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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

20/11/2014

Arquiteto vietnamita constrói casa em harmonia com a natureza


O arquiteto vietnamita Ngoc Luong Le apelou para os conceitos de arquitetura bioclimática no projeto da “Gentle House”. A residência está localizada na periferia de Hanói, a capital do Vietnã, e proporciona conforto, ao mesmo tempo em que mantém a essência da cultura vietnamita.

Conforme noticiado pelo ArchDaily, a preocupação com os impactos ambientais esteve presente em todas as etapas, desde a concepção até a construção. Por isso, todas as árvores do terreno foram mantidas. Além disso, a geometria do edifício foi estudada para estar em harmonia com o sistema ecológico da região.


A estrutura da casa foi feita com tijolos de barro e lajes, enquanto as colunas foram feitas com concreto simples e bambu. As persianas e cortinas também são de bambu e as portas e janelas em madeira.


A fachada da casa conta com 36 portas e janelas. Todas essas aberturas facilitam a entrada do ar e ajudam a manter a temperatura interna mais amena. De acordo com o arquiteto, quando todas elas estão abertas, os cômodos internos se assemelham a uma grande varanda.


Além da passagem do ar, o modelo também permite a maior entrada da luz, reduzindo a necessidade de energia elétrica durante todo o dia. Já durante o verão, quando o calor é muito mais forte, a residência conta com um sistema de arrefecimento baseado em água. Um sistema instalado no telhado espalha água de reuso pela estrutura para diminuir a temperatura e oferecer maior conforto térmico.


Fonte: CicloVivo

19/11/2014

Antiga torre de observação vira base para turismo e pesquisa marítima em Varsóvia


Em Varsóvia uma antiga base militar usada na segunda guerra está prestes a se transformar em um refúgio marítimo para turistas e amantes da natureza. A estrutura, que antes ela uma torre de observação polonesa, está a pouco mais de 1,5 km da costa do mar báltico.

Atualmente o prédio em meio ao mar está muito danificado e o seu acesso é muito ruim, serve apenas para a prática de mergulho e algumas tomadas esporádicas de cinema. No entanto, os dias de abandono estão contados, graças ao projeto do escritório de arquitetura MFRMGR.


O local será reformado e ganhará um novo pavimento. A alvenaria será restaurada, enquanto as janelas serão modificadas, ganhando um novo arranjo e novas aberturas. O projeto deseja mesclar o novo e o velho, de modo que o edifício seja adaptado sem perder as suas características históricas.

Imagem; Divulgação

O prédio contará com uma sauna, terraço, sala de estar, espaço comunitário e dormitórios para até oito pessoas. Além disso, o edifício vai produzir energia renovável a partir do vento e do sol e terá um gerador para suprir a demanda em caso de quedas de energia. Por estar em meio ao mar, o local será equipado com um tanque de esgoto, para impedir o descarte dos resíduos na natureza. 

Imagem; Divulgação

Fonte: CicloVivo

18/11/2014

Estufa flutuante dessaliniza a água e permite o plantio em alto mar


Tornar os sistemas de produção de alimentos mais sustentáveis é uma das grandes preocupações atuais. Ao mesmo tempo em que a população cresce, as áreas para plantio se tornam cada vez mais escassas. Mas, no que depender do projeto italiano Pnat, este problema está com os dias contados.

Inspirados nas formas de uma água-viva, os biólogos e arquitetos que atuam no grupo desenvolveram uma estufa flutuante, que é capaz de produzir alimentos utilizando até mesmo a água salgada do mar. Apelidada de Jellyfish Barge, a construção é feita com materiais simples e é ideal para áreas costeiras.


O sistema não conta com grandes tecnologias, mas atinge uma eficiência tão alta que o cultivo pode ser feito utilizando a própria água do mar. A construção possui uma base de madeira de 70 metros quadrados, que flutua sobre tambores plásticos reciclados.


Assim como as estufas tradicionais, a Jellyfish Barge também tem a sua cobertura feita em vidro, para permitir o crescimento de diferentes culturas. A produção descarta o uso de terra, usando apenas sistemas hidropônicos. Além de ser 70% mais eficiente e econômico do que a hidroponia tradicional, a estufa conta com sete unidades de dessalinização solar.


Através dessa tecnologia, a própria estufa é capaz de produzir 150 litros de água fresca e limpa por dia. O princípio por trás do sistema é a destilação solar, que permite a evaporação da água para a retirada do sal e de outros resíduos poluidores.


Fonte: CicloVivo

12/11/2014

Estudantes brasileiros constroem casa de garrafa PET


Uma casa ecologicamente correta, que oferece maior conforto térmico e ainda é mais barata que uma construção tradicional em alvenaria. Esse foi o projeto CASA PET, que rendeu a conquista do 5º Prêmio Instituto 3M para Estudantes Universitários 2013 para uma equipe dez alunos da FATEC de Presidente Prudente, no interior de São Paulo.

A ideia, nascida em 2012, começou a ganhar forma quando o grupo de estudantes – monitorados por três professores – se inscreveu e venceu em 2013 a quinta edição do concurso com o projeto da CASA PET. “Fomos premiados e, com isso, ganhamos R$ 30 mil para transformar a proposta em realidade no prazo de um ano. Sem dúvida, um desafio ainda maior”, conta a estudante Adriana Roberta Mendonça.

Com o troféu na mão e o dinheiro na conta, a equipe colocou a mão na massa. Em outubro de 2013, os alunos iniciaram a construção de uma casa de 24m² – incluindo uma sacada – no campus da FATEC de Presidente Prudente, com o uso de 4 mil garrafas PET preenchidas com areia lavada e solo cimento (uma mistura de terra com 10% de cimento), que substituíram os tijolos desde as fundações até o teto. A estrutura da edificação, como as colunas de sustentação, é a mesma de uma residência de alvenaria. “Da maneira como foi feita, a obra fica tão resistente quanto as casas comuns”, explica a professora Camila Pires Cremasco Gabriel, da UNESP de Tupã, uma das coordenadoras do projeto.

Foto: Divulgação/3M

Além da reciclagem das embalagens PET, outro grande benefício do projeto implementado pelos alunos da FATEC é a economia. Enquanto uma obra com as mesmas medidas erguida com tijolos gasta 10 sacos de cimento, a CASA PET só precisa de quatro. Contabilizando a mão de obra, material e acabamento (pintura, instalações elétrica e hidráulica) o custo foi de R$ 15 mil, ou seja, 30% a menos do que seria gasto em um projeto igual com uso dos materiais tradicionais.

“O projeto CASA PET é de fundamental importância, pois prova que uma construção ecologicamente correta feita de embalagens PET é uma alternativa econômica viável e que pode ser utilizada por pessoas de baixa renda”, avalia Camila.

Fotos: Divulgação/3M

As vantagens não param ai. Além da economia, a estimativa é que os cômodos que substituem tijolos por garrafas PET sejam 20% mais frescos. Isso porque as paredes são bem mais espessas: 35 cm de largura, enquanto as convencionais têm, em média, 13 cm. “Com a obra concluída e entregue, o grupo de estudantes começa agora a fase de medições de temperatura dentro da residência, com o objetivo de comprovar esta tese. Esse trabalho deverá ser concluído no segundo semestre de 2015”, completa Camila.

Desde sua criação, o Prêmio Instituto 3M para Estudantes Universitários já ajudou a tirar do papel várias ideias inovadoras. Uma delas, por exemplo, é o Projeto Bambu, desenvolvido por alunos da UNESP de Bauru, com o objetivo de capacitar agricultores da cadeia produtiva do bambu a gerarem renda por meio da produção de artesanato. A 6º edição do concurso ocorrerá no primeiro semestre de 2015 para estudantes universitários de todo o país.

Fonte: Ciclo Vivo

25/10/2014

Aposentado constrói casa sustentável com menos de R$ 600


O professor aposentado Michael Buck juntou diversos materiais reciclados para erguer sua própria casa, uma pequena toca segura e confortável na cidade de Oxfordshire, na Inglaterra. Na construção, o professor gastou apenas 150 libras (o equivalente a 575 reais), apostando seu tempo livre e sua criatividade para erguer a nova residência, localizada em meio a uma área verde do município britânico.


Buck tinha 59 anos quando deu início à construção, baseada numa técnica milenar denominada COB, que utiliza apenas terra, areia e palha para erguer as estruturas. Mesmo com a simplicidade dos materiais, as construções baseadas na antiga técnica são resistentes ao fogo e aos abalos sísmicos. Segundo informou oCatraca Livre, um dos objetivos do britânico era mostrar para as pessoas que, para ter uma moradia, não é necessário gastar muito dinheiro e nem prejudicar o meio ambiente.


Antes de colocar a mão na massa para erguer a estrutura, o professor passou cerca de dois anos coletando resíduos possíveis de serem reaproveitados. Na lista de materiais, constam ripas de madeira, pedaços de ferro, vidros retirados da janela de um caminhão velho e o assoalho de um barco abandonado no quintal de seu vizinho.


Na casinha de Buck, as refeições são preparadas num fogão a lenha, que também serve de aquecedor para os ambientes durante os dias mais frios. Um rio que corre nas proximidades da residência fornece a água utilizada na casa, por meio de um sistema de encanamento convencional. Outro exemplo de arquitetura de baixos custos e com reaproveitamento de materiais é um centro comunitário autossustentável construído com garrafas plásticas, pneus e outros resíduos sólidos, que irá atender à população do Malawi, na África.

Fonte: CicloVivo