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Mostrando postagens de Abril, 2014

Como aproveitar o espaço sob as escadas com um jardim

O principal alerta está relacionado com a escolha das espécies a serem plantadas. Realçar o cantinho debaixo da escada com vasos ou com um pequeno jardim é uma excelente opção para quem deseja valorizar esse espaço e torná-lo mais sofisticado, para apreciação das visitas e para aumentar o bem-estar dos moradores. Especializada em Feng Shui e jardinagem orgânica, a paisagista Marizeth Estrela faz algumas recomendações para quem quer dar forma a essa ideia e acomodar um pequeno jardim sob as escadas. O principal alerta está relacionado com a escolha das espécies a serem plantadas. As opções incluem pequenos arbustos, folhagens, trepadeiras, flores. “Deslocar vasos de outras áreas para esses cantinhos também é possível. O cuidado está apenas em considerar plantas de acordo com a luminosidade do espaço. A mudança brusca do tempo de exposição ao sol poderia causar dano à planta”, afirma a paisagista. Entre as espécies que se adaptam bem a pouca luminosidade estão as dracenas,

Telhado do prédio da Gazeta vira oásis natural em meio à Av. Paulista

São 700 metros quadrados preenchidos com vegetação nativa. A vegetação nativa de São Paulo volta a ter espaço na Avenida Paulista. O local escolhido para dar um tom verde em meio ao concreto da região foi o topo do tradicional prédio da Gazeta, que recebeu um enorme telhado orgânico. Se antes o edifício era famoso pela importância arquitetônica e cultural, agora ele ganha também extremo valor ambiental. Através da ação Árvores da Cidade, idealizada pelo ambientalista e mestre em botânica, Ricardo Cardim, a região da Paulista ganhou uma área de 700 metros quadrados preenchidos com vegetação nativa. A opção é uma forma eficiente de aproveitar espaços urbanos e resgatar espécies da fauna e flora que estão ameaçadas de extinção. Em entrevista ao CicloVivo, Cardim explicou que a cidade de São Paulo já foi repleta de vegetação nativa. Porém, com o passar do tempo, a cidade se tornou mais populosa, vieram novas construções e boa parte das espécies originais foi substituída por

8 incríveis projetos verdes futuristas para melhorar as cidades

Pensando em resolver dois problemas comuns aos grandes centros urbanos – a poluição e a falta de áreas verdes - arquitetos e designers propõem soluções criativas para recuperar o meio ambiente. Urban aviary, um santuário para aves em NY  Você sabia que uma das maiores causas de morte de pássaros nas grandes cidades são os arranha-céus envidraçados? As aves simplesmente não conseguem distinguir o que é reflexo do que é real e por isso vira e mexe colidem contra edifícios envidraçados, morrendo na queda livre. Pensando em melhorar as condições de vida desses animais nos centros urbanos e também em tornar os prédios mais eco-amigáveis, o "Stone Design", um escritório de arquitectura em Nova York projectou o "UrbanAviary ". A estrutura idealizada para ocupar o Central Park tem como propósito servir de abrigo e habitat seguro para as aves em uma das cidades mais populosas dos Estados Unidos. No Urban Aviary, os pássaros poderão construir ninhos entre os piso

A sustentabilidade do canteiro na visão de cada metodologia BREEAM, HQE, H&E, GBToII, entre outras, estabelecem procedimentos

Bacia de sedimentação (crédito: Petinelli) - Redução da produção de resíduos – exigida apenas pela HQE e LEED for Homes, embora seja fundamental; - Gerenciamento dos resíduos do canteiro – presente em todas as metodologias. Explicitam ou não aspectos com quantificação dos resíduos (BREEAM, HQE, H&E, GBToII), avaliação dos custos de destinação (H&E), definição de plano de gerenciamento dos resíduos ou a organização da triagem e da coleta (BREEAM, HQE, H&E, GBToII, LEED NC), qualidade da triagem (HQE), rastreabilidade dos resíduos transportados (HQE); - Valorização da reciclagem e do reuso (CASBEE, H&E, GBToII, LEED NC), sendo que três se preocupam explicitamente com a origem da madeira usada nas construções temporárias; - Limitação dos incômodos causados pelo canteiro (sonoras, visuais, etc.) (BREEAM,HQE, H&E); - Limitação das poluições causadas pelo canteiro (solo, água, ar, etc.), incluindo exigências para a proteção do ecossistema local da

Sete tendências para o setor de construção

Eficiência energética e retrofit em prédios históricos são algumas delas Revestimentos vegetados contribuem para redução da carga térmica (crédito: Divulgação) “Edifício verde é o tsunami do futuro que irá inundar todo o setor imobiliário”. O alerta é do especialista Jerry Yudelson, um dos principais consultores do mundo em construção sustentável, e autor de mais de 13 livros sobre o tema. Confira sete das principais tendências apontadas por Yudelson para o mercado em 2014. 1 - Mercado em alta No topo da lista de Yudelson está a previsão de que o mercado de construção sustentável vai continuar seu forte crescimento em 2014, com a edificação de novos imóveis comerciais em conjunto com o governo, universidades e instituições sem fins lucrativos. "Edifício verde é o tsunami do futuro que irá inundar todo o setor imobiliário", diz. No Brasil, o mercado da construção sustentável tem passado ileso pelo desempenho errático da economia nos últimos anos. De acordo c

PELE DUPLA PROTEGE EDIFICAÇÃO E PERMITE VENTILAÇÃO NATURAL

O VOLUME CONTORCIDO E ENVIDRAÇADO ABRIGA AS INSTALAÇÕES DO CENTRO TECNOLÓGICO DE ENERGIA SUSTENTÁVEL, DEDICADO À PESQUISA DE FONTES ENERGÉTICAS ALTERNATIVAS E TÉCNICAS SUSTENTÁVEIS DE CONSTRUÇÃO. COMPOSTO POR EDIFÍCIO DE CINCO PAVIMENTOS E EMBASAMENTO SUBTERRÂNEO, ELE SOMA 1,3 MIL METROS QUADRADOS DE ÁREA CONSTRUÍDA E DEU À EQUIPE DE MARIO CUCINELLA ARCHITECTS, EM 2008, O PRÊMIO SUÍÇO MIPIM/GREEN BUILDING. Durante uma apresentação no Brasil de projetos desenvolvidos na Europa e na Ásia pelo escritório franco-italiano, o arquiteto Luca Bertacchi se referiu ao paradigma da eficiência energética e da sustentabilidade do ambiente construído com uma espécie de afirmação interrogativa. Embora a responsabilidade ambiental se apresente como a grande oportunidade criativa para a arquitetura neste início de século, a ela corresponderia uma nova linguagem?, questionou o arquiteto. A julgar pela exposição que Bertacchi fez sobre o Centro Tecnológico de Energia Sustentável(CSET, sigla do n

Empresa carioca transforma tampa de garrafa PET em brinquedo

Utilizar as tampinhas de refrigerante para brincar é uma prática bem comum entre as crianças. Utilizar as tampinhas de refrigerante para brincar é uma prática bem comum entre as crianças. Afinal, com a imaginação e criatividades que elas têm, qualquer coisa pode ganhar um interessante uso. Entretanto, uma empresa carioca foi além: criou brinquedos a partir desses materiais. A companhia “ Clever Pack ” é a responsável por desenvolver as tampas que já saem da fábrica com duas funcionalidades. A primeira é um sistema de fechamento, seguras e compatíveis com embalagens tradicionais. Na segunda, são blocos de montagem, que montam entre si e com outros blocos vendidos no mercado, garantindo um exercício criativo às crianças. Inspiradas no conceito de reuso, elas são não precisam ser recicladas, uma vez que já saem de fábrica com uma "segunda vida". De acordo com a fabricante, as tampas, batizadas de “Clever Caps”, também podem ser brinquedos para crianças carentes, m

Bem-vindo a bordo do earthship

Quando eu era adolescente, sonhava com a minha casa perfeita; numa encosta, com piso de terra e copas de árvores cobrindo o telhado. Captação de águas pluviais, janela de madeira que encontrei por aí, e onde poderia plantar e colher minha própria comida, vivendo o mais possível, em contato com a natureza. Naquela época, por volta de 1994, eu pensava ser a única pessoa a ter essa ideia, e me alegrava com isso, apesar de ser tida como uma hippie sonhadora. Bem, é que eu realmente não era a única a pensar numa moradia desse gênero.  Bem-vindo ao Earthship. Não, não é um navio feito de terra , e não, não é uma nave espacial feita para explorar audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve. É um tipo inovador de casa, tipicamente construída de material reciclado e recuperado, onde a própria casa funciona como um ecossistema. A pegada ecológica vai de mínima a inexistente, e a maioria deles são completamente fora da grade, usando painéis solares e fogões a lenha para o aqu

Casa na árvore em meio à mata funciona como restaurante na Nova Zelândia

A estrutura foi construída a dez metros de altura em uma floresta de sequoias. O restaurante “The Redwoods Threehouse” foi construído numa sequoia de quarenta metros de altura, como uma “casa na árvore”. Situado à beira de uma mata, ao norte de Auckland, na Nova Zelândia, a estrutura teve todo seu conceito baseado nas fábulas infantis e nas formas da natureza. A estrutura foi feita para uma campanha da empresa Yellow Pages, serviço de páginas amarelas neozelandês, em 2008. A pedido da empresa, todos os materiais e serviços utilizados pelos arquitetos do escritório Pacific Environments Architects foram solicitados através da publicação. Quando a campanha chegou ao fim, o local passou a funcionar como um restaurante. A estrutura, que tem forma de casulo, foi construída a dez metros de altura em uma floresta de sequoias. Uma enorme árvore da espécie, com mais de quarenta metros de altura e 1,7 metros de diâmetro, foi a escolhida para abrigar a casa na árvore. O ace

Canadense projeta minicasa itinerante e ecológica

Apesar de pequena, a casa tem um espaço confortável e pode acomodar mais de uma pessoa. O canadense Laird Herbert desenvolveu uma pequena casa ecológica que pode ser levada para onde for. Esta é uma boa solução para os que gostam de viajar muito e, por isso, quase não sobra tempo para se estabelecer em um local fixo. Com criatividade em projetar e construir, Herbert comercializa as casas portáteis. Ele testou vários protótipos até chegar ao modelo atual, que chama de “versão 2”. Apesar de pequena, a casa tem um espaço confortável e pode acomodar mais de uma pessoa. A residência apresenta uma sala de estar com sofá-cama, cozinha funcional, banheiro com banheira compacta e uma área de jantar. Além disso, a casa dispõe de muitos elementos sustentáveis, como a compostagem do banheiro, sistema eficiente para aquecimento e armazenamento de água e iluminação de LED. Morador da cidade canadense de Whitehorse, Herbert projetou a casa com isolamento para suportar o cli

Telhados verdes unem beleza e sustentabilidade

Alguns exemplos de telhado verde, porém devemos saber que telhado verde não é telhado com grama. A grama cresce, dá mosquito, e sua conservação em um telhado não é nada prática. Existem muitas plantas mais apropriadas  para esse fim, e já postei artigos sobre o assunto. Abaixo, transcrevo o artigo do site Quem Inova  A implantação de telhados verdes, ou eco telhados, em casas e prédios tem sido crescente no Brasil. Além de embelezar as construções, os telhados têm a função de diminuir grandes variações internas de temperaturas. No verão, é mais fresco, e no inverno, é mais quente. Há muitos tipos de eco telhados, que variam em estrutura e cobertura. São diversos os tipos de vegetação que podem ser utilizados, que vão desde grama até árvores. Confira algumas projetos ao redor do mundo: Exemplos de telhados, alguns não são nada práticos, mas outros são bem interessantes:                               Fotos:  Imgur Fonte:   Quem Inova 

Lilypad, a cidade futurista projetada pelo designer belga Vincent Callebaut

As alterações climáticas deste século e a consequente previsão da subida do nível do mar irão provocar milhares de desalojados. No entanto, o arquitecto belga Vincent Callebaut diz ter encontrado a solução para contornar este problema: uma cidade flutuante. Auto-suficiente e ecológica, Lilypad combina uma rede de infra-estruturas semelhante à vida terrestre, recriando espaços urbanos em plena sintonia com o oceano. © Vincent Callebaut, "Lilypad". Todos os anos, milhares de pessoas em todo o Mundo são afectados pelo clima, ficando desalojadas depois de perderem as suas casas. Os habitantes das zonas costeiras são as maiores vitimas em épocas de tempestades ou cheias. Segundo a ONU, o nível do mar deverá subir cerca de um metro durante o século XXI. Isto fará com que, em 2100, o número de refugiados aumente devido às inundações. Países como os Estados Unidos, China, Egipto, Vietname ou Bahamas verão várias das suas cidades desaparecer. O arquitecto belga Vincent Ca