A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
ESCRITO PORecodesenvolvimento
Adoro quando tenho tempo para colocar meus feeds em dia e eis que encontro noThe Greenwashing Blog uma questão sobre garrafas de plástico feitas de matéria-prima vegetal. Olha, e não é que eu falei disso em março no post A embalagem, o lixo e o ciclo de vida?
Esse blog cita mais 2 outros blogs (um deles com um post de 2009!) perguntando se essa é mesmo uma solução para o problema (seja ele qual for, reciclagem, lixo, água engarrafada, fonte de matéria-prima) ou se não passa apenas de greenwashing da marca dona da água que propagandeia a garrafa com 30% de plástico de origem vegetal (veja que aqui no Brasil nós conseguimos evoluir, nossas garrafas são 100% de origem vegetal!).
Eu já dei a minha opinião a respeito e parece que mais gente pelo mundo também anda questionando as empresas sobre o assunto. E ai, usar matéria-prima renovável é um pequeno passo para uma nova direção ou apenas maquiagem verde?
Fonte: Scienceblogs/EcoD
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