigerar a estrutura, são usados tubos subterrâneos que puxam o ar frio da terra e transferem a refrigeração para o interior da casa.


A energia é produzida a partir de placas fotovoltaicas. “Temos cinco quilowatts de energia solar no telhado”, explica McCorkell, em declaração ao jornal local The Sidney Morning Herald. Além disso, todos os detalhes foram pensados para maximizar o aproveitamento solar de diferentes formas. Por isso, os vidros são muito comuns, para aproveitar o aquecimento e luminosidade naturais. Os moradores também contam com um jardim comestível, instalado dentro da própria casa. Dessa forma, a casa consegue produzir mais energia do que o necessário para o seu abastecimento.


Para garantir a sustentabilidade do projeto, os arquitetos usaram materiais locais e com o menor impacto ambiental possível. Por ser pré-fabricada e pequena, a casa pode ser transportada através de um caminhão, pronta para ser instalada.

O investimento para ter uma casa deste tipo é de US$ 4 mil por metro quadrado. Com os 75 metros quadrados que a residência possui, ela custaria, em média, US$ 300 mil na Austrália, o equivalente a quase R$ 900 mil. Mas, a empresa também disponibiliza um modelo menos sustentável por US$ 2.400 cada metro quadrado.

Fonte: CicloVivo

13 de fev de 2015

Arquitetos criam sistema vertical de captação de água de chuva

Um novo sistema vertical de captação e armazenamento de água de chuva foi inaugurado neste mês em uma casa na Lapa, na zona oeste de São Paulo. Ele chega como alternativa a quem quer captar a água da chuva ou de outras fontes, mas não tem espaço para cisternas tradicionais. Modular, ele pode ser adaptado às mais diferentes condições e combinado com outras formas de reuso e tratamento de água.

Inspirado no projeto do arquiteto Mano Mattos, o modelo desenvolvido pelos também arquitetos Uli Zens e João Pedro David, do Incriatório, armazena 320 litros e ocupa menos de meio metro quadrado. A água é captada da calha, passa por um filtro e separa a água inicial e as folhas. “É uma solução de baixo impacto para enfrentar a crise da água e adequada para empresas, casas e prédios”, afirma Zens.

A água captada no sistema terá vários usos: limpar o quintal e as áreas internas da casa e aguar plantas da casa e também da praça localizada em frente, entre outros. O próximo passo será a ampliação do projeto, que permitirá o tratamento da água com o uso de plantas, um processo chamado de biorremediação, ampliando, assim, as possibilidades de uso da água.

Especializado em manejo de água e vegetação, o arquiteto alemão diz que seu “objetivo é trazer mais uma alternativa para quem quer economizar e, principalmente, contribuir para uma nova cultura da água”. Ele acrescenta que este sistema específico mostra que construções já existentes podem ser adaptadas para enfrentar a falta d’água, que deve se agravar ainda mais.

“Nessa casa, fizemos adaptações, como instalar novas calhas e construir um pequeno muro para dar suporte aos tubos. Mas as novas construções já podem incluir essas inovações, que serão cada vez mais necessárias na fase de projeto e, assim, reduzir os custos futuros”, enfatiza o arquiteto.

O sistema, que ganhou régua e boia que marcam a quantidade de água, segue o básico das cisternas já existentes, explica Zens. No projeto, foi usado um filtro importado, canos, tintas especiais, tubos e conexões de PVC, que podem ser encontrados em lojas de materiais de construção.


Um diferencial do modelo é que ele pode ser integrado ao estilo da construção. Um sistema instalado _similar ao da foto_, incluindo projeto, filtro, materiais, mão de obra especializada e garantia, sai em torno de R$ 9.000.

Quem quiser se aventurar sozinho pode seguir o tutorial do especialista Edson Urbano, do Sempre Sustentável. Para orçar o sistema adaptado pelo Incriatório, os e-mails são uli@incriatorio.com e joaopedro@incriatorio.com , e o telefone é 11 2935- 0867.

10 de fev de 2015

O primeiro sistema solar de microgeração do RJ foi ligado à rede elétrica

Esse é meu sonho vender energia pra concessionária que fornece energia, então resolvi postar sobre o assunto. Em um País tão ensolarado, essa iniciativa do profissional Hans Rauschmayer, é da maior importância. Abaixo você poderá verificar as reportagens feitas sobre o assunto.

Resultado apurado após um ano de instalação do sistema solar fotovoltaico, em agosto de 2014


O primeiro ano com energia solar conectado na rede da Light, no Rio de Janeiro, mostra todas as vantagens desta tecnologia. A conta foi reduzido em mais que a metade do valor, com ganhos de R$ 1.266. Os ganhos ecológicos também foram significativos: mais que 1,5 tonelada deixaram de ser emitidas, e isso com apenas 14 m² de módulos fotovoltaicos!

A curva de geração mensal, abaixo, mostra outra vantagem da energia solar: ela é muito confiável. Mesmo nos meses de inverno, a produção diminuiu pouco. E parte deste efeito é a sombra causada por árvores que tiram aproximadamente 10% da irradiação nesta estação do ano. Sem este efeito teríamos uma curva quase linear, com apenas um pico forte em janeiro passado, conhecidamente um dos mais ensolarados da história do Rio.


Em resumo, percebemos que a geração distribuída comprova o potencial para a matriz energética do Brasil. Fica evidente que ela pode aumentar a segurança energética a um custo baixo e prevenir o aquecimento global. É preciso aproveitar os milhões de telhados no nosso país. 

Algumas matérias têm sido produzidas e/ou veiculadas pela mídia sobre esta instalação pioneira no RJ. Clique nos links para ler:
27 de março de 2014 - Globo News - Cidades e Soluções - André Trigueiro - Como produzir energia para ser consumida na própria casa
06 de março de 2014 - Jornal Nacional - Brasil possui apenas 83 microgeradores de energia solar
06 de fevereiro de 2014 - Rio capital da Energia - Hans Rauschmayer - Com sucessivos recordes de consumo, a energia solar mostra seu potencial
03 de janeiro de 2014 - Brasil Econômico - Aline Salgado - Investimento em luz própria, em busca de economia
25 de dezembro de 2013 - Reporter Brasil - Geração de energia solar tem baixa adesão no Brasil
12 de novembro de 2013 - O Globo Amanhã - Falta incentivo para energia solar no Rio
03 de novembro de 2013 - Com Ciência Ambiental - Casa em santa Teresa é certificada pelo uso de eletricidade solar
01 de novembro de 2013 - Instituto Ideal - Casa de Santa Teresa, no RJ, recebe Selo Solar do Ideal
01 de novembro de 2013 - Rio capital da Energia - Por Ana Paula Verly – Equipe RCE

28 de outubro de 2013 - Folha de São Paulo - por Daniel Tremel

17 de outubro de 2013 - Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro - FÓRUM DE DESENVOLVIMENTO APRESENTA PROJETOS DE MICROGERAÇÃO DE ELETRICIDADE - Energia gerada dentro de casa - Amanda Lazaroni e Fábio Peixoto

01 de outubro de 2013 - Jornal Metro - Casa em Santa Teresa tem energia solar ligada à Light

setembro de 2013 - Revista GTD Energia Solar

17 de setembro de 2013 - Portal do Sindistal - Sindicato da Indústria de Instalações Elétricas, gás, Hidráulicas e Sanitárias do Estado do Rio de Janeiro

10 de setembro de 2013 - Revista Amanhã - O Globo - Bolívar Torres

28 de agosto de 2013 - Portal Rio Capital da Energia - por Ana Paula Verly – Equipe RCE

19 de agosto de 2013 - Jornal da Energia - por Maria Domingues

9 de agosto de 2013 - Eficiência Consultoria e Projetos

8 de agosto de 2013 - Revista Téchne - por Juliana Martins


Fonte: Solarize

Complementando o artigo anterior sobre Vaso Sanitário a Seco

Importância de separar a urina das fezes
Fonte: Tierramor, Taza separadora, EcoSanRes
Os modelos separadores consistem em um assento ou vaso especial que separa as fezes da urina, e é dirigida a coletor separado. A urina, separada pode ser armazenada ou diluída e usada como fertilizante ou mandada para um poço de absorção diretamente no solo. 
Fonte: EcoSanRes

As principais vantagens da separação da urina e das fezes são:
  • Uso direto da urina, pois a sua higienização é facilitada;
  • Possibilitar o tratamento das fezes por desidratação, que exige menos manutenção. 
  • Reduzir o tanque de armazenamento das fezes, pois elas devem permanecer por tempo adequado até sua higienização;
O banheiro seco separador (segregador) possibilitará um adubo rico em nutrientes apartir das fezes e um fertilizante riquíssimo em nitrogênio apartir da urina.

Fonte: Banheiro Seco Ecologico