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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

25/10/2014

Aposentado constrói casa sustentável com menos de R$ 600


O professor aposentado Michael Buck juntou diversos materiais reciclados para erguer sua própria casa, uma pequena toca segura e confortável na cidade de Oxfordshire, na Inglaterra. Na construção, o professor gastou apenas 150 libras (o equivalente a 575 reais), apostando seu tempo livre e sua criatividade para erguer a nova residência, localizada em meio a uma área verde do município britânico.


Buck tinha 59 anos quando deu início à construção, baseada numa técnica milenar denominada COB, que utiliza apenas terra, areia e palha para erguer as estruturas. Mesmo com a simplicidade dos materiais, as construções baseadas na antiga técnica são resistentes ao fogo e aos abalos sísmicos. Segundo informou oCatraca Livre, um dos objetivos do britânico era mostrar para as pessoas que, para ter uma moradia, não é necessário gastar muito dinheiro e nem prejudicar o meio ambiente.


Antes de colocar a mão na massa para erguer a estrutura, o professor passou cerca de dois anos coletando resíduos possíveis de serem reaproveitados. Na lista de materiais, constam ripas de madeira, pedaços de ferro, vidros retirados da janela de um caminhão velho e o assoalho de um barco abandonado no quintal de seu vizinho.


Na casinha de Buck, as refeições são preparadas num fogão a lenha, que também serve de aquecedor para os ambientes durante os dias mais frios. Um rio que corre nas proximidades da residência fornece a água utilizada na casa, por meio de um sistema de encanamento convencional. Outro exemplo de arquitetura de baixos custos e com reaproveitamento de materiais é um centro comunitário autossustentável construído com garrafas plásticas, pneus e outros resíduos sólidos, que irá atender à população do Malawi, na África.

Fonte: CicloVivo

24/10/2014

Bairro carente de Bogotá tem centro comunitário construído com garrafas PET


O centro comunitário Weaving Cazucá, localizado em uma comunidade carente de Bogotá, na Colômbia, é muito mais do que um simples abrigo. A estrutura foi erguida usando como principal matéria-prima garrafas PET reaproveitadas e areia e ajuda capacitar crianças e jovens.

Para que a construção ganhasse forma, foram necessárias 40 mil garrafas plásticas. O projeto começou a ser desenvolvido em 2011, com o da Fundação Starkey Hering e ficou pronto em 2012. A partir daí, a Fundação Nukanti deu início aos trabalhos de apoio à população local, marcada pela imensa pobreza e falta de acesso a serviços públicos.


O abrigo foi construído com a mão de obra dos próprios moradores locais e não possui muitas tecnologias. No entanto, a estrutura já está recebendo placas fotovoltaicas que devem ajudar a gerar energia limpa para o uso durante as atividades.

Conforme informado na página da fundação, o bairro de Cazucá é composto por assentamentos informais. Além disso, boa parte da população que ali reside é composta por refugiados que fugiram de outras regiões durante os conflitos armados colombianos da década de 70.

Assim sendo, a casa de garrafas serve como um verdadeiro refúgio para impedir que crianças e jovens se envolvam com violência ou gangues. O centro comunitário oferece diversas atividades gratuitas, como aulas de música, reforço escolar, dança e capoeira. 


Fonte: CicloVivo

23/10/2014

Francês projeta casa pré-fabricada que produz 50% mais energia do que consome


O arquiteto francês Phillippe Starck desenvolveu um modelo de casas pré-fabricadas capazes de gerar 50% mais energia do que consome. O protótipo já está pronto e, mesmo tendo diversas opções tecnológicas, foi desenvolvido para ser acessível e chegar ao maior público possível, conforme informado pelo próprio arquiteto.

A primeira residência foi apelidada de Monffort e faz parte da linha PATH, feita em parceria com a Riko, uma das principais fabricantes europeias de casas de madeira pré-fabricadas. Starck também informa que a coleção possui quatro tipos diferentes de residência, com 34 tipos de plantas diferentes. Além disso, elas foram pensadas para utilizar apenas 1/3 da energia gasta em uma casa tradicional.


Um dos itens sustentáveis importantes usados pelo francês no projeto é a cobertura de cornija, que vai muito além da estética. A forma aplicada à superfície da casa protege o sistema que produz e distribui a energia, evitando perdas no processo.


Os clientes que optam por uma casa dessa coleção podem escolher quais tecnologias deseja aplicar para produzir energia. É possível usar painéis fotovoltaicos, turbinas eólicas, acrescentar sistemas de captação da água da chuva, usar energia solar par ao aquecimento da água, bombas de calor, entre outras coisas.


No exterior, a casa possui grandes vidraças, que ajudam a aproveitar melhor a iluminação natural. Os tamanhos disponíveis variam de 140 a 350 metros quadrados, com opções de até oito quartos, escritório e jardim de inverno. O arquiteto garante que a construção é feita com materiais que geram poucos resíduos e são entregues aos clientes em até seis meses. 

Fonte: CicloVivo

13/10/2014

Antiga pousada com vista para aurora boreal é transformada em hotel sustentável


Qualquer pessoa que já tenha ouvido falar da aurora boreal tem vontade de ver esse fenômeno de perto. Agora, imagine aproveitar esse momento único no conforto de um quarto? Pois um hotel na Islândia oferece essa comodidade.


De uma pousada abandonada foi construído o belo Ion Luxury Adventury Hotel. Com design moderno e paisagem natural ao seu redor, o estabelecimento está situado na cidade de Selfoss, mais especificamente ao lado do vulcão de Monte Hengill.


Fotos: Divulgação

Na reforma do espaço, que ficou abandonado por um longo tempo, foi usado um sistema de construção pré-fabricado em que é reduzido o volume de materiais necessários. Consequentemente, são gerados menos resíduos, o que representa economia financeira e ambiental, assim como o tempo de construção é menor.

Foto: Divulgação


O empreendimento possui amplas janelas com vidros por todas as partes, oferecendo uma vista panorâmica. A visão privilegiada, que pode ser observada de qualquer ponto do hotel, ainda facilita a entrada de luz durante o dia e à noite um espetáculo pode ser apreciado, dependendo da época do ano.

As camas e cadeiras foram fabricadas com madeira recuperada. Há sistemas de economia de água em todos os chuveiros. Neste ano, o hotel recebeu um certificado de excelência pelo TripAdvisor, site especializado em turismo, segundo avaliação dos viajantes que já se hospedaram no Ion Luxury.

Além disso, o hotel ainda fica próximo do Parque Nacional Thingvellir, que é um Patrimônio Mundial da Unesco.



Fotos: Divulgação

Fonte: CicloVivo

Marca norte-americana fabrica roupas usando apenas o que iria para o lixo



A marca norte-americana Dirtball se especializou na fabricação de roupas feitas com material reciclado. As coleções contam com camisetas, camisas, bermudas, calças, blusas, meias, bonés e jaquetas feitos, principalmente, a partir de garrafas plásticas que iriam para o lixo, poliéster e algodão reciclados.

As camisetas, por exemplo, são fabricadas a partir de sete garrafas plásticas. Bonés e gorros impedem que, pelo menos, quatro garrafas sejam descartadas. A lista segue, sempre tendo como premissa o reaproveitamento do material que é constantemente destinado a lixões.


A marca garante que o tecido obtido do plástico é muito durável, até mais do que o algodão comum. Além disso, o impacto ambiental da opção é reduzido drasticamente. A cada cem mil camisetas básicas fabricadas, a empresa consegue poupar 916 mil litros de água limpa, em comparação aos processos fabris convencionais.


Outro fator destacado pela Dirtball é a poluição normalmente gerada durante o plantio do algodão, uma cultura que chega a consumir 60% dos inseticidas comercializados nos Estados Unidos. Sem contar a quantidade de água necessária para o processo tradicional, em que são necessários 22 mil litros de água para produzir um quilo de algodão.

A grande novidade da marca é uma jaqueta de inverno, feita com 50 garrafas plásticas. O modelo ainda não está disponível, mas os interessados podem apoiar o projeto através de financiamento coletivo, noKickstarter. Quem doar US$ 150 dólares já garante uma jaqueta de PET logo na primeira leva.


Outro item interessante no catálogo é um sistema de desconto para os clientes que comprar as bermudas de PET. Quando a peça fica muito desgastada, o cliente pode enviá-la de volta à empresa e ter um desconto de 20% na compra da próxima bermuda. Assim, a Dirtball recicla a malha antiga para fabricar um shorts novo. 


Fonte CicloVivo