A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Baleias são animais que merecem toda a atenção e respeito! Principalmente as que estão em risco de extinção. Por isso, o artista Vincent Callebaut desenvolveu um projeto revolucionário baseado na forma de vida marinha desses animais. Super parecido com um enorme cetáceo artificial, a Physalia foi criada para ser um ecossistema auto-suficiente que utiliza energia solar e trabalha para reduzir a poluição da água através do sistema de biofiltração.
O ambiente flutuante cheio de jardins tem um telhado com painéis solares, enquanto as hidro-turbinas geram energia a partir da água que se movimenta logo abaixo do jardim. Com isso, toda a energia do ecossistema é gerada a partir de fontes renováveis. Já o sistema de biofiltração se associa a uma camada de dióxido de titânio (TiO2) para reagir com os raios ultravioletas na limpeza.
Jardim flutuante com sistema de biofiltração vai purificar a água de rios de várias partes do mundo - Imagem Inhabitat
Dentro da Physalia, há quatro diferentes jardins temáticos que levam o nome dos quatro elementos: “Terra”, “Ar”, “Fogo” e “Água”. Os principais destinos desta “baleia de mentirinha” seriam os rios da Europa, do Norte da África e do Oriente Médio. Será que sai do papel?
Fonte: GreenStyle
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