A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Não se formula normas legislativas, sem conhecimento das leis. E, normas jurídicas sem o equilíbrio das ideologias culturais, sociais, religiosas e ambientais, que precisam conviver com ideologias políticas. Mas a balança do poder é dinâmica. Novo rei, nova lei. Novo partido, novo sentido. Ou, às vezes, nenhum sentido! A “natureza das leis” – infelizmente – não são prudentes em reconhecer as “...leis da natureza”. As dimensões ideológicas e metodológicas do direito, jamais comparar-se-ão às dimensões cósmicas da vida. Porém, somos movidos por um “lei interior” que nos condiciona a mostrar o reto caminho - da necessária antevisão – das retas convicções ecológicas. Creio que a ciência da legislação é um instrumento de alcance sócio-ambiental. Mas, atingir a “consciência” cósmica gera ilimitados recursos para aplicar – no dia à dia - conceitos inerentes a própria sobrevivência do gênero humano. Água, ar, terra, fogo. Os antigos filósofos gravitavam suas teorias e explicações com bas...