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Mostrando postagens de Julho, 2014

Garota de 14 anos constrói sua própria casa com apenas US$ 10 mil

A construção começou quando a garota tinha apenas 12 anos de idade. O CicloVivo já noticiou diversas pequenas casas, feitas com muito pouco dinheiro e até com materiais reciclados. Mas, a “La Petite Maison” tem uma história especial. A moradia começou a ser construída por uma garota norte-americana no auge de seus 12 anos de idade. Dois anos, algumas mudanças e muito esforço depois, a casa de madeira estava pronta. A ideia surgiu para um projeto escolar, que foi tomando grandes proporções. Para construir uma casa é necessário ter habilidade com diversas ferramentas e boas noções de arquitetura. Não era esse o caso da estudante Sicily Kolbeck. Mas seu pai, Dane Kolbeck, entendia bastante do assunto e foi quem a ensinou os primeiros passos. Foto: Divulgação Toda a construção custou apenas dez mil dólares. Em seu blog , Sicily explica como conseguiu guardar esse dinheiro. Segundo ela, a maior parte, sete mil dólares, foi obtida com uma troca de investimentos feita pel

Complexo em aeroporto da Nova Zelândia tem telhado verde e design maori

O projeto demonstra uma arquitetura contemporânea. O escritório neozelandês de arquitetura Fearon Hay foi o responsável pela criação de um espaço comunitário no aeroporto de Auckland. Mais do que eficiência, o projeto demonstra uma arquitetura contemporânea, aliada à sustentabilidade. Foto: Divulgação O pedido era de que os arquitetos criassem um espaço flexível para eventos, reuniões e usos diversos. Mas, o resultado é uma estrutura que consegue mesclar a construção com a natureza, ao mesmo tempo em que resgata valores da cultura local. Foto: Divulgação Apelidado de “O Manto” o prédio é coberto por uma malha de madeira, que se assemelha a uma grande coberta acima do edifício. O telhado foi aproveitado para trazer o verde a estrutura, com um jardim suspenso. Foto: Divulgação Internamente o design é limpo, mas ao mesmo tempo um pouco rústico, com paredes em concreto, cortinas claras e pé direito alto. Os arquitetos utilizaram janelas do tamanho das p

Estufa é criada com bambu e garrafa PET

Estufas especiais foram montadas no Vietnã, a fim de aliar área de descanso à produção de vegetais. Um novo modelo de estufa foi criado no Vietnã com o objetivo de agregar mais eficiência e sustentabilidade às hortas, jardins e outros tipos de plantação. Intitulada de Vegetable Nursery House, a estufa montada com bambu e garrafas PET ganhou destaque entre as soluções de arquitetura social e sustentável, e não só abriga as plantas, como também serve de dormitório para quem cultiva os vegetais. A estufa feita com materiais de baixo custo foi criada pelos profissionais do 1+1>2 International Architecture Company, um importante escritório de arquitetura que se uniu ao grupo Ação para a Cidade, com objetivo de criar maneiras de espalhar hábitos de vida sustentável entre os habitantes de Hanói, capital do país asiático. As estruturas que abrigam os vegetais possuem área de 6 por 3,6 metros quadrados e, além de reaproveitarem materiais, também fazem reuso da água da chuva.

Máquina troca garrafas plásticas por ração para cães abandonados

Qualquer cão ou gato desabrigado pode se servir à vontade. A empresa turca Pugedon teve uma ideia genial para incentivar as pessoas a reciclarem. Através de uma máquina instalada nas ruas, os cidadãos podiam descartar garrafas plásticas e, em troca, alimentar cães e gatos desabrigados. A ação ocorreu em abril deste ano, com a máquina sendo instalada em um parque de Istambul. O equipamento usado possui espaço apropriado para o descarte do líquido nas garrafas (no caso de ser água, ela é destinada aos próprios animais), enquanto o plástico vai para outro compartimento. Assim que a pessoa faz o descarte, a máquina libera uma quantidade de ração equivalente à quantidade de material depositado. Ela fica disponível em uma abertura na altura dos animais e qualquer cão ou gato desabrigado pode se servir à vontade. Veja abaixo o vídeo da ação: Fonte:  CicloVivo

Bairro solar na Alemanha produz quatro vezes mais energia do que consome

O condomínio é capaz de produzir quatro vezes mais energia do que consome. O bairro solar Schlierberg, em Friburgo, Alemanha, é capaz de produzir quatro vezes mais energia do que consome, provando que uma construção ecológica pode ser muito lucrativa. O condomínio é autossuficiente em energia e atinge isso através do seu projeto de energia solar, que utiliza painéis fotovoltaicos dispostos na direção correta. Parece uma estratégia simples mas, geralmente, os projetistas pensam nas instalações solares tardiamente, e dessa forma os painéis perdem parte de sua eficiência. A vila, projetada pelo arquiteto alemão Rolf Disch , enfatiza a construção de casas e vilas que planejam as instalações solares desde o início do projeto, incorporando inteligentemente uma série de grandes painéis solares sobre os telhados. Os edifícios também foram construídos dentro das normas de arquitetura passiva, o que o permite produzir quatro vezes a quantidade de energia que consome. O con

Casa ecológica propõe uma nova maneira de viver

Pesquisadores de universidades brasileiras criam modelo para participar de competição internacional e consolidar a indústria da construção sustentável no país Por: Rebeca Ramos Brasília - Depois de abusar, por anos, dos recursos naturais, a ordem agora é minimizar os danos causados ao planeta. A sustentabilidade está em alta, e viver de forma consciente é mais do que uma escolha, é uma obrigação. Pensando nisso, um grupo interdisciplinar com participantes da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) criou uma residência de energia zero (REZ), ou seja, ela não utiliza nenhuma fonte elétrica para funcionar. A Ekó House foi desenvolvida para participar do Solar Decathlon Europe 2012, uma competição internacional de casas ecológicas que terá participação de 20 universidades de vários países. Bruna Mayer de Souza, arquiteta e urbanista da UFSC, explica que o termo ekó vem do tupi-guarani e significa “maneira de viver”. “Assim, bus

Banco de Pallets empilhados - Paletes de MDF e fórmica

Fazer um banco empilhando pallets não tem segredo. Basta empilhar os pallets, certo? Quase isso! Primeiro, deve-se saber qual profundidade queremos que o banco tenha. Geralmente, pallets compridos são mais largos, quase quadrados, e dependendo do ambiente não cabe um banco grande. Então, se quiser um banco estreito com medidas usuais, tem que mandar cortar. Assim que conseguimos comprar os pallets, levamos para uma marcenaria e o corte foi feito rapidinho. Usamos pallets feitos de MDF. Compramos por R$2,00 cada um, no estoque de uma loja de pisos laminado (aqueles pisos que imitam madeira). A empresa de pisos estoca as tiras de laminado sobre os pallets e achamos muito legal que os pallets já vinham revestidos com fórmica.  Escolhemos o pedaço em que a fórmica não estava arranhada e colocamos por cima para não precisar se preocupar com pintura nem com acabamento. Como o banco vai ficar em ambiente interno, sem pegar umidade, não tem problema nenhum em deixar o MDF à vist

Casa italiana é feita com materiais recicláveis e produz 100% de sua energia

A casa emite 60% menos carbono que as construções tradicionais. A BioCasa_82 foi construída em Treviso, na Itália. O projeto utilizou materiais recicláveis e energia renovável. Além de sua beleza arquitetônica, a construção é mais uma prova de que é possível ter conforto ao mesmo tempo em que se tem uma obra com baixo impacto ambiental. O escritório Welldom foi o responsável pelo projeto, que contou com a aplicação de um método próprio e exclusivo para maximizar o uso de tecnologias sustentáveis. Todos os sistemas aplicados e o cuidado em todas as fases, da concepção à construção, foram pensadas para a obtenção do selo LEED Platinum, o nível máximo em certificação ambiental. A casa alcançou 117 dos 136 pontos analisados sobre sustentabilidade pelo Green Building Council. Em termos de inovação e design, o projeto recebeu 10, dos 11 possíveis. Foto: Divulgação O “Método de Welldom” possibilitou que a BioCasa_82 fosse construída com 99% de materiais recicláveis. A

Garrafas PET são transformadas em cobertura para telhados

Ideias bem empregadas podem transformar problemas em soluções. Um bom exemplo vem da organização sem fins lucrativos Reuse Everything Institute, com sede em Pittsburgh (EUA), que criou uma máquina capaz de converter o plástico usado para a fabricação das garrafas (um tipo de resina termoplástica da família dos poliésteres) em materiais de construção com preços acessíveis. As garrafas PET representam um problema global, pois seu tempo de decomposição é extremamente longo. No Brasil, foram coletadas para reciclagem 331 mil toneladas de embalagens em 2012, segundo dados do Censo da Reciclagem de PET no Brasil , divulgado em 2013 pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet). Em colaboração com os estudantes da Carnegie Mellon University e Engineers Without Borders, a ONG automatizou essa tecnologia para facilitar a criação de negócios sustentáveis nos EUA e no exterior. Ela já foi utilizada no teto de uma casa no Equador para testar a resistência do pr