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Mostrando postagens de Fevereiro, 2015

Casa pré-fabricada gera mais energia do que consome

A energia é produzida a partir de placas fotovoltaicas. O escritório australiano de arquitetura, ArchiBlox, desenvolveu uma casa pré-fabricada capaz de produz mais energia do que consome. Para chegar a este modelo, o projeto conta com soluções simples e sustentáveis, que tornam a residência altamente eficiente. Com 75 metros quadrados, a residência é considerada pequena para os padrões australianos, mas a área é equivalente a boa parte dos apartamentos padrões comercializados no Brasil. Um dos segredos desta casa é o sistema usado para o isolamento térmico, que permite grande eficiência energética. Foto: Divulgação De acordo com Bill McCorkell, um dos arquitetos responsáveis pelo projeto, a residência não possui sistema de calefação. Para refrigerar a estrutura, são usados tubos subterrâneos que puxam o ar frio da terra e transferem a refrigeração para o interior da casa. Foto: Divulgação A energia é produzida a partir de placas fotovoltaicas. “Temos cinc

Arquitetos criam sistema vertical de captação de água de chuva

Um novo sistema vertical de captação e armazenamento de água de chuva foi inaugurado neste mês em uma casa na Lapa, na zona oeste de São Paulo. Ele chega como alternativa a quem quer captar a água da chuva ou de outras fontes, mas não tem espaço para cisternas tradicionais. Modular, ele pode ser adaptado às mais diferentes condições e combinado com outras formas de reuso e tratamento de água. Inspirado no projeto do arquiteto Mano Mattos, o modelo desenvolvido pelos também arquitetos Uli Zens e João Pedro David, do Incriatório , armazena 320 litros e ocupa menos de meio metro quadrado. A água é captada da calha, passa por um filtro e separa a água inicial e as folhas. “É uma solução de baixo impacto para enfrentar a crise da água e adequada para empresas, casas e prédios”, afirma Zens. A água captada no sistema terá vários usos: limpar o quintal e as áreas internas da casa e aguar plantas da casa e também da praça localizada em frente, entre outros. O próximo passo será a

O primeiro sistema solar de microgeração do RJ foi ligado à rede elétrica

Esse é meu sonho vender energia pra concessionária que fornece energia, então resolvi postar sobre o assunto. Em um País tão ensolarado, essa iniciativa do profissional Hans Rauschmayer, é da maior importância. Abaixo você poderá verificar as reportagens feitas sobre o assunto. Resultado apurado após um ano de instalação do sistema solar fotovoltaico, em agosto de 2014 O primeiro ano com energia solar conectado na rede da Light, no Rio de Janeiro, mostra todas as vantagens desta tecnologia. A conta foi reduzido em mais que a metade do valor, com ganhos de R$ 1.266. Os ganhos ecológicos também foram significativos: mais que 1,5 tonelada deixaram de ser emitidas, e isso com apenas 14 m² de módulos fotovoltaicos! A curva de geração mensal, abaixo, mostra outra vantagem da energia solar: ela é muito confiável. Mesmo nos meses de inverno, a produção diminuiu pouco. E parte deste efeito é a sombra causada por árvores que tiram aproximadamente 10% da irradiação nesta estação

Complementando o artigo anterior sobre Vaso Sanitário a Seco

Importância de separar a urina das fezes Fonte: Tierramor, Taza separadora, EcoSanRes Os modelos separadores consistem em um assento ou vaso especial que separa as fezes da urina, e é dirigida a coletor separado. A urina, separada pode ser armazenada ou diluída e usada como fertilizante ou mandada para um poço de absorção diretamente no solo.   Fonte: EcoSanRes As principais vantagens da separação da urina e das fezes são: Uso direto da urina, pois a sua higienização é facilitada; Possibilitar o tratamento das fezes por desidratação, que exige menos manutenção.  Reduzir o tanque de armazenamento das fezes, pois elas devem permanecer por tempo adequado até sua higienização; O banheiro seco separador (segregador) possibilitará um adubo rico em nutrientes apartir das fezes e um fertilizante riquíssimo em nitrogênio apartir da urina. Fonte: Banheiro Seco Ecologico

Sanitário seco faz sucesso entre ambientalistas

A privada que não usa água e ainda recicla seu conteúdo virou uma bandeira contra o desperdício Por: ANDRES VERA O vaso sanitário como o conhecemos pode estar com os dias contados. Se depender de um grupo de ecologistas que está fazendo barulho contra as privadas atuais, no futuro nenhuma gota de água será desperdiçada e, como bônus, todos terão fertilizante grátis para o jardim. Como? Simples. Vá ao banheiro, faça o que precisa ser feito e, em vez de dar a descarga, carregue uma pá com serragem para despejar no fundo do vaso sanitário. Em condições ideais de umidade e temperatura, essa mistura vai se decompor e virar adubo dentro de um compartimento sob a própria privada.  "O único problema contra a compostagem humana é o preconceito", diz o escritor e marceneiro americano Joseph Jenkins, de 57 anos, principal porta-voz do "sanitário seco", também conhecido como "sanitário de compostagem" (o nome técnico da decomposição de matéria orgânica para

Aprenda a fazer sua própria cisterna gastando muito pouco

A água da chuva pode ser usada para fins não potáveis, como lavar piso, carros, irrigar plantas e descarga de vaso sanitário Pensando em empoderar os cidadãos e criar uma alternativa emergencial para a crise d'água de São Paulo, surgiu o Movimento Cisterna Já -iniciativa independente que pretende promover o reaproveitamento da água da chuva. Ideia é incentivar pessoas a construírem as próprias cisternas O grupo é composto por pessoas ligadas à permacultura e desde de agosto vem buscando soluções para a questão. Esse vídeo mostra como é simples e barato construir uma pequena cisterna. Quem apresenta é Edison Urbano, criador do site Sempre Sustentável Claudia Visoni, uma das criadoras da iniciativa, explica que as cisternas foram identificadas como a ação mais simples e imediata, pois qualquer pessoa pode construí-las."Afinal, se os reservatórios não dão conta do abastecimento, segurar a água que cai do céu é uma solução", conta. Reprodução/

Arquiteto inglês projeta casa flutuante para áreas com risco de alagamento

A casa foi planejada para ser adaptável. O escritório britânico Carl Turner Architects projetou uma casa sustentável ideal para áreas alagadas ou que estão em regiões que correm riscos de alagamentos. Apelidada de “Casa Flutuante”, a residência ainda é capaz de produzir a sua própria energia. Segundo o site Inhabitat , a proposta foi desenvolvida em resposta a um desafio lançado pelo projeto Paper Houses , que buscou arquitetos com ideias para dar novos usos às hidrovias urbanas e resolver o crescente problema de inundações em áreas residenciais de Londres. Imagem: Divulgação A casa foi planejada para ser adaptável. Desta forma, a estrutura principal permanece inalterada, mas internamente ela pode receber diferentes disposições, de acordo com a necessidade e o uso. A casa tem uma base flutuante de 20x7 metros. As paredes são feitas em madeira e revestidas com borracha, o que garante um super-isolamento. Imagem: Divulgação Para garantir energia e água aos

Um Jardim no Telhado é tão bom que você vai querer trabalhar lá!

Um Jardim no Telhado é tão bom que você vai querer trabalhar lá! Nas palavras do célebre arquiteto francês Jean Nouvel: "Cada nova situação requer uma nova arquitetura." Por isso, o Instituto Europeu de Patentes (EPO) solicitou um novo projeto para o edifício em substituição ao ultrapassado e agora inadequado modelo existente em Haia, nos Países Baixos.   Fica evidente saber porque o EPO gostaria de substituir seu atual edifício. Mesmo se não fosse muito pequeno para as necessidades da agência, haveria motivos imperiosos para substituí-lo por razões estéticas. A natureza gritante das duas formas cubóides de interseção, desprovido de ornamento e contorno, domina tanto o terreno quanto a área local, numa opressiva e massiva de como a área local em uma declaração massiva e opressiva de autoridade. Um ícone da arquitetura dos anos 70, tornou-se rapidamente antiquado e fora de moda, falhando no teste do tempo. Foto: Telhado verde. Crédito: Van der Tol HOVENIER

Britânico constrói casa sustentável com as próprias mãos

Do local, ele usou a madeira reaproveitada, também foram usados objetos que haviam sido descartados. A residência de Simon Dale agrega várias técnicas e materiais sustentáveis empregadas por ele mesmo, com a ajuda de seu sogro. A construção foi feita dentro de uma Ecovila, na Escócia em apenas quatro meses. Dale não tinha nenhuma experiência em carpintaria e arquitetura, mesmo assim conseguiu fazer uma casa interessante. Além disso, economizou dinheiro. Ao final foram gastos cerca de R$ 9 mil, valor bem abaixo do que pagaria para outros fazerem. Ele também não teve de pagar pelo terreno, pois o proprietário ficou satisfeito em ver sua propriedade, que estava abandonada, sendo cuidada. Foto: Simon Dale Do local, ele usou a madeira reaproveitada, também foram usados objetos que haviam sido descartados, como janelas e encanamento. Dale instalou uma clarabóia no telhado para permitir a entrada de luz natural e painéis solares. Os banheiros utilizam as técnicas da comp

Tecnologia aproveita fluxo de água em canos para gerar energia limpa

O sistema produz energia suficiente para abastecer 150 casas. A cidade de Portland, no Oregon, EUA, anunciou o teste de um novo sistema de produção de energia limpa. A tecnologia consiste, basicamente, em turbinas instaladas nas tubulações de água, que funcionam como pequenas hidrelétricas. Apelidado de LucidPipe, o sistema deve produzir energia suficiente para abastecer 150 residências. A empresa responsável pelo projeto é a Lucid Energy, que ofereceu um contrato de 20 anos com a prefeitura local para a produção de energia limpa. Foto: Reprodução Esta é a segunda vez que a empresa aplica a tecnologia no sistema de distribuição de água, Os primeiros testes foram realizados na Califórnia. Apesar de ser pouco utilizada até o momento, o intuito da empresa fabricante é justamente tirar o projeto do papel para provar que ele funciona de verdade. “É fundamental ter exemplos reais do funcionamento da tecnologia para provar que é confiável, durável e que faz sentido”, expl

Banheiro flutuante ganha sistema natural de tratamento de esgoto

O processo consegue reduzir a incidência de bactérias em até 99,9%. Os sistemas naturais para o tratamento de esgoto são essenciais para impedir a contaminação dos mananciais. A organização Wetlands Work! utilizou a técnica para ajudar a aldeia de Prek Toal, no Camboja. A região fica a maior parte do ano alagada. Portanto, foi necessário criar banheiros naturais e flutuantes. De acordo com o site Fast Co.Exist a aldeia é apenas umas das 200 que vivem em situação semelhante no país asiático. Além disso, existem, aproximadamente, cem mil pessoas que dependem da água do lago que envolve a aldeia. Esse grande número reforça a necessidade de cuidados específicos com o tratamento da água residual para evitar a transmissão de doenças. Foto: Divulgação  O sistema aplicado pelo Wetlands Work é totalmente natural. No banheiro criado por eles, antes que os dejetos sejam descartados no lago, eles passam por uma camada de plantas onde estão trilhões de microorganismo benéfico