A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Para o presidente-executivo da Ewea, Christian Kjaer, Portugal precisa manter as atuais taxas de crescimento da energia eólica/Foto: nacho_c Em 2050, todas as necessidades energéticas da Europa podem ser satisfeitas pelas energias renováveis e o vento pode, só por si, colmatar 50% dessa procura. A conclusão é da Associação Europeia da Energia Eólica (EWEA), que está a realizar uma conferência em Varsóvia. “O potencial existe e a indústria está preparada para isso. A única coisa que temos de fazer é manter as actuais taxas de crescimento [da energia eólica] em terra e no mar”, comentou o presidente executivo da EWEA, Christian Kjaer, citado pela Dow Jones Newswire. “As outras energias renováveis podem ‘facilmente’ satisfazer a outra metade das necessidades energéticas da Europa em 2050”, salientou o mesmo responsável. “Realisticamente, o vento pode fornecer 50% da oferta de energia em 2050 se forem feitas as necessárias alterações nas infraestruturas e nos mercados”, declarou Kjaer, ci...