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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

23 de fev de 2017

Película colocada sobre o telhado promete substituir ar-condicionado com zero consumo de energia

Nos dias quentes é impossível abrir mão de um bom ar-condicionado para suportar as altas temperaturas, seja em casa, no trabalho ou em qualquer outro lugar. Não é verdade?


Por outro lado, não é todo mundo que tem o luxo de possuir um aparelho de ar-condicionado. Alguns por motivos financeiros, outras, mais preocupadas com o meio ambiente, porque o ar-condicionado emite gases causadores do efeito estufa (CO² e HFC), ambos ligados ao aquecimento global.

Para a alegria de muitos, surgiu uma alternativa acessível a todos os bolsos, mais “verde” e tão eficiente quanto ao famoso ar-condicionado tradicional. A invenção é de dois pesquisadores da Universidade do Colorado, que fica nos EUA. Ronggui Yang e Xiabo Yin criaram uma película que é capaz de refrigerar ambientes sem a necessidade de usar gás refrigerador e energia elétrica. O estudo foi publicado na revista Science.

Como a funciona película?

A película atua no processo de filtragem dos raios solares que incidem sobre a atmosfera da Terra. A atmosfera permite que alguns comprimentos de onda vermelha, que trazem o calor, escapem para o espaço sem nenhum obstáculos. O que os cientistas Yan e Yin fizeram, foi a conversão do calor indesejado em radiação infravermelha no comprimento exato de onda que o planeta manda de volta.

Já o filme criado pelos cientistas é feito de polimetilpentano, que por sua vez é um plástico transparente encontrado no comércio e vem com adição de pedrinhas de vidro. Revestido com prata em apenas um dos lados, o material é transformado em lâminas com espessura de 50 milionésimos de metro.

Fabricação da película.

Quando a película é colocada sobre um telhado, o lado prateado fica do lado de baixo. Assim, a luz solar é refletida pelo lado prateado através do plástico, o que impede o aquecimento do ambiente. Além do mais, o calor interno também é liberado para a atmosfera.

O poder de refrigeração da película chega aos 93 watts por metro quadrado. À noite, por exemplo, sua capacidade é ainda maior. De acordo com os pesquisadores, cerca de 20 m² do filme são suficientes para manter a temperatura de uma casa comum em 20°C em um dia em que os termômetros marcam 37°C.A Revista “The Economist”, informa que o filme pode ser produzido usando métodos tradicionalmente empregados pela indústria e com custo em torno de 50 centavos de dólar por m².



31 de jan de 2017

Engenheiro cria sistema natural para tratar esgoto

Projeto de faculdade apresenta bons resultados para tratamento de esgoto para localidades que não possuem saneamento básico


ReproduçãoProjeto faz uso de bananeiras para aumentar a purificação.
Problema crônico e ainda distante de soluções a curto e médio prazo, o tratamento de esgoto não é uma realidade em diversos municípios brasileiros, principalmente aqueles mais carentes de estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil. Com isto, muito da dignidade humana é deixada de lado e muitas doenças podem ser provocadas pelo contato com água contaminada. Crianças e idosos são os que mais sofrem com a falta de saneamento básico nos bairros ondem moram.
Para tentar amenizar esta situação, um engenheiro brasileiro chamado Jonas Rodrigo dos Santos criou um sistema natural para tratar esgoto que tem a capacidade de retirar quase todas as impurezas da água e assim evitar a contaminação de mananciais e a proliferação de doenças.

Como funciona o sistema natural para tratar esgoto?

São cinco fases principais de limpeza dentro do sistema natural para tratar esgoto, começando pela fossa séptica e tanque de zona de raízes, este último dividido em quatro fases de filtragem: filtro de pedras grosas, de pedra brita, de pedrisco e filtro com carvão ativado. Para deixar o tratamento de esgoto ainda mais completo, o sistema natural do engenheiro Jonas conta com taiobas e bananeiras para aumentar a purificação.
ReproduçãoSistema completo
Para chegar ao modelo final, o engenheiro realizou testes em efluente com 8,3 mil miligramas de material sólido por líquido. Após a passagem da água pelo sistema, o resultado foi de apenas 170 miligramas por litro, ou seja, em um nível que pode ser enviado para córregos ou lagos com total segurança, já que não provoca mais contaminação. Esta central de pequeno porte para tratamento de esgoto foi instalada na propriedade de Denílson José dos Santos (pai do engenheiro) na região rural de Capanema, Paraná.
“Um projeto deste porte não se faz sozinho, eu tive muita ajuda, muito apoio para a realização desse projeto. Uma delas foi do meu pai, pois tudo foi aplicado na propriedade dele, que custeou toda a instalação, ele que arcou com a parte financeira”, afirmou Jonas.

Da faculdade para sociedade

O projeto do sistema natural para tratar esgoto foi desenvolvido por Jonas durante a faculdade de Engenharia Ambiental em Foz do Iguaçu. A ideia, inclusive, foi finalista do Prêmio ANA 2014 de Pesquisa e Inovação Tecnológica. A premiação é realizada pela Agência Nacional das Águas a cada dois anos e tem como objetivo valorizar as melhores soluções que promovam melhorias em projetos para conservação e preservação das reservas hídricas no Brasil.

28 de jan de 2017

Seis tendências de sustentabilidade para a indústria da construção

Por Ricardo Voltolini*

Sua empresa constrói de modo mais sustentável? Quanto mais sustentável ela é na hora conceber, planejar e executar uma obra de construção civil? Com o objetivo de orientar players deste importante setor econômico, a consultoria Ideia Sustentável realizou um estudo denominado 6 Tendências de Sustentabilidade para a Indústria da Construção. Para verificar quão afinada está a sua empresa com as tais seis tendências, proponho aqui um roteiro com seis perguntas essenciais, acompanhadas de 37 questões que podem ser objeto para uma reflexão mais aprofundada. Sugiro que você leia aos poucos, como se estivesse estudando o tema. E que tente respondê-​­las usando a sua experiência pessoal ou, na forma de exercício, em conjunto com integrantes de sua equipe ou de outras áreas corporativas. Quanto mais claras forem as respostas, mais condições você terá de avaliar o estágio atual da empresa, seus pontos fortes e fracos, suas ameaças e oportunidades. Este roteiro constitui o primeiro passo para um plano de ação.

Tendência 1 – Promoção de externalidades sociais positivas

Sua empresa realiza ações que excedem as expectativas legais, setoriais e das comunidades para ir além de compliance, objetivando reduzir todos os impactos negativos em cada elo da cadeia de valor? Se sim, indique o que ela tem feito para:

✔ Incorporar efetivamente as questões éticas na gestão do negócio

✔ Engajar e comprometer a alta liderança com as questões de sustentabilidade

✔ Envolver stakeholders para eliminar espaços e possibilidades para a corrupção

✔ Gerar benefícios claros para as comunidades do entorno dos empreendimentos

✔ Implantar programas que fomentem ações positivas no setor, como, por exemplo, o de Ética e Compliance na Construção, do CBIC.

✔ Promover ações de educação e saúde para além dos canteiros de obras, alcançando, por exemplo, segmentos econômicos mais vulneráveis

Tendência 2 – Inovação em materiais e processos

Sua empresa considera, desde a etapa de planejamento da obra, materiais e equipamentos sustentáveis (de baixo carbono, que operem a partir de energias renováveis e limpas e permitam melhor aproveitamento dos resíduos)? Se sim, defina o que ela tem feito para:

✔ Avaliar aspectos sociais e ambientais dos produtos que serão utilizados na obra, não apenas os econômico-​­financeiros

✔ Utilizar a Análise de Ciclo de Vida para escolher materiais e processos mais eficientes e de baixa emissão de gases de efeito estufa

✔ Usar a Análise de Ciclo de Vida também para promover a transparência no mercado da construção, na medida em que a ferramenta oferece informações interessantes a investidores, clientes e certificadores

✔ Promover a gestão responsável da instala­ção e operação dos materiais e equipamentos para elevar os ganhos de eficiência e a qualidade habitacional

✔ Avaliar e incentivar cada elo da cadeia de valor de um empreendimento a inovar e a adotar materiais e processos mais sustentáveis

✔ Estimular a inovação no setor também por meio de políticas públicas, fomentando a demanda por equipamentos sustentáveis e assegurando a competitividade de novas tecnologias

Tendência 3 – Projetos sistêmicos


Sua empresa considera as questões relativas à sustentabilidade em todas as etapas dos projetos? Se sim, aponte o que ela tem feito para:

✔ Formar equipes multidisciplinares que utilizem visão holística na concepção de projetos menos impactantes do ponto de vista socioambiental

✔ Planejar a obra buscando integrá-la ao contexto urbano, social, ambiental e cultural em que ela se insere

✔ Adotar um olhar sistêmico que contribua para evitar retrabalhos e para reduzir o tempo de execução da obra, os desperdícios de recursos materiais e financeiros e o número de acidentes de trabalho

✔ Superar visões estritamente mercadológicas/financeiras, de curto prazo, para elaborar projetos realmente capazes de gerar benefícios sociais, ambientais e econômicos

✔ Melhorar, com o empreendimento, o espa­ço urbano como um todo

✔ Incorporar o maior número possível de requisitos de sustentabilidade e o mais rapidamente possível, pois, embora ainda sejam considerados diferenciais no Brasil, logo serão obrigações legais, e as empresas já engajadas no tema terão vantagens competitivas

✔ Adaptar antigas construções aos requisitos de sustentabilidade por meio de retrofit, garantindo ganhos de reputação para a marca responsável pela obra e requalificação urbana para o entorno dela

Tendência 4 – Gestão sustentável de resíduos



Sua empresa adota um plano de gestão ambiental para usar de forma mais eficiente os recursos e gerar menos resíduos? Se sim, descreva o que ela tem feito para:

✔ Desenvolver soluções para resíduos que ainda não têm uma destinação final adequada

✔ Estimular a reciclagem e a reutilização dos resíduos que têm destinação adequada

✔ Diminuir a quantidade de entulho enviada a aterros, reduzindo, por tabela, os custos do transporte do mesmo

✔ Promover a reciclagem dentro do canteiro de obras para reduzir o volume de resíduos para descarte e o consumo de materiais extraídos diretamente da natureza, além de diminuir os acidentes de trabalho devido à maior organização nas obras

✔ Contemplar já no planejamento da obra a reciclagem no fim de sua vida útil, um dos desafios mais atuais e complexos do setor da construção

✔ Exercer um controle oficial de qualidade dos produtos originados da reciclagem para que ganhem credibilidade junto ao consumidor

✔ Conectar governos, empresas e grupos profissionais da área de resíduos para o desenvolvimento de ações coordenadas

Tendência 5 – Eficiência energética e hídrica


Sua empresa prioriza produtos e processos baseados em requisitos de eficiência energética e hídrica, visando a construções com melhor performance ambiental e baixa emissão de carbono? Se sim, identifique o que ela tem feito para:

✔ Ajudar a construir políticas públicas para incentivar a redução de emissões, induzindo mudanças relevantes no setor da construção

✔ Promover o tema da sustentabilidade e as inúmeras vantagens decorrentes de sua inserção no negócio visando amentar o número de consumidores interessados em construções ecologicamente corretas

✔ Focar no desempenho eficiente não só na implantação de produtos e processos, mas durante sua operação nas edificações, promovendo inclusive treinamentos para os gestores prediais conseguirem usar tais recursos da maneira correta

Tendência 6 – Desenvolvimento da cultura de sustentabilidade para os stakeholders


Sua empresa engaja os seus diferentes stakeholders para o valor da sustentabilidade? Se sim, cite o que ela tem feito para:

✔ Envolver e formar, sozinha ou em conjunto com outras instituições, arquitetos, engenheiros, paisagistas e técnicos de construção civil capazes de conciliar conhecimento técnico e visão sistêmica

✔ Incentivar a atualização de currículos em escolas de negócios e universidades para que contemplem os valores da sustentabilidade

✔ Informar o cliente sobre os benefícios e vender o valor da sustentabilidade em seus processos de comercialização

✔ Sensibilizar os investidores e membros do Conselho de Administração para a importância de empreendimentos mais sustentáveis

✔ Apresentar às demais empresas do setor e aos seus fornecedores maneiras de mitigar os impactos ambientais pelos quais são responsáveis

✔ Usar certificações como primeiro passo para mudanças no processo produtivo, definindo um padrão técnico mais elevado no mercado

✔ Exceder o estágio de redução de danos ambientais para atingir o de reparo de serviços ecossistêmicos

✔ Convencer as lideranças do setor sobre a importância de se criar uma cultura de sustentabilidade para que elas usem sua influência no incentivo a inovações e melhorias de performance.

*Ricardo Voltolini é diretor-​­presidente da consultoria Ideia Sustentável: Estratégia e Inteligência em Sustentabilidade; idealizador da Plataforma Liderança Sustentável; e autor de diversos livros, entre os quais Conversas com Líderes Sustentáveis (SENAC-SP/2011), Escolas de Líderes Sustentáveis (Elsevier/2013) e Sustentabilidade como Fonte de Inovação (Ideia Sustentável/2016).
Fonte: EcoD

Cobertura Verde

Com desenvolvimento das cidades e a grande quantidade de construções, vemos cada vez menos áreas verdes, principalmente em grandes centros urbanos.
Na tentativa de diminuir isso, criou-se o telhado verde, que consiste basicamente em ter um jardim no telhado da construção.
Esse jardim pode ser feito sobre qualquer telhado: cerâmico, metálico, de fibrocimento ou sobre a laje. 
Existem várias maneiras de se fazer o telhado verde, porém todos devem ter um dreno para água pluvial e, como qualquer telhado, um cano para escoar essa água.


Já existem empresas que fabricam uma especie de caixa de plastico modular que drena e armazena a água da chuva. Esses módulos são colocados no telhado cobrindo o completamente.



Essa é um ótima opção para locais de clima quente, pois a cobertura verde diminui muito a temperatura interna, além de contribuir para a redução da emissão de carbono e pode dar uma cara completamente nova e diferente para sua construção.

 

 

14 de jan de 2017

A Papel Semente tornou o seu site sustentável

Eu, Celina Lago, não podia deixar este projeto sem divulgação, sendo Arquiteta Sustentável, recebi de um grupo no whatsapp a informação e fui ver como funcionava. Agora vocês poderão ter informações de como plantar, como isso acontece, e a importância desse projeto. Vamos lá!
Ser sustentável é estar preocupado e cuidando de toda a cadeia de produção e de comunicação. É por isso que a Papel Semente ajuda ao planeta reduzindo a emissão de CO².
Todo site hospedado na rede consome energia e emite uma quantidade concentrada de CO² prejudicial à vida na Terra, quando tornamos o nosso site sustentável, neutralizamos as emissões de carbono do nosso website, provenientes do consumo de energia elétrica necessária para mantê-los em funcionamento.
Tudo isso é possível através do trabalho oferecido pelo Site Sustentável (www.sitesustentavel.com.br), uma empresa prestadora de serviço de neutralização de carbono de websites – “Os websites que contratam o Site Sustentável possuem nosso selo fixado, e são identificados pelos usuários como um website que promove a responsabilidade sócio-ambiental” – Equipe Site Sustentável.
Para nós, neutralizar a emissão de CO² do nosso site é mais uma forma de fazer a nossa parte para um mundo melhor.
Através de instituições que realizam o plantio de árvores, financiamos a plantação de uma árvore por ano e à medida que os acessos ao nosso site aumentam, também aumentamos o número de árvore, para que a neutralização continue proporcional à emissão.
A Papel Semente busca o desenvolvimento e as práticas sustentáveis constantemente. Trabalhamos para que o mundo seja mais verde e as pessoas mais felizes, clique e veja nosso certificado do Site Sustentável.

Sobre 

Bárbara Rubim:
Publicitária, estudante de jornalismo, analista de Marketing e editora do Blog Papel Semente.

Apaixonada por sustentabilidade e estilo de vida saudável, vê nas atitudes ecologicamente corretas a mudança que queremos para o mundo.

9 de jan de 2017

A maior termelétrica do Brasil que produz energia a partir de resíduos


Diariamente, cerca de oito mil toneladas de resíduos urbanos e industriais são levados até a Central de Tratamento e Valorização Ambiental, na cidade de Caieiras, em São Paulo. É a partir de todo esse lixo que a Termoverde Caieiras, maior termelétrica movia a biogás de aterro sanitário do Brasil, produz energia.

A usina tem 15 mil metros quadrados e potência instalada de 29,5 megawatts, o que seria suficiente para abastecer uma cidade de 200 mil habitantes. O empreendimento começou a ser construído em 2014, com um investimento de mais de R$ 100 milhões do Grupo Solví, e em julho de 2016 recebeu a autorização da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) para começar a operar.

Com a termelétrica, evita-se que o metano – um dos gases do efeito estufa mais destrutivos – seja liberado na atmosfera. Segundo a Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), o Brasil tem potencial de gerar 1,3 GW de energia elétrica a partir dos resíduos sólidos urbanos. Esse total é equivalente a um fornecimento adicional de 932 mil MWh/mês, o suficiente para abastecer 6 milhões de residências. Estamos esperando o que?

(Via CSS, com informações do The Greenest Post)
Fonte:  EcoD


7 de dez de 2016

MODELO DE SUSTENTABILIDADE NA ARQUITETURA: REAL GOODS SOLAR LIVING CENTER

O trabalho do arquiteto Sim Van Der Ryn é notável na área da sustentabilidade. Segundo seu portifólio, ele segue o princípio do Design for Life, ou seja, “desenho para a vida“, projetos feitos para valorizar a vida, inspirados na natureza, nos seus processos e ciclos e formas.

O projeto Real Goods Solar Living Center é um dos maiores modelos de sustentabilidade aplicada à arquitetura. Está localizado na Califórnia, EUA e foi projetado em 1996. Seus princípios de arquitetura sustentável são:

– projeto bioclimático;

– paisagismo sustentável com criação de espécies orgânicas;

– autonomia de energia;

– uso de água de chuva;

– materiais de baixo impacto, como a terra estabilizada (paredes em taipa).

A forma do complexo construído partiu do formato da espiral áurea, que é uma espiral logarítmica com um valor específico para o fator de crescimento. Este padrão é muito encontrado na natureza e para muitos estudiosos, é uma proporção pela qual identificamos a harmonia das formas. Os edifícios ao redor são escalonados e permitem que a luz e o calor do sol entre em cada ambiente de acordo com a necessidade de cada estação do ano.



A arquitetura bioclimática dos edifícios faz uso de luz natural com proteção através de brises:


No centro deste complexo está um espelho de água em espiral que serve para melhorar a umidade do ar e criar um elemento natural harmonico no centro.



O uso e efeito da luz natural nos ambientes tem grande importância nos espaços e são tratados de forma especial pelo benefício que trazem para os usuários. Um exemplo disso é a iluminação natural da loja, que vende produtos naturais feitos no local, as aberturas superiores é suficiente para iluminar o ambiente e no meio da loja prismas criam um arco iris no chão pela incidência da luz solar.


As unidades habitacionais são criadas dentro do mesmo princípio, com formas orgânicas e paredes feitas em taipa. cada unidade tem sua produção própria de alimento:


O complexo é auto suficiente em energia, há fontes de energia alternativas em todos os espaços:

Fonte: EcoD Home