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Mostrando postagens de Dezembro, 2012

Aprenda a fazer caixas de som para celular com latinhas de Pringles

Transformar latinhas de Pringles em caixas de som para celular é fácile  barato. | Foto:  Mashable As latinhas de Pringles são sempre muito úteis, mesmo após todas as batatas terem sido devoradas. O CicloVivo dá a dica de como transformar esta embalagem em uma caixinha de som para celular, e o RaisisdoSer segue divulgando. A sugestão foi publicada no site norte-americano Mashable . Este artesanato é simples, útil e barato. A economia é ainda maior se for considerado o valor de um amplificador comum para celular, que custa em média R$ 90. Além disso, a invenção é bastante eficiente e eleva tanto o volume da música, como a qualidade do som. Materiais necessários: - Estilete; - Canetão; - Dois prendedores de papel; - Papel higiênico; - Tinta spray; - Fita crepe. Como fazer: O primeiro passo consiste em marcar o buraco em que o celular será encaixado. Para isso, meça a grossura e a largura do aparelho, para deixar o corte bem justo.

Arquitetos belgas projetam condomínio sustentável

Os muros baixos e uma divisória simples fazem com que praticamente não existam fronteiras entre as residências e a área comum. | Foto:  Divulgação O escritório belga de arquitetura Buro II & Archi+I é o responsável pela criação de um condomínio sustentável, construído na Bélgica. As casas são construídas de maneira ambientalmente correta e com baixo consumo energético. O complexo tem as casas dividias em dois lotes. Em um deles, localizado em Beheerstraat, estão 43 residências, enquanto as outras 32 estão em Dendermondestraat, dispostas linearmente de maneira clássica. Os muros baixos e uma divisória simples fazem com que praticamente não existam fronteiras entre as residências e a área comum. O pátio possui bancos e vegetações que tornam o ambiente atrativo e elevam o tom de comunidade entre os moradores. Todas as casas seguem o mesmo padrão de construção, com fachadas iguais e dispostas em oito blocos. Existe uma preocupação grande em reduzir o impacto d

Pallets velhos são transformados em moradias para refugiados

Um grupo de quatro ou cinco pessoas é capaz de construir um destes abrigos em uma semana, utilizando apenas ferramentas manuais. | Foto: Divulgação As arquitetas Azin Valy e Suzan Wines, no escritório norte-americano I-Beam são as responsáveis por um projeto que cria moradias para refugiados, reaproveitando pallets usados. A ideia resolve dois problemas de uma só vez: a falta de moradia e a quantidade de materiais descartados indevidamente em aterros sanitários. A ideia de usar os pallets como matéria-prima para a construção das casas deve-se à praticidade do material e ao baixo custo que eles representam. As residências são pequenas, com aproximadamente 20 m2. Cada uma delas pode ser construída com 80 pallets reaproveitados. As paredes internas e externas das casas são preenchidas com uma pequena tela de isopor, para conter os ventos e a chuva. Em regiões em que o mau tempo predomina é possível usar placas de isopor mais resistentes para aumentar a proteção.

Sueco desenvolve plataforma flutuante abastecida por energia solar

Especializado em projetos de obras sustentáveis, o escritório Kenjo construiu, na Suécia, uma plataforma flutuante movida a energia solar. A cabine possui placas fotovoltaicas no telhado e um sistema de acesso à água potável. Tudo começou num seriado de arquitetura veiculado em um canal sueco: os irmãos Sandell, participantes do programa, decidiram aumentar o tamanho da casa em que vivem, localizada às margens de um lago em Muskö, na Suécia. O objetivo da dupla era aproveitar ao máximo a interação do lar com a natureza, além de aumentar o espaço da residência. O projeto, elaborado pelo escritório de arquitetura Kenjo, ganhou destaque por explorar recursos simples e sustentáveis: a estrutura tem uma cabine posicionada sobre uma plataforma, que se desloca pelo lago, utilizando, como combustível, a energia produzida pelos painéis fotovoltaicos instalados em seu telhado. Além disso, os raios de sol também abastecem a iluminação e o sistema de som da casa flutuante.

Arquitetos espanhóis projetam casa com contêineres e pallets no Chile

A fusão de uma empresa chilena e dois arquitetos espanhóis resultou em um interessante imóvel ecológico construído com 85% do material reaproveitado. Entre os itens utilizados estão contêineres e pallets de madeira. Chamada de Casa Manifesto, a residência possui 70% de autonomia em geração de energia devido ao uso de placas solares e de um sistema de isolamento térmico de celulose reciclada, feita a partir de jornal. Também pensando na economia de energia, as paredes foram revestidas com pallets de madeira, permitindo que sejam abertas. Desta forma, há mais aproveitamento da luz do sol durante o dia e ainda facilita circulação de ar no ambiente. A casa foi construída com uma estrutura modular de três contêineres marítimos de metal. Também foram utilizadas vigas de demolição, madeira sustentável e pintura de baixo impacto. A Casa Manifesto possui 160 m2 e está localizada no topo de uma colina, em Curacaví, região metropolitana de Santiago, no Chile.

Escritório dinamarquês projeta hospital sustentável

O projeto começará a ser desenvolvido no ano que vem, para abrigar um complexo hospitalar e a Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Aalborg. | Foto:  Divulgação O Hospital Universitário de Aalborg foi projetado por arquitetos de um escritório dinamarquês, que levaram em conta alguns princípios de sustentabilidade, como o uso da luz natural nos ambientes internos e o aproveitamento total dos espaços de convivência. projeto vai abrigar um complexo hospitalar e a Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Aalborg. Financiadas pelo governo dinamarquês, as obras terão início no ano que vem. A conclusão do empreendimento está prevista para 2020. A proposta dos arquitetos é construir uma estrutura que beneficie a todos os usuários do hospital, valorizando mais o meio ambiente, do que a formalidade dos médicos. lexo de 330 mil metros quadrados rendeu um prêmio aos arquitetos do escritório Schmidt Hammer Lassen Architects, que desenvolveram o projeto. Para os

Passarela de vidro sobre o Grand Canyon

A Skywalk é uma enorme plataforma de vidro construída a beira de um precipício no vale Grand Canyon Grand Canyon Skywalk Em 1996, David Jin, um empresário e promotor turístico de Las Vegas, apresentou formalmente a idéia da Skywalk aos Hualapai, tribo que domina quatro mil quilômetros quadrados ao longo do rio Colorado. Eles têm um governo autônomo e vivem da exploração turística da área. O design original da Skywalk era de uma plataforma retangular que se estenderia em linha reta ao longo da borda do cânion, mas a idéia evoluiu, chegando a essa maravilha da arquitetura e engenharia. A primeira passarela de vidro em braço de suporte. Estando a 1200 metros acima do rio Colorado, a passarela comporta 120 visitantes por vez. O chão de vidro em formato de U permite aos turistas olharem diretamente para o precipício, como se estivessem flutuando. Os menos corajosos caminham pelas laterais, sem pisar nos vidros. Detalhe da proteção usada Sua estrutura possui 41 peças de

Designer israelense cria casinhas de papelão para crianças

Pensado para crianças de três a seis anos que moram em pequenas casas ou apartamentos e não têm espaço para brincar.  | Foto:  Design Boom   A designer israelense Liya Mairson projetou um “parquinho” divertido e ecológico para crianças. Feito de papelão, o cenário muda constantemente através de várias combinações que podem ser feitas com as peças dobráveis. O projeto da designer foi intitulado “My Space”. A intenção é oferecer um espaço de brincadeiras para as crianças. Com o material reutilizável foram criados os elementos no estilo “pop-up”, ou seja, as dobraduras se sobressaem dando uma dimensão de mais realidade em cada folha de papelão.  Uma peça se transforma em casinha com porta, sala e cozinha. As dobraduras viram também janelas, estantes e mesas. Ele foi pensado para crianças de três a seis anos que moram em pequenas casas ou apartamentos e não têm espaço para brincar. Também é uma alternativa para entreter as crianças em dias chuvosos. O b

Cientista brasileira é reconhecida como “Green Talent” na Alemanha

Uma jovem e promissora cientista brasileira foi premiada na última quinta-feira (15) no renomado concurso de sustentabilidade “Green Talents”, promovido pelo governo Alemão. O Ministério da Educação e Pesquisa Alemão pretende chamar a atenção junto à cientistas, empresas e políticos alemães, no seu segundo programa de patrocínio “Pesquisa em desenvolvimento sustentável”. Programas como o “Green Talents” ajudam a promover a pluralidade cultural e a criatividade que encorajam o desenvolvimento de soluções globais. “É por isso que nós tentamos intensificar as trocas globais entre jovens pesquisadores na área de meio ambiente e sustentabilidade”, explica o Secretário Estadual do Parlamento do Ministério Federal de Educação e Pesquisa Alemão (BMBF), Thomas Rachel, durante a cerimônia de premiação, em Berlim. O ano de 2011 foi o 3º ano em que o BMBF organizou a competição internacional, o que evidencia a atividade excepcional de jovens cientistas no campo do desenvolvimento su

Brasileiro recebe prêmio internacional por pesquisas em energia solar

Sua linha de pesquisa busca produzir células solares sensibilizadas por corantes e fotossíntese artificial. | Foto: Green Talents/Divulgação   O apoio às pesquisas científicas ainda é muito pequeno no Brasil. Essa é uma das questões que dão importância ao concurso "Green Talents”, que nesta edição premiou 25 jovens cientistas de todo o mundo, entre eles o químico Antônio Patrocínio, de 29 anos. Patrocínio teve reconhecimento pela sua dedicação ao desenvolvimento de materiais para conversão de energia solar. Há dez anos ele pesquisa o tema. O prêmio alemão analisou diferentes pesquisas relacionadas ao desenvolvimento sustentável. "Na minha pesquisa, tenho buscado preparar materiais com propriedades químicas e físicas adequadas para serem integrados em dispositivos para a conversão de energia solar", disse Patrocínio à Folha. O pesquisador é também professor da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, e está focando seus estudos em do

Artista britânico cria “jardim de luz” movido a energia solar

Além de ter um aspecto visual diferente e bonito, o jardim de luzes substitui as flores por 5.000 lâmpadas coloridas. | Foto:  Bruno Munro/Field of Light    O artista Bruce Munro tem uma grande admiração pelos efeitos de iluminação que podem ser criados. Por isso, começou a trabalhar nesta área e hoje surpreende as pessoas com suas instalações. Seu trabalho com as luzes é tão incrível, que um de seus projetos foi aplicado no jardim do museu Holburne, localizado na cidade de Bath, na Inglaterra. Além de ter um aspecto visual diferente e bonito, o jardim de luzes substitui as flores por 5.000 lâmpadas coloridas, que dão um realce criativo ao seu trabalho. A instalação é chamada de Field of Light e consiste em uma espécie de jardim que possui pontos de luz no lugar onde deveriam estar as flores. As lâmpadas são sustentadas por hastes de acrílico e conectadas umas às outras por meio de cabos de fibra ótica. A técnica de Munro combina vidro, garrafas PET, fib

Norte-americanos criam tecido solar com fibra óptica

A nova técnica permite a criação de tecidos de painéis solares elaborados com fibras ópticas. Foto:  [luis]/Flickr     Cientistas da Universidade da Pensilvânia desenvolveram painéis solares flexíveis e portáteis, elaborados com fibra óptica. As pessoas poderão até mesmo “vestir” os painéis, que deverão ser utilizados para carregar aparelhos eletrônicos. Uma experiência realizada pelo químico John Badding e sua equipe de pesquisadores, conseguiu integrar um conjunto de células solares no interior das fibras ópticas. A inovação tecnológica permite que sejam criados os tecidos solares – painéis fotovoltaicos, flexíveis e maleáveis que podem ser colocados em qualquer lugar. De acordo com Badding, a nova técnica pode revolucionar os métodos de microgeração de energia limpa. “Como a fibra óptica tem flexibilidade, é possível criar tecidos a partir do material. Por isso, os painéis são dobráveis e podem até mesmo ser vestidos”, anima-se o pesquisador. Além

Saiba o que deve e o que não deve ir para a composteira

Foto: Fora do Eixo O lixo é um problema mundial e, com o gradativo aumento da população mundial, é preciso achar soluções cada vez mais capilarizadas para ele. Separar e reciclar o que é possível e reutilizar aquilo que consumimos viraram questões básicas e fazem parte da melhor solução individual para reduzir os impactos humanos no meio ambiente. Por isso, fazer a compostagem do material orgânico é uma ótima saída para reduzir a quantidade de lixo que produzimos, afinal, trata-se de um processo natural de decomposição que conta com o auxílio de minhocas para transformar as sobras de comida em adubo de primeira qualidade. Quem usa composteira em casa precisa ficar atento ao que ela realmente é: uma casa de minhocas que transforma lixo natural em adubo. Por isso, nem tudo que estragou na geladeira ou sobrou do suco pode ser adicionado dentro daquele ambiente. Existem diversos modelos de composteiras à venda pela internet ou em casas especializadas. Também é possível fa