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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

15 de ago de 2018

Empresas Criam Canudos Cosmetíveis


Empresas criam canudos comestíveis
A sustentabilidade está assumindo um grande papel nas relações entre empresas e consumidores. A todo momento, vemos iniciativas de mudanças bastante significativas em desenvolvimento e aplicação de produtos ecologicamente adequados. Agora, duas empresas lançaram linhas de canudos comestíveis, que utilizam produtos naturais.

Vamos abordar neste artigo, este novo e curioso produto, que respeita o meio ambiente e certamente vai conquistar consumidores no mundo inteiro!
Canudos comestíveis: responsabilidade, criatividade e inovação

Desenvolvidos por uma empresa norte-americana e uma espanhola, foram lançados no mercado como duas iniciativas inovadoras. E inclusive com apelo ecológico correto.

Canudos comestíveis são excelentes pedidas para evitar poluição. Ainda trazem satisfação e despertam a curiosidade dos consumidores por poderem degustar o produto.

A empresa Loliware, dos Estados Unidos, já havia inovado com a criação de copos comestíveis, e agora, lança os canudos comestíveis compostos por algas marinhas, em diversos sabores.

Essa empresa é uma startup que consegue recursos via campanhas de crowdfunding, que vem obtendo sucesso por apresentar projetos ecológicos e inovadores, como esses canudos comestíveis em cinco sabores.

O uso da alga marinha permite a absorção de gás carbônico enquanto estão sendo produzidas. Isso contribui para pequena melhora na qualidade do ar e ainda tem a característica de se decompor com facilidade, auxiliando na redução da poluição ao meio ambiente..

Já a empresa Sorbos, da Espanha, também lançou seus canudos comestíveis e biodegradáveis à base de açúcar, gelatina bovina e amido de milho, disponíveis em seis sabores diferentes.

Resultado de imagem para canudos comestiveis feito com algas

Esses canudos tem um prazo de vida útil de 25 minutos, após serem utilizados em bebidas frias (temperatura ambiente) e por uma hora em bebidas geladas, sem alterar o gosto original das bebidas.

Após ser premiada na Espanha em categorias de inovação e sustentabilidade, essa startup vem conseguindo atender os mercados da Alemanha, França, Itália e Portugal.

Muito mais que canudos comestíveis
Os canudos não são os únicos produtos descartáveis que já contam com suas versões comestíveis. Diversos outros produtos já existem ou estão sendo desenvolvidos desenvolvidos com este objetivo. Conheça alguns deles a seguir:
Copos comestíveis

Também lançados pela Loliware, são produzidos à base de caldo de cana evaporado e pectina natural, disponíveis em cinco sabores e são biodegradáveis;
Xícara comestível

Desenvolvida por Venezuelanos para a marca Café Lavazza. Produto composto por açúcar de confeiteiro e tem resistência a temperaturas das bebidas;
Pratos comestíveis

Desenvolvidos na Inglaterra, são compostos por massa de pão e estão disponíveis em oito sabores;
Colheres comestíveis

Criadas à base de arroz, trigo e painço (que necessita de menos água para ser cultivado). Este produto foi desenvolvido por um indiano, também em oito sabores. Não contém conservantes e, caso não sejam comidas, se decompõem entre 4 e 5 dias, após seu uso.

Considerações finais

A Dehon Plásticos apoia iniciativas como esta, pois acredita na importância da responsabilidade ambiental dentro das empresas. Pensando nisso, como forma de fazer a nossa parte e melhorar o impacto de nossos produtos nas empresas e na sociedade, em breve disponibilizaremos aos nossos clientes, a opção de rótulos biodegradáveis.

Além de minimizar o impacto ambiental dos rótulos, essa iniciativa visa tornar os produtos da sua empresa e a imagem da sua Marca, ainda mais valorizados pelos consumidores.

Fonte: Dehonplast

10 de ago de 2018

Groningen: referência holandesa em mobilidade urbana

Ciclistas em Groningen: cidade holandesa é uma das referências no uso da bicicleta. Image © Claudio Olivares Medina, via Flickr. Licença CC BY-NC-ND 2.0

A cidade de Groningen, localizada ao norte da Holanda, é uma referência internacional em mobilidade urbana. Com pouco mais de 200 mil habitantes, Groningen é considerada como a Capital de Ciclismo daquele país – cerca de 61% de todas as viagens na cidade são realizadas através do uso de bicicletas.

Essa mudança de mentalidade remonta à década de 70, quando as cidades holandesas começaram a ser dominadas por carros e as realidades locais foram alteradas. A tendência era realizar reformas em vizinhanças antigas que pudessem dar espaço ao deslocamento de veículos para o centro.


No caso de Groningen, o caminho almejado era diferente. Max Van den Berg, um político local, surgiu com uma proposta revolucionária e que seria definitiva para a configuração atual da cidade: o Plano de Circulação de Tráfego (Traffic Circulation Plan). A princípio, houve muita resistência em relação as suas ideias, principalmente por parte das gerações mais antigas, contudo o Plano foi aprovado e colocado em prática.

Sua principal ideia consistia em dividir a área central da cidade em quatro quadrantes (conforme o mapa abaixo), proibindo os motoristas de cruzar seções. Essa condição implica sair da região central e dar a volta no anel exterior à área para poder chegar a outro quadrante.

Fonte: Genos

A medida se mostrou extremamente eficaz para tornar o centro da cidade um ambiente mais agradável e atrativo para os modos ativos de transporte (caminhada e bicicletas). Viagens que de carro demoravam 12 minutos poderiam ser realizadas, através do uso da bicicleta, em somente dois minutos.

Ou seja, além de diminuir o tempo de viagem, o Plano permitiu descongestionar as áreas centrais de um grande fluxo de veículos, promovendo segurança e conforto para aqueles que optam por formas alternativas de deslocamento na cidade.

Confira o vídeo abaixo, que mostra um pouco sobre a dinâmica de mobilidade na cidade de Groningen.
Fonte:Genos.eco     Via TheCityFix Brasil  e Archdaily

17 de mai de 2018

ENERGIA SUSTENTÁVEL: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER

Energia Sustentável: Tudo o que você precisa saber

O que é energia sustentável?

A energia sustentável é a energia obtida a partir de recursos inesgotáveis. Por definição, a energia sustentável atende às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem as suas necessidades.


As principais fontes de energia sustentável

Tecnologias de energia sustentável incluem energia hidroelétrica, energia solar, energia eólica, energia das ondas, a energia geotérmica, a bioenergia, a energia das marés e também as tecnologias destinadas a melhorar a eficiência energética.


Como a energia sustentável pode ajudar nas cidades?

As energias sustentáveis como eólica, solar, hidrelétrica e biomassa - oferecem benefícios substanciais para o nosso clima, a nossa saúde e a nossa economia:


a) Pouca ou nenhuma emissão de gases tóxicos e de aquecimento global

– As fontes de energia sustentável praticamente não emitem gases ou geram resíduos que fazem mal para a nossa saúde. Imagine uma cidade toda com carros elétricos? Como seria a qualidade do ar?!

b) Uma fonte de energia enorme e renovável

– Você sabia que somente o potencial de energia solar no Brasil, se fosse todo aproveitado, seria suficiente para gerar mais de 10 vezes a energia que todos nós consumimos! Sabendo que esta fonte de energia sustentável é renovada anualmente, teríamos energia para sempre sem nos preocuparmos nunca mais.

c) Autoprodução: a independência Energética

- Se você possui um gerador de energia solar em sua empresa ou casa, não precisa mais se preocupar com o preço da sua conta de luz. Você é um autoprodutor e conquistou a sua independência energética.

d) Uma rede de energia mais confiável e segura

– Fontes como a Solar ou Eólica são menos propensas a falhas em grande escala, porque elas são distribuídas e modulares. Os sistemas estão espalhados por uma grande área geográfica (como no telhado das casas ou empresas), de modo que um evento de tempo severo, como uma tempestade em um local específico, não vai cortar a energia para toda uma região.

Os prós e contras da energia sustentável

Solar Fotovoltaica

Contra: Investimento inicial alto, similar ao valor de um carro usado;
Pró: Energia limpa, renovável e abundante a partir do sol
Pró: Alta durabilidade, dura mais de 25 anos;
Pró: Valoriza a sua casa ou marca de sua empresa;
Pró: Permite que você se torne independente energeticamente

Energia Eólica:

Contra: Locais de geração normalmente longes do ponto de consumo. Ex: Parque eólicos afastados de cidades.
Pró: Impacto ambiental mínimo, mas em áreas com aerogeradores alguns acidentes podem acontecer com pássaros.
Pró: Geração de empregos
Pró: Energia Limpa e renovável, proveniente da força dos ventos.
Pró: Preço da energia altamente competitivo


Energia Hidroelétrica:

Contra: Sazonal – quando chove pouco acaba a energia
Pró: Abundante no Brasil e não emite gases do efeito estufa
Pró: O reservatório de água de uma hidrelétrica serve como uma bateria. Armazena água para gerar energia quando é necessário.

Qual é a melhor forma de se utilizar as energias sustentáveis?

Resposta: Em combinação umas com as outras, diversificando a matriz energética. Já temos muitas usinas hidrelétricas e quando chove pouco acaba a energia, ou seja, somos altamente dependentes de chuvas. Se investirmos mais em energia solar e eólica podemos aproveitar estes períodos de secas para gerar a nossa energia com o sol ou o vento e economizar água. Desta forma seria possível equilibrar a balança energética brasileira minimizando ou extinguindo problemas de secas nos reservatórios ou grandes apagões.

A energia sustentável no mundo

Você sabia que:

Em 2012 a Organização das Nações Unidas - ONU elegeu 2012 como o Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos, no mesmo ano que aconteceu a Rio+20.
De acordo com um estudo americano do ‘Brookings Institute’, a energia sustentável cria até 3 vezes mais empregos do que os combustíveis fósseis.
De acordo com o mesmo estudo, o salário das pessoas que trabalham com energia sustentável é, em média, 13% maior em relação a média nacional.
O setor de energia sustentável no Brasil está crescendo, em média, 20% ao ano. O de energia solar deve crescer por volta de 300% em 2016 e continuar um crescimento acelerado nas próximas décadas.

Incentivos ao uso da energia sustentável no Brasil

                              
A ANEEL criou em 2012 a RN482/12 que regula o mercado de sistema de energia sustentável conectados na rede elétrica. Desta forma incentivando o uso dessas fontes no Brasil.

Basicamente a regulamentação normativa 482 de 2012 permite você trocar créditos de energia coma a rede da distribuidora, assim produzindo a sua própria energia elétrica e o excesso vira um crédito para ser utilizado em um dia que seu sistema produza pouca energia (como durante a noite que não tem sol ou em um dia que não tenha vento – no caso da eólica).

Este foi sem dúvida o maior e mais importante incentivo ao uso de energias sustentáveis no Brasil. Este sistema de “compensação de créditos” criado pela ANEEL baseia-se nos modelos internacionais utilizados na Europa, EUA, Austrália, Índia e Ásia como um todo.


Fonte: Portal Solar

14 de mai de 2018

Como a iluminação LED pode comprometer a sua saúde

Pode a luz afetar sua saúde? Nesta entrevista, o Dr. Alexander Wunsch, um especialista da classe mundial em fotobiologia, compartilha os perigos ocultos da iluminação por LED (light-emitting diode - diodo emissor de luz) que a maioria das pessoas não conhece.

Na verdade, isso poderia ser uma das entrevistas em vídeo mais importantes feitas pelo Dr. Mercola mostrando  ea iluminação com lâmpadas LED causam enormes impactos - não apenas na prevenção da cegueira à medida que envelhece, mas também é um fator de risco oculto para sabotar sua saúde.

Em grande parte, como resultado da eficiência energética, houve uma grande transição para o uso do LED como fonte primária de luz interna. A este respeito, funcionou como por encanto, reduzindo os requisitos de energia em até 95% em comparação com as fontes de iluminação analógicas incandescentes.


No entanto, o calor gerado pelas lâmpadas incandescentes, que é a radiação infravermelha, é realmente benéfico para a sua saúde e, portanto, vale a pena o custo extra.

Há grandes desvantagens no uso de lâmpadas LED que não são totalmente apreciados. A iluminação por LED, pode na verdade, ser uma das exposições de radiação EMF não nativas mais importantes a que você está exposto diariamente.

Se você optar por ignorar esses novos insights, isso poderá ter ramificações de longo prazo muito sérias. Pode levar à degeneração macular relacionada à idade (DMRI), que é a principal causa de cegueira nos Estados Unidos e em outros lugares.

Outros problemas de saúde enraizados na disfunção mitocondrial também podem ser exacerbados, e estes variam de desordem metabólica a câncer.

O que é luz?

A definição de luz, aplicada a fontes de luz artificial, é bastante distinta. A luz visível se encontra apenas entre 400 nanômetros (nm) e 780 nm, mas "luz" é na verdade mais do que apenas o que seu olho pode perceber. Como explicado por Wunsch:

"Quando olhamos para a luz solar, temos uma faixa espectral muito mais ampla, algo em torno de 300 nm até 2.000 nm. Para nosso cálculo de eficiência de energia, faz uma grande diferença se estamos falando dessa ampla faixa natural ou se estamos falando apenas sobre ... o desempenho da visão

A definição de que estamos apenas olhando para a parte visível do espectro [dada nos anos 1930] ... levou ao desenvolvimento de fontes de luz energeticamente eficientes como as lâmpadas fluorescentes ou o que temos hoje em dia, as fontes de luz LED, porque eles são apenas energeticamente eficientes contanto que você leve em conta a parte visível do espectro.

Por exemplo, [lâmpadas proporcionando] fototerapia com luz vermelha pode ser usada em terapia médica para aumentar a circulação sanguínea, e esta é somente uma parte que estamos tirando enquanto nós apenas olhamos para a parte visível.

Os físicos acham que a radiação infravermelha é apenas um resíduo térmico. Mas do ponto de vista de um médico, isso não é absolutamente verdade. Nos últimos 30 anos, houve centenas de artigos científicos publicados sobre os aspectos benéficos de uma determinada parte do espectro, que é chamado de infravermelho próximo ou infravermelho. "

O que torna o infravermelho próximo tão especial?

Você não pode sentir o "near-infrared" como calor e não pode vê-lo, mas tem um grande impacto benéfico em termos de saúde. Near-Infrared é o que falta em fontes de luz artificiais, não térmicas, como o LED.

Há também uma diferença entre formas analógicas e digitais de fontes de luz, e essa diferença é outra parte da complexidade. Em essência, há duas questões separadas, mas relacionadas: o problema da fonte de luz analógica versus digital e as diferenças de comprimento de onda espectral.

Começando com o último, quando você olha para o espectro do arco-íris, a parte visível da luz termina em vermelho. Infravermelho-A ou "Near-Infrared" (near-infrared ou infravermelho próximo) é o começo do espectro de luz invisível após o vermelho. Este, por sua vez, é seguido por infravermelho-B (mid-infrared ou infravermelho médio) e infrared-C (far-infrared ou infravermelho distante).

Enquanto eles não podem ser vistos, a faixa média e distante de infravermelho pode ser sentida como calor. Isto não se aplica ao infravermelho-A, no entanto, pois tem um comprimento de onda entre 700 e 1.500 nm.

"Aqui você tem apenas uma absorção muito baixa pelas moléculas de água, e esta é a razão pela qual a radiação tem uma transmitância muito alta", diz Wunsch.

"Em outras palavras, ela penetra muito profundamente em seu tecido, de modo que a energia se distribui em um grande volume de tecido. Este infravermelho próximo A ou "near-infrared" A não está aquecendo o tecido, logo você não vai sentir qualquer efeito de calor diretamente.

Isso muda significativamente quando aumentamos o comprimento de onda, digamos, para 2.000 nm. Aqui estamos na faixa de infravermelho-B e isso já é sentido como calor. E de 3.000 nm para o comprimento de onda mais longo, temos absorção quase total, principalmente pela molécula de água, e isso é sentido como aquecimento ".

Near-infrared ou Infravermelho Próximo é Crítico para a Saúde Mitocondrial e dos Olhos. O alcance do near-infrared afeta sua saúde de várias maneiras importantes. Por exemplo, ajuda a preparar as células da sua retina para reparo e regeneração.

Como os LEDs praticamente não possuem infravermelho e sim um excesso de luz azul que gera espécies reativas de oxigênio (ROS), isso explica por que os LEDs são tão prejudiciais para os olhos e para a saúde geral.

Os cromóforos são moléculas que absorvem a luz. Há uma janela de tecido ótico que varia de 600 a 1.400 nm, o que significa que ela é quase completamente coberta pela parte infravermelha do espectro. Esta janela de tecido ótico permite que a radiação penetre vários centímetros ou pelo menos uma polegada ou mais no tecido.

Cromóforos são encontrados em suas mitocôndrias e em moléculas de água ativadas. Em sua mitocôndria, há também uma molécula específica chamada citocromo c oxidase, que está envolvida na produção de energia dentro da mitocôndria. O trifosfato de adenosina (ATP) - energia celular - é o produto final.

O ATP é o combustível de que suas células precisam para todas as suas variadas funções, incluindo transporte de íons, síntese e metabolismo. Notavelmente, seu corpo produz seu peso corporal em ATP todos os dias. E, enquanto você pode sobreviver por vários minutos sem oxigênio, se toda a produção de ATP parasse de repente, você morreria em 15 segundos.


A iluminação desempenha um papel importante na produção de energia biológica. É por isso que esta questão da iluminação é tão importante. A luz é uma parte da equação da produção de energia biológica extremamente mal compreendida e negligenciada, especificamente no nível de ATP mitocondrial. Como explicado mais adiante por Wunsch:

"O citocromo c oxidase, que é essa absorçao da molécula de luz, o último passo antes do ATP ser finalmente produzido na mitocôndria. Aqui temos esse ponto de inflexão onde a luz em uma faixa de comprimento de onda entre 570 nm e 850 nm é capaz de impulsionar a produção de energia, especialmente nas células, quando a produção de energia se esgota.

Sabemos hoje que muitos sinais de envelhecimento, por exemplo, são conseqüência de um funcionamento mitocondrial prejudicado, e por isso temos uma ferramenta muito interessante para melhorar o estado de energia em nossas células, nas mitocôndrias em nossas células e não apenas na superfície, mas também nas profundidades do tecido. Este é um aspecto importante, e existem centenas de artigos publicados sobre esses efeitos positivos.

Saunas infravermelhas são outra maneira magnífica de nutrir seu corpo com luz infravermelha. Mas não apenas qualquer sauna infravermelha. A maioria oferece apenas "Far-infrared"infravermelho FAR que não é um espectro completo. A maioria também emite EMF's não-nativos perigosos. Então você precisa de um que emita baixo ou nenhum EMF não-nativo.

Depois de procurar por um longo tempo, finalmente encontrei um quase perfeito e espero que tenha minhas especificações personalizadas feitas em alguns meses. E deve custar menos de US $ 1.000. Então fique atento para este desenvolvimento emocionante.

Cicatrização de Feridas e Procedimentos Anti-Envelhecimento Utilizam o "Near-Infrared".

Espectros complementares em fototerapia - Princípios básicos e aplicações práticas. do Dr. med. Alexander Wunsch no Vimeo.

Estes efeitos benéficos podem ser observados na cicatrização de feridas e em procedimentos anti-envelhecimento onde o "Near-infrared" é empregado. Como o citocromo C oxidase é responsável pelo aumento da produção de ATP (Trifosfato de Adenosina), a célula tem um melhor suprimento de energia, o que permite um melhor desempenho, e isso é verdade, não importando onde a célula esteja.

Isso significa que as células do fígado com mais ATP serão capazes de desintoxicar seu corpo com mais eficiência; Os fibroblastos em sua pele serão capazes de sintetizar mais fibras de colágeno e assim por diante, porque o ATP é crucial para todas as funções celulares. Wunsch expande isso ainda mais na palestra acima.

De acordo com Wunsch, um terço da energia que seu corpo requer para manter o equilíbrio térmico vem dos alimentos que você come. Os elétrons transferidos dos alimentos, principalmente as gorduras e os carboidratos, são finalmente transferidos para o oxigênio e geram ATP. Quanto mais próximo do infravermelho você chegar, menos energia nutricional será necessária para manter a homeostase térmica.

Dito isso, uma diferenciação está em curso. A maior parte da energia METABICICAMENTE USADA provém de alimentos. Mas também existe um aspecto termodinâmico. Manter uma temperatura normal do corpo (37 graus ou 98,6 graus F) envolve dois mecanismos: produção de energia em sua mitocôndria a partir de alimentos e energia fotônica (radiação infravermelha próxima da luz solar e lâmpadas incandescentes) que é capaz de penetrar profundamente em seu tecido. , mesmo através da roupa.

"A radiação pode entrar no seu corpo e depois ser transformada em comprimentos de onda mais longos na parte infravermelha. Eles são muito importantes para suportar o nível de temperatura, o nível de energia térmica, que é um aspecto crucial. Muita energia vem sob a forma de radiação e isso está apoiando nosso equilíbrio térmico ", explica Wunsch.

A principal mensagem aqui é que a produção de energia do seu corpo envolve não apenas a ingestão de alimentos. Você também precisa de exposição a certos comprimentos de onda de luz para que seu metabolismo funcione de forma otimizada. Esta é mais uma razão pela qual a exposição ao sol é tão importante para a saúde ideal.

Iluminação analógica versus digital

As lâmpadas LED são uma forma de iluminação digital não térmica, enquanto as lâmpadas incandescentes e as halogênicas são fontes de luz térmica analógicas.

"Para um sistema de mudança de cor, você tem três LEDs diferentes, um LED vermelho, um verde e um azul, e a intensidade desses três canais coloridos deve ser alterada para obter um uso de cores diferente, que é percebido pelo olho no final. O controle da intensidade de saída de um LED é realizado de forma digital, pois é muito difícil ter uma intensidade baixa em muitas etapas diferentes.

O escurecimento dos LED's é realizado por meio da chamada modulação de largura de pulso, o que significa que os LED's ligam para a intensidade total e, em seguida, desligam totalmente e, em seguida, ligam novamente. Então, temos a constante ligada e desligada em freqüências, que são mais altas do que os nossos olhos são capazes de discriminar. Mas no nível celular, ainda é perceptível para as células.

Isso causa uma cintilação, o que não é perceptível, digamos, para 90% da população. Mas ainda é biologicamente ativo. E cintilação é algo que é muito prejudicial para a sua biologia. "

Apesar de se tratar aparentemente de um simples desconforto visual, já ficou demonstrado que pode atingir o Sistema Nervoso Central, e provocar disfunções Neurológicas. No mínimo, a cintilação causa dificuldades para ler, incômodo visual, dor de cabeça, cansaço visual, estresse mental, perda de concentração, etc.

Se você tiver idade suficiente para lembrar das TV's mais antigas que tinham uma cintilação intensa e visível, já deve ter passado por isso. Modernos ecrãs planos não têm brilho perceptível, porém continuam a ligar e desligar. Os cientistas estão agora tentnado desenvolver sistemas capazes de transmitir informações através de cintilação de alta frequência na iluminação LED para substituir o sistema LAN sem fio. De acordo com Wunsch, isso é uma ideia muito ruim do ponto de vista da saúde.

"Esses LEDs são chamados de cavalos de Tróia porque parecem tão práticos, parecem ter muitas vantagens, economizam energia, são sólidos e muito robustos. Então colocamos em nossas casas. Mas não estamos cientes de que eles tem muitas propriedades de roubo de saúde, que são prejudiciais à sua biologia, prejudiciais à sua saúde mental, prejudiciais à saúde da retina e também prejudiciais à sua saúde hormonal ou endócrina ”.

Infelizmente, o uso de LEDs foi exigido pela política federal nos EUA e em grande parte da Europa, na tentativa de economizar energia. Agora, também no Brasil. Embora indiscutivelmente eficaz a esse respeito, o impacto biológico desses bulbos tem sido completamente ignorado e, ao exigi-los, as opções foram restringidas.

Entendendo os perigos dos LEDs

Entender como os LEDs podem prejudicar sua saúde começa com o reconhecimento de que a luz emitida por uma lâmpada LED é de uma qualidade diferente de uma fonte de luz natural. Normalmente, uma fonte de luz natural é um radiador de corpo preto que emite todos os tipos de comprimentos de onda de uma maneira mais ou menos contínua.

LEDs são lâmpadas fluorescentes, consistindo de um LED azul, um LED de driver e uma folha fluorescente que cobre o LED azul, transformando parte da luz azul em comprimentos de onda maiores, criando assim uma luz amarelada. A luz amarelada da camada fluorescente combina com a luz azul residual a uma espécie de luz esbranquiçada, uma grande parte da qual é uma luz azul agressiva.

"O azul tem a energia mais alta na parte visível do espectro e produz, infunde, a produção de ROS, de estresse oxidativo", diz ele.

"A luz azul causa ROS (espécies reativas de oxigênio) em seu tecido, e esse estresse precisa ser balanceado com o infravermelho próximo que não está presente nos LEDs. Precisamos ainda de mais regeneração da luz azul, mas a parte regenerativa do espectro não é encontrada no azul , no comprimento de onda curto, é encontrado na parte de comprimento de onda longo, no vermelho e no infravermelho próximo, de modo que a regeneração do tecido e a reparação do tecido resultam dos comprimentos de onda que não estão presentes em um espectro de LED.

Aumentamos o estresse na parte de comprimento de onda curto e reduzimos a regeneração e o reparo na parte de comprimento de onda longo. Este é o problema primário, e não temos esse tipo de qualidade de luz na natureza. Isso tem consequências. O estresse tem consequências na retina; tem consequências em nosso sistema endócrino ".

Você provavelmente já sabe que a luz azul da noite reduz a produção de melatonina em sua glândula pineal. Mas você também tem células em sua retina que são responsáveis pela produção de melatonina para regenerar a retina durante a noite.

Se você usar luzes LED após o pôr do sol, você reduz as capacidades de regeneração e restauração de seus olhos. Desnecessário será dizer que, com menos regeneração, você acaba com degeneração. Neste caso, a degeneração pode levar à DMRI, que é a principal causa de cegueira entre os idosos. No entanto, e isto é o que a maioria não consegue apreciar, a exposição à luz LED que não é equilibrada com a luz solar total carregada com as partes vermelhas do espectro é sempre prejudicial para a sua biologia. Só mais a noite.

Resumindo, o principal problema com os LEDs é o fato de que eles emitem principalmente comprimentos de onda azuis e não têm as freqüências de infravermelho próximo regeneradoras e curativas. Eles têm muito pouco vermelho e nenhum infravermelho, que é o comprimento de onda necessário para reparo e regeneração.

Quando você usa essas freqüências baixas agressivas - luz azul - cria ROS que, quando geradas em excesso, causam danos. Portanto, ao usar LEDs, você acaba com um aumento de danos e diminui o reparo e a regeneração.

Existem LEDs saudáveis?

Há uma ampla gama de luzes LED no mercado hoje em dia. Alguns são brancos frescos, outros são brancos quentes, por exemplo. O primeiro emite quantidades maiores de luz azul prejudicial. Os LEDs quentes podem enganar, pois emitem uma luz de aparência quente, mas na verdade não possuem o comprimento de onda vermelho. O calor vem de mascarar o azul com grandes quantidades de amarelo e laranja.

Há também LEDs disponíveis com menos azul, que estão mais próximos da distribuição espectral das lâmpadas incandescentes em relação à parte azul do espectro. Infelizmente, sem ferramentas para medi-lo, você não saberá exatamente o que está recebendo. Isto está em nítido contraste com uma lâmpada incandescente, onde você sabe exatamente que tipo de espectro de luz está obtendo.

"Com o LED, o leigo não é capaz de dizer se é um espectro sob medida, onde você tem a parte azul apenas mascarada por partes excessivas de outras regiões espectrais", diz Wunsch. "Existem diferentes tecnologias ... Soraa, por exemplo, tem LED driver violeta, não azul ... Por sua tecnologia, o vermelho é um pouco mais enfatizado em comparação com os LEDs fluorescentes de luz branca padrão.

Portanto, há de fato tipos melhores e piores de LED ao redor. Mas a distribuição espectral é apenas uma coisa… Estamos interessados no R9, que representa os vermelhos completos. Esta informação é dada às vezes no pacote. Você tem, por exemplo, CRI, que é o índice de representação de cores de 95 com um R9 de 97 ou mais. Este é o único sinal para o cliente de que você tem um alto nível ou um alto índice para o R9.  " (RI - Índice de reprodução da Cor.)

Como identificar um LED mais saudável

Então, ao comprar LEDs, uma maneira de obter uma luz mais saudável é olhar para o CRI. A luz do sol é o padrão ouro e tem um CRI de 100. Então, faça lâmpadas incandescentes e velas. O que você está procurando é uma luz que tenha um CRI R9 (full red spectrum) de cerca de 97, que é o mais próximo que você chegará de uma luz natural com um LED. Outro fator a ser observado é a temperatura de cor. Existem dois tipos diferentes de temperatura de cor:

1. Temperatura de cor física, que significa a temperatura da sua luz em graus Kelvin (K). Isso se aplica à luz solar, luz de velas, lâmpada incandescente e halogênicas. O que isto significa é que a fonte em si é tão quente ao toque quanto a temperatura de cor dada.

O sol, por exemplo, que tem uma temperatura de cor de 5.500 K, tem uma temperatura de 5.500 K em sua superfície, onde você realmente tocaria o sol. As lâmpadas incandescentes têm um máximo de 3.000 K, pois o filamento derreteria se a temperatura subisse mais.

2. Temperatura de cor correlacionada. Esta é uma medida que informa como a fonte de luz aparece para o olho humano. Em outras palavras, é uma medida comparativa. Uma temperatura de cor correlacionada de 2.700 K significa que se parece com uma fonte de luz natural com uma temperatura de cor física de 2.700 K.

O problema aqui é que, embora essa luz pareça o mesmo que uma luz natural, ela não tem a mesma qualidade, e seu corpo, no nível celular, não se deixa enganar pelo que seu olho vê. No nível celular, e no nível da retina, a maior parte da luz ainda é fria, branco-azulada, apesar de seu calor aparente e visível.

As lâmpadas incandescentes têm uma temperatura de cor de 2.700 K, enquanto os LEDs podem chegar a 6.500 K - o LED branco realmente brilhante. Neste caso, quanto mais próximo estiver de incandescente, melhor. Por último, há o componente digital, que é praticamente inevitável, não importa o quê. Para determinar quão bom ou ruim é um determinado LED:

"Você teria que medir de alguma forma se o LED produz ou não cintilação. Dois, três anos atrás, teria sido muito mais fácil porque a câmera de um smartphone mais antigo não era tão alta tecnologia como é hoje. Com um smartphone antigo, quando você olha para a fonte de luz, você pode ver essas linhas errantes, assim você pode detectar se a fonte de luz está piscando ", explica Wunsch.

Uma maneira mais simples seria comprar um detector de cintilação, que está disponível de forma bastante barata. Outra maneira de determinar a taxa de cintilação seria usar o modo de câmera lenta em sua câmera. Grave a fonte de luz no modo de câmera lenta e verifique a cintilação visível.

Infelizmente, nem sempre funciona. Algumas câmeras e smartphones mais novos possuem um algoritmo integrado que detecta a frequência de oscilação e altera a velocidade do obturador de acordo para melhorar a gravação, eliminando assim a interferência. Se sua câmera tiver esse algoritmo, ele não gravará uma cintilação visível, mesmo que esteja lá.

Soluções mais saudáveis

As pessoas gostam de estar na vanguarda da tecnologia e rapidamente mudaram todas as lâmpadas incandescentes para iluminação LED. Agora percebem a enormidade do erro cometido, mas na época - voltando quase 10 anos atrás - éramos completamente inconscientes de que isso poderia ter consequências para a saúde. Antes disso, usávamos lâmpadas fluorescentes de espectro total, o que é igualmente enganoso, já que é um espectro completo apenas no nome.

Agora as pesquisas estão demostrando que a exposição à luz do LED é um perigo muito sério, especialmente se você estiver em uma sala sem luz natural. Os riscos biológicos são um pouco mitigados se você tiver bastante luz solar fluindo pelas janelas. À noite, os LEDs se tornam um perigo maior, não importa se você está em uma sala sem janelas ou não, já que não há luz infravermelha contrabalançada.

Não podemos trocar as lâmpadas LED por incandescentes que não possuem nenhum revestimento que altere seus comprimentos de onda benéficos já que nosso governo as tirou do mercado brasileiro. O conselho é: caso encontre lâmpadas incandescentes no mercado, compre-as todas, e volte para as lâmpadas incandescentes.

Apenas lembre-se de obter incandescentes que são cristalinas e não revestidas com branco para liberar uma luz branca fria. Você quer uma fonte de luz analógica térmica incandescente de 2.700 K. Na verdade, velas sem perfume seriam ainda melhores. Esteja particularmente atento a usar apenas esse tipo de luz à noite. Depois do pôr do sol, é bom usar óculos de bloqueio azul.

"Definitivamente é uma boa idéia manter longe os comprimentos de onda curta à noite, após o pôr do sol. Também é uma boa idéia não intoxicar seu ambiente com muita luz. Sabemos que os níveis de luz artificial durante a noite atingiram uma intensidade insana. A intensidade da vela, por exemplo, é absolutamente suficiente para orientação.

Se você tiver que ler à noite, use uma lâmpada halôgena incandescente de baixa voltagem, que é operada em um transformador de corrente contínua. A corrente contínua eliminará toda a eletricidade suja e eliminará toda a cintilação.

Existem transformadores disponíveis onde você pode ajustar a saída entre 6 volts e 12 volts. Contanto que seja corrente contínua, não há oscilação, não há eletricidade suja e você pode reduzir a intensidade da lâmpada de halogênio para uma temperatura de cor comparável à da luz de velas. Esta é a luz elétrica mais suave e saudável que você pode obter no momento ", observa Wunsch.


As lâmpadas halógenas de baixa tensão também são muito eficientes em termos energéticos - até 100% mais eficientes energeticamente do que a lâmpada incandescente padrão. Só não se esqueça de operá-la em DC. Luzes incandescentes, incluindo halógenas, podem ser operadas tanto em corrente alternada como em corrente contínua, mas quando se opera em corrente alternada, você acaba gerando eletricidade suja, explica Wunsch. Em DC, você não recebe nenhum eletrogmáco com halogênio de baixa voltagem.

Comparações de Luz

O gráfico a seguir ilustra as diferenças no espectro de cores entre uma luz incandescente, que tem muito pouco azul, em comparação com a luz fluorescente e o LED branco.


O gráfico a seguir ilustra as diferenças entre a luz do dia, incandescente, fluorescente, halógena, LED branco frio e LED branco quente. Como você pode ver, há uma tremenda diferença entre o LED incandescente e o quente. Enquanto eles podem parecer o mesmo a olho nu, não há comparação quando se trata de suas reais qualidades de luz.


Olhando para as diferenças espectrais entre lâmpadas incandescentes e de halógenas, parece não haver diferença alguma. Para elucidar a disparidade, Wunsch fez algumas medições de lâmpadas incandescentes e halógenas usando seu espectrômetro UPRtek MK350S. As diferenças são quase imperceptíveis, na verdade.


Espectro de uma lâmpada incandescente padrão: Temperatura de cor correlacionada (CCT) = 2890 K.


Espectro de uma lâmpada de halogéneo economizadora de energia: Temperatura de cor correlacionada (CCT) = 2842 K.

Para proteger sua saúde e visão, atenha-se às luzes incandescentes

Os LEDs são um exemplo perfeito de como estamos sabotando nossa saúde com uma tecnologia útil. No entanto, com conhecimento, podemos prevenir proativamente o dano. Em resumo, realmente precisamos limitar nossa exposição à luz azul, tanto durante o dia quanto à noite. Portanto, para uso noturno, troque seus LEDs por lâmpadas incandescentes ou lâmpadas de halogênio incandescentes de baixa voltagem que funcionem com energia CC.

Eu também recomendo fortemente o uso de óculos de bloqueio azul após o pôr do sol, mesmo se você usar lâmpadas incandescentes. Sem essas modificações, a excessiva luz azul dos LEDs e das telas eletrônicas acionará o seu corpo para superproduzir as ROS e diminuir a produção de melatonina, tanto na glândula pineal quanto na retina, o que evitará reparo e regeneração, acelerando a degeneração. da sua visão.

"Uma coisa a enfatizar, não é a luz azul que vem do próprio sol com a qual devemos nos preocupar. É a luz azul, a luz visual singular de alta energia (HEV), que vem da luz não térmica com eficiência de energia fria. Isto é o que causa o problema, não a luz azul que vem junto com comprimentos de onda mais longos em um tipo de coquetel natural que tem o espectro infravermelho benéfico…

A luz é substituta de fontes de luz não térmicas, estes são problemas [de que causa], e você tem que ser inteligente para evitar esses cavalos de Tróia. Se você quiser torná-lo [seguro], fique com as velas, fique com as lâmpadas incandescentes ", diz Wunsch.

Outra alternativa de luz saudável

As velas são ainda uma fonte de luz melhor do que as lâmpadas incandescentes, já que não há eletricidade envolvida e é a luz que nossos ancestrais usaram por muitos milênios para que nossos corpos já estejam adaptados a ela. O único problema é que você precisa ter muito cuidado com o uso de qualquer vela velha, pois a maioria é tóxica.

Como você pode ou não saber, muitas velas disponíveis hoje estão cheias de toxinas, especialmente velas de parafina. Você sabia que a parafina é um subproduto do petróleo criado quando o petróleo bruto é refinado na gasolina? Além disso, um número de agentes cancerígenos e toxinas conhecidos são adicionados à parafina para aumentar a estabilidade da queima, não incluindo o potencial de chumbo adicionado aos mechas, e a fuligem que invade seus pulmões.

Para complicar, muitas velas, parafina e soja, estão corrompidas com tintas e fragrâncias tóxicas; algumas velas de soja são apenas parcialmente soja com muitos outros aditivos e / ou usam soja transgênica. Parece haver uma mentalidade estranha de que a exposição a pequenas quantidades de toxinas é aceitável, mesmo que a exposição seja exponencial ao longo do tempo!

A soja é não-OGM, é de queima limpa sem fumos nocivos ou fuligem, é cultivada nos EUA e é sustentável e renovável. Além disso, devemos usar velas completamente livres de corantes. A soja nestas velas não é testada em animais, é livre de herbicidas e pesticidas. Devemos usar velas livres de ftalatos e parabenos, com cera natural e que reduz o acúmulo de carbono. Você deve pesquisar por velas saudáveis na internet.

Nossa saúde está ameaçada por todos os lados. Toxinas ambientais, alimentos ultraprocessados, CEMs, OGMs subsidiados pelo governo e uma série de outras ameaças nos cercam. Simplesmente não é possível se proteger a menos que você esteja armado com informações de saúde de ponta.

As tarefas mais complexas podem ser facilitadas se você der um passo de cada vez. Como um todo, esse plano de 30 dicas faz um guia abrangente que pode mudar sua vida. Apenas alguns dos tópicos abordados são:
  • O que comer e quando comê-lo
  • Estratégias de exercícios que você pode implementar em sua vida
  • O poder da saúde emocional
  • Melhorar sua saúde com itens essenciais como ar, sol e água
  • Obter um sono reparador para seu corpo

Pode parecer que a saúde e o bem-estar não são mais a norma. Uma epidemia de opióides varre o país, a taxa de obesidade está subindo vertiginosamente, a expectativa de vida está caindo e as doenças crônicas estão crescendo. Nossas comunidades estão sendo prejudicadas em todos os níveis e a única maneira de reverter essas tendências é através da educação e do exemplo pessoal. 

Fonte: Mercola

30 de abr de 2018

Domos geodésicos: O que são e quais suas vantagens para a construção sustentável


O que são os domos geodésicos? 

Os domos geodésicos, também chamados de cúpulas ou abóbadas, podem ser definidos, de forma resumida, como estruturas compostas por uma rede de polígonos, geralmente triângulos, que formam uma esfera, ou parte dela. 

Vantagens dos domos geodésicos: 

– Eficiência Energética: Por ser uma forma esférica os fluxos de ar são circulares, o que torna mais fácil a climatização, e por ter uma cobertura curva, a superfície que enfrenta o sol é menor, por isso não há grandes variações de temperatura no verão e inverno. Além disso, quando comparado com uma estrutura em forma retangular semelhante, a cúpula tem 30 por cento menos de área de superfície, o que significa uma economia de cerca de 30 por cento para aquecimento ou resfriamento. 

– Construção rápida e limpa: É uma estrutura relativamente fácil e rápida de construir e transportar, além disso gera muito menos resíduo que as estruturas tradicionais; 

– Resistência as intempéries: A estrutura é leve e resistente, capaz de resistir a ventos fortes, terremotos e tormentas de neve. 

– Vãos livres: Como a estrutura não possui pilares, há mais espaço livre no interior. 

– Ventilação Natural: Com aberturas bem orientadas, na base, meio e topo, fornece uma excelente mistura do ar e temperatura, e pode funcionar como efeito chaminé. A boa circulação do ar, devido a forma esférica, não permite o estancamento do ar que pode criar proliferação de fungos, bactérias ou umidade. 

– Redução dos custos iniciais: Por necessitar uma menor quantidade de material empregado, há uma redução dos custos de materiais, e também por ser uma estrutura relativamente fácil de montar, há uma redução também nos custos de mão de obra. 

Os domos geodésico na história: 

Os domos geodésicos são estruturas arquitetônicas existentes desde o início da história da humanidade e podem ser encontrados nos mais diversos tamanhos e construídos com diferentes técnicas e materiais, desde as ocas de madeira e barro feitas por diversos povos tribais em todos os continentes até os grandes domos de aço e concreto presentes em estádios, templos e edifícios governamentais em todo o mundo. 

Ainda que possam ser também ovais ou paraboloides, o seu formato mais comum é o da meia-secção da esfera, ou hemisfério (como é o caso da Basílica de São Pedro, no Vaticano, ou do edifício do Capitólio dos Estados Unidos). 

Muitas vezes relacionados a abóboda celeste, ao transcendente ou ao divino, os domos costumavam estar presentes em edifícios de grande importância local, seja por sua relação com a espiritualidade humana, com igrejas templos e mausoléus, seja do ponto de vista político, como em palácios e prédios governamentais. 

Imponentes e majestosos, parte daquilo que historicamente fez com que os domos estivessem presentes em sua maior parte nesse tipo de edificação foi não apenas a sua grandiosidade arquitetônica, mas também a complexidade e o enorme consumo de recursos da sua construção, que exigia materiais robustos como pedras ou o aço e o concreto, e sistemas elaborados de arcos cruzados para sua sustentação. 

Richard Buckminster Füller o pai do domo geodésico: 

Com o desenvolvimento de novos materiais e técnicas de engenharia na moderna era industrial, as vantagens únicas dos domos, capazes de cobrir um grande volume de espaço da forma mais eficiente sem a necessidade de colunas e utilizando o menor volume de material, chamaram a atenção do pensador, arquiteto e inventor norte-americano Richard Buckminster Füller. 

Considerado como o pai do domo geodésico, “Bucky” Füller iniciou sua busca por auxiliar no desenvolvimento de técnicas e soluções tecnológicas que pudessem melhorar a condição humana de forma eficiente ainda na década de 30, tendo como base os conceitos de sinergia e “maximização dinâmica” (elaborado por ele). Nesse sentido, suas ideias já apresentavam alguns vislumbres do conceito de uma arquitetura sustentável e de baixo impacto ambiental décadas antes deste conceito ter sido criado. 

Após diversos estudos e experimentos relacionados a abrigos práticos e que utilizassem a menor quantidade possível de recursos, Fuller elaborou em meados dos anos 40 os princípios geométricos que tornaram possível o desenvolvimento da arquitetura do domo geodésico. Sua base foram as propriedades estruturais dos triângulos e as relações geodésicas dos sólidos platônicos, em especial o icosaedro, princípios a partir dos quais desenvolveu a mais popular e difundida forma de domo geodésico. 

Em 1949, junto de estudantes e professores do Black Mountain College, ergueu a primeira grande estrutura geodésica capaz de sustentar o seu próprio peso para além de qualquer limite prático. Para provar seu conceito, Fuller e diversos alunos participantes do projeto penduraram-se no domo, feito de estreitas barras de alumínio aeronáutico. 
Foto: Hazel Larsen Archer 

Por alguns anos, Fuller construiu e apresentou os seus domos em espaços acadêmicos e feiras de ciência e tecnologia, mas logo a estrutura chamou a atenção dos mais diferentes setores, desde empresários da construção civil e militares norte americanos até os incipientes ambientalistas e permacultores da cultura hippie dos anos 60 e 70. 

Difundida de forma mais intensa nos Estados Unidos, Canadá e partes da Europa ocidental durante as primeiras décadas de sua utilização, a arquitetura geodésica de Fuller foi usada para os mais diferentes propósitos, desde estufas domésticas até planetários astronômicos, mas se tornaria famosa mundialmente através de grandes estruturas, como a Biosphera em Montreal, antigo pavilhão norte-americano da Feira Mundial de 1967 projetado por Fuller, a esfera geodésica com quase 50 metros de diâmetro do Epcot Center ou o Superior Dome em Michigan, em estrutura de madeira com mais de 160 metros de diâmetro e com uma área coberta de mais de 21.000m². 
Pavilhão norte-americano da Exposição Mundial de 1967 
Foto: Cédric THÉVENET – CC BY-SA 3.0 Epcot Center 

Foto: Katie Rommel-Esham CC BY-SA 3.0 us 

Compreendendo a Geometria Geodésica: 

Nos últimos vinte anos, com o auxílio da internet, o desenvolvimento de uma cultura preocupada com soluções sustentáveis e de menor impacto ambiental e a utilização em grandes festivais alternativos, como o Burning Man, no deserto de Nevada, a geometria do domo geodésico de Fuller tem se disseminado mundialmente, levando ao desenvolvimento de novas ferramentas e técnicas que tornam a construção de um domo geodésico um processo acessível mesmo àqueles com menor grau de especialização, já que hoje muitos dos cálculos para o projeto de um domo geodésico podem ser realizados por programas de computador. 
Imagem: Diogo Marques 

Ainda assim, para se construir um domo na prática é importante compreender melhor alguns elementos geométricos utilizados por Bucky Fuller que formam a base da arquitetura geodésica. Para a matemática, o termo geodésia (do grego geo=terra e daiein=dividir) se refere a medições e cálculos realizados sobre superfícies curvas, como a superfície do nosso planeta. Na geometria geodésica, o termo linha geodésica é a linha mais curta que liga dois pontos de uma superfície curva. Quando essa superfície é uma esfera, essa linha forma um arco que cruza um grande círculo da esfera, que é o círculo de maior diâmetro possível naquela esfera, como as linhas de longitude (ou meridianos) e o equador da terra. 

O domo geodésico pode ser definido, de forma resumida, como um poliedro (ou sólido) irregular gerado a partir da projeção das faces de poliedros regulares, composta por elementos triangulares justapostos e organizados de forma que todos os seus vértices sejam congruentes com um grande círculo da esfera. Na geometria, existem apenas cinco poliedros que podem ser inscritos em uma esfera de forma simétrica e regular, de forma que todos os seus vértices sejam congruentes com grandes arcos da esfera, os chamados sólidos platônicos. 

Para que as formas geodésicas mantenham essa característica estrutural própria dos poliedros regulares eles são geradas a partir da projeção das faces de qualquer um desses sólidos nos grandes arcos da esferas em que eles estão inscritos. O número de divisões do arco da esfera determina a frequência (V) da esfera geodésica. Como as projeções geradas a partir do icosaedro possuem a melhor relação entre o volume de material e a área da superfície da estrutura, esse é o sólido mais utilizado atualmente para se construir domos. 

Os domos geodésicos são formados a partir da secção da esfera geodésica em uma de suas frações, mas apenas as geodésicas de frequência par (V2, V4, V6, etc…) terão a bases regular ao serem seccionadas em seus hemisférios. Por esse motivo, os domos geodésicos de frequência par também são mais comuns. A escolha da frequência e da secção a ser feita dependerá do uso que será dado ao domo, e cada projeto exigirá um estudo particular, mas, comumente, utilizam-se frequências menores para domos pequenos e maiores para domos de grande porte. 

Desvantagens dos domos geodésicos: 

– Impermeabilização: Como tem muitas superfícies de interseção em comparação com as estruturas convencionais, a impermeabilização requer mais cuidados pois devem ser impermeáveis, tanto as superficies como suas uniões. 

– Dificuldade de encontrar esquadrias: Portas e janelas devem ser fabricadas especialmente e podem ser mais caras, justamente por serem fora do padrão. – Espaço não utilizado: Sua cobertura circular reduz a altura livre em torno das paredes externas da casa. 

– Valor de revenda: Por não ser uma forma comum para construções, poderá ser mais difícil revender o imóvel. 

Texto: Diogo Marques da Domos Cantareira Domos geodésicos

Fonte: Sustentarqui

14 de mar de 2018

Limpeza pessoal e para sua casa cuidando do meio ambiente

A Empresa 4eco é um grupo de lojas que se juntaram sob um grande objetivo: reduzir o impacto dos recipientes de plástico no meio ambiente. São especialistas em produtos de higiene pessoal e do ambiente desenvolvendo sua atividade profissional através da venda de produtos a granel, na direção oposta às tendências atuais no mercado atual com o uso de contêineres descartáveis. Defendem um consumo responsável e sustentável. Não se trata apenas do uso de um produto, mas de promover uma ideia de consumo sustentável com base nas seguintes premissas:

Informação

Através do site, dos perfis em redes sociais e do atendimento pessoal nos pontos de venda, buscam promover uma ideia de ecologia feita por simples gestos.

Compromisso

Através da venda de produtos a granel e da promoção de um consumo ecológico, evitando assim a criação, distribuição, difusão e armazenamento de recipientes de plástico, que são tão prejudiciais para o ecossistema.

Facilidades

Quase todas as lojas têm um serviço de entrega em domicílio que permite ao consumidor comprar sem sair de casa.

Exemplo

A 4eco, reutiliza tudo o que é possível, os recursos energéticos não são desperdiçados e estão comprometidos com as energias renováveis e o uso de contêineres reciclados, com o objetivo de reduzir o impacto ambiental na expressão mínima.


História da 4eco

A ideia de voltar aos velhos tempos surgiu da cabeça dos sócios fundadores já há algum tempo, dada a quantidade de resíduos gerados na sociedade, e da incapacidade dela para tirar todos os excessos do consumismo desenfreado.

Em 2012 Vitoria-Gasteiz foi nomeada a Capital Verde Europeia.

Como a cidade do nascimento da ideia, foi quando a empresa 4eco começou a tomar mais força e forma, e direcioná-la não só para a não geração de embalagens, mas também para a venda de produtos eco-sustentáveis.

Então, finalmente nasceu em meados de 2013, registrada a empresa, começaram então os procedimentos para a obtenção de distinções e reconhecimento pelo trabalho. O prefeito de Vitoria-Gasteiz compareceu a inauguração apoiando a iniciativa sa Empresa que ele mesmo descreveu como o espírito da Capital Verde.

Em 2014 obtiveram o reconhecimento do conselho da cidade de Vitoria-Gasteiz que os inscreveu no Pacto Verde.

Em 2015, Foram nomeados fornecedores verdes pelo município de Vitoria-Gasteiz.

Em 2016, os nossos produtos têm acesso à distinção do Projeto Econostrum.

Informações Gerais
 

Como saber se o que compramos é realmente Bio?

Na verdade, hoje é tremendamente fácil. Desde 1991, existe uma lei europeia que reserva o termo Bio para produtos de agricultura biológica e certificada como tal (Regulamento CEE nº 2092/91), que foi complementada com outros ao longo dos anos para aceitar também os termos Biológico, ecológico, ecológico, biológico e biodinâmico (CEE nº 1804/99). Embora na Espanha este regulamento tenha sido violado até julho de 2006, hoje, o uso das palavras Bio, Biológico, Eco, Orgânico, Orgânico ou Biodinâmico no produto é uma garantia. Se você não vê nenhuma dessas palavras, você também pode encontrar um dos muitos selos que certificam que é um produto ecológico. Cada um é concedido por um organismo diferente e pode haver algumas diferenças quanto às condições que esses organismos necessitam para conceder o selo, mas em geral, de maneira mais ou menos rigorosa, os requisitos sempre seguem os seguintes objetivos:

• Minimizar o impacto ecológico negativo da produção, seja no campo ou em uma fábrica, no meio ambiente (que inclui a proteção do equilíbrio do ecossistema, a redução de poluentes ao longo do processo de produção, etc.)

• Minimizar o uso de produtos que possam prejudicar a saúde do consumidor, o produtor ou o ecossistema.

• Minimize o uso de produtos GM GMO.

• Evite a dor desnecessária dos animais, respeitando-os durante a sua criação no caso de alimentos com animais ou evitando a sua experimentação (sobre isso, algumas marcas não-ecológicas dizem que não, mas ordenam a experimentação para outros laboratórios).

Vale conferir. Pena que não seja uma Empresa brasileira, mas quem sabe entra logo em nosso mercado?

 


Fonte: 4eco