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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

28 de jul de 2015

Embalagem criada por empresa procura demonstrar que o plástico é desnecessário


É plenamente possível viver sem as embalagens plásticas. Quem assegura é a agência Leo Burnett, baseada em Sydney (Austrália), que desenvolveu um conceito de embalagem engenhosa para o WWF (Fundo Mundial para a Natureza), a fim de demonstrar a viabilidade de materiais menos agressivos ao meio ambiente.

Este design de embalagem minimalista consiste em caixas de papel naturais e 100% biodegradáveis, com um pequeno logotipo impresso com tinta preta na frente. Há uma janela em forma de garrafa de plástico que é normalmente utilizada para conter produtos domésticos, a exemplo de limpador de vidro e anti-séptico bucal.

Cada uma destas caixas de papelão são embaladas com produtos frescos, tais como limões, laranja e canela, que são alternativas naturais capazes de exercer a mesma função dos produtos químicos oriundos das garrafas de plástico.

O objetivo da campanha é mostrar como há opções para escolhermos produtos mais sustentáveis ​​em nosso dia-a-dia.

Aqui no Brasil, um exemplo são as embalagens ecoeficientes da Natura (linha Ekos), feitas de 50% PET reciclado pós-consumo e 50% PET Verde30, composto que possui 30% de material de origem vegetal renovável em sua fórmula.

GALERIA DE FOTOS
 

Fonte: EcoD

16 de jul de 2015

Fundação Bill & Melinda Gates pretende criar vaso sanitário sustentáve

Proposta é de que o banheiro sem água e esgoto seja construído a custos acessíveis/

Desenvolver novas tecnologias para o processamento de dejetos humanos sem qualquer ligação a linhas de água, energia ou esgoto é o principal objetivo da Fundação Bill & Melinda Gates, que anunciou a intenção de custear uma pesquisa para tornar os vasos sanitários mais sustentáveis.

A missão de reinventar o vaso sanitário caberá a um grupo de cientistas e engenheiros da Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda, sob a coordenação do professor Georgios Stefanidis.

"Vamos aplicar a tecnologia de micro-ondas para transformar os dejetos humanos em eletricidade. A partir desta inovação, pretendemos idealizar o design e construir um protótipo modular para um banheiro completo que satisfaça as urgentes necessidades do mundo em desenvolvimento", explicou Stefanidis.

Inicialmente, os dejetos humanos serão secos. Em seguida, os resíduos sólidos serão gaseificados utilizando plasma, criado por micro-ondas em um reator apropriado. Este processo vai gerar o chamado gás de síntese, uma mistura de monóxido de carbono (CO) e hidrogênio (H2). O gás de síntese será então usado para alimentar um conjunto de células de combustível de óxidos sólidos (SOFC: solid oxide fuel cell) para a geração de eletricidade.

"Para que o processo seja energeticamente autossuficiente, parte da eletricidade produzida será usada para ativar a gaseificação a plasma, enquanto o calor recuperado do fluxo de gás de síntese e dos gases de escape das células de combustível será usado para a secagem dos resíduos", especificou o pesquisador.

Saneamento básico

Como o projeto é voltado para atender às necessidades dos países em desenvolvimento, uma das exigências é que o banheiro sem água e sem esgoto possa ser construído a custos acessíveis. A relatora especial das Nações Unidas, Catarina de Albuquerque, elogiou a Fundação Bill e Melinda Gates por tentar “reinventar o vaso sanitário”. Mas, segundo ela, somente o uso das novas tecnologias não irá resolver a crise de saneamento básico e da falta de acesso à água, enfrentada pelo mundo.

De acordo com dados da ONU, 2,6 bilhões de pessoas vivem atualmente sem esgoto tratado em todo o mundo. Na avaliação de Catarina de Albuquerque, o grande desafio de soluções baseadas em software é fazer com que as pessoas utilizem os recursos tradicionais. Ela pediu ainda a todos os países que têm problemas com saneamento básico a aumentarem o acesso das pessoas aos serviços de esgoto.

A relatora ressaltou que é preciso melhorar as medidas de educação e promoção de higiene pessoal, incluindo a lavagem das mãos. Ela também lembrou que o saneamento e a higiene são passos importantes para diminuir a mortalidade infantil, e que a promoção do saneamento básico é um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) que estão mais atrasados. Para ela, novas ideias são vitais para fazer com o que mundo cumpra a meta de reduzir em 50% o número de pessoas vivendo sem acesso a esgoto tratado até 2015.
Fonte: EcoD

Empresa cria banheiro movido a energia solar que trata águas residuais


Mais de 2,5 bilhões de pessoas ainda carecem de saneamento básico adequado em todo o mundo, segundo dados da ONU, e outras 946 milhões continuam a fazer suas necessidades fisiológicas ao ar livre, uma prática muito problemática, pois representa um foco contínuo de doenças e de contaminação da água.

A notícia boa é que empreendedores sociais têm desenvolvido soluções inovadoras para o problema. A Caltech, por exemplo, criou um banheiro dotado de um reator eletroquímico movido a energia solar para o tratamento de águas residuais. O equipamento conta com sensores conectados a um aplicativo móvel, que alerta os operadores em caso de necessidade de manutenção.

Esses sensores informam quanto à vazamentos, tensões e pressões, e alertam automaticamente um operador através do envio de uma foto do problema. Um possível defeito pode ser corrigido por qualquer pessoa sem formação ou conhecimento especial, bastas seguir as instruções ilustradas com um passo a passo fornecidas em um monitor de vídeo que integra o sistema.

Segundo a Fastcoexist, a equipe liderada por Michael Hoffman estava interessada ​​em uma solução capaz de enfrentar o problema da manutenção, bem como reinventar a própria unidade de saneamento.

O lavatório da Caltech existe desde 2012, quando ganhou financiamento da Fundação Gates. O equipamento também conquistou recentemente US$ 300 mil de um prêmio de inovação da Vodafone.
Fonte: EcoD

9 de jul de 2015

Ponte para pedestres e ciclistas produz energia solar na Holanda

Projeto foi realizado para garantir conforto, funcionalidade, segurança e mobilidade aos moradores
Fotos: Benthem Crouwel Architects/Divulgação

Os moradores de Hertogenbosch, na Holanda, ganharam no dia 9 de maio a Paleisbrug – Palace Bridge (Ponte Palácio), cujo objetivo é aumentar a área verde e promover o compartilhamento do espaço público entre pedestres e ciclistas.

A estrutura é uma ponte elevada que faz a conexão do centro antigo da cidade ao bairro de Paleiskwartier. O equipamento possui área verde, pisos aquecidos, bancos, wi-fi e iluminação LED.
Local convida as pessoas a sentarem nos bancos, relaxar, apreciar a paisagem, as plantas e flores espalhadas pela ponte

Projetada pelo escritório de arquitetura Benthem Crouwel Architects, a ponte possui 250 metros de comprimento, com uma área total de 2.500 metros quadrados. A estrutura foi construída com aço resistente à corrosão atmosférica, que garante pelo menos 100 anos de vida, sem necessidades de reparos.

Energia solar
A ponte é dotada ainda de sistema de captação de energia solar, que também deve contribuir para preservar o espaço, uma vez que essa energia será utilizada para derreter o gelo durante o inverno. Assim, não será necessário o uso do sal para o derretimento, prática que poderia degradar o aço da estrutura.

Realizada para garantir conforto, funcionalidade, segurança e mobilidade aos moradores, a ponte conecta dois pontos da cidade e também torna mais segura a travessia sobre os trilhos do trem. O local convida as pessoas a sentarem nos bancos, relaxar, apreciar a paisagem, as plantas e flores espalhadas pela ponte. Durante a noite, para diminuir o consumo de energia elétrica, será utilizada a iluminação LED.

GALERIA DE FOTOS (clique na imagem para ampliar)

Fonte: EcoD

30 de jun de 2015

Chuveiro utiliza 90% menos água e reduz 80% do consumo de energia

A economia do chuveiro se traduz em pelo menos € 1.000 (cerca de R$ 3.130) nas contas de energia a cada ano

Inspirado nos chuveiros utilizados em estações espaciais, o designer industrial sueco Mehrdad Mahdjoubi desenvolveu um sistema que utiliza 90% menos água que um aparelho convencional e reduz em 80% o consumo de energia.

A água que sai do chuveiro "OrbSys" passa por um filtro a fim de ser purificada e volta para ser reutilizada.

"Com o meu chuveiro, que está em constante reciclagem da água, você só usaria cerca de cinco litros de água por um banho de 10 minutos. Em um banho regular, você iria usar 150 litros de água, 30 vezes mais. É muita economia", explica Mahdjoubi.

Economia na conta
Segundo uma pesquisa realizada pela sua empresa, a economia do chuveiro se traduz em pelo menos € 1.000 (cerca de R$ 3.130) nas contas de energia a cada ano.

O sistema possui mais de uma aplicação possível. Se implantado em uma escala maior, a tecnologia de purificação desenvolvida pelo OrbSys poderia ser usada em torneiras e bebedouros nos países em desenvolvimento do mundo, onde doenças relacionadas com a água são abundantes.

Assista a reportagem da CNN:

Fonte: EcoD