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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

16 de jul. de 2020

Smart Buildings – Edifícios interligados com um futuro

Os modernos edifícios devem ser seguros e cômodos, assim como devem consumir o mínimo de energia possível. Estes requisitos podem ser satisfeitos com a automação e a interligação inteligente do equipamento técnico. A interligação do edifício é o maior mercado em crescimento na indústria da construção.

Os edifícios ficam mais seguros, cômodos e energeticamente eficientes

O que torna um edifício "inteligente"? Não basta introduzir nele um conjunto de sistemas eletrônicos "inteligentes" para uma operação técnica. Um edifício só se torna realmente inteligente quando todos os componentes funcionarem juntos de forma coordenada – entre todos os fabricantes, operado centralmente e facilmente. Aliás, isto aplica-se a todas as instalações: iluminação, aquecimento, ar condicionado, sombreamento, tecnologia de ventilação e segurança, bem como a tecnologia de portas e de janelas.

Graças à sua tecnologia de edifícios automatizada e interligada, os edifícios inteligentes adaptam-se dinamicamente tanto ao ambiente como ao comportamento do utilizador. Isso torna-os mais seguros, mais confortáveis e energeticamente mais eficientes.

Comunicação através de redes

Os sistemas técnicos interagem através da comunicação de rede eletrônica. O programa para empresas relativamente ao equipamento técnico do edifício e à automação de edifícios dota os clientes de sistemas de proprietário (do próprio fabricante) e de sistemas abertos. Os sistemas abertos (p. ex., BACnet, KNX, LON, SMI, DALI) são suportados por muitos fabricantes: os seus componentes são, pois, "interoperáveis" e podem comunicar entre si num sistema.

O que é "Smart Building"?

Smart Building descreve a automação e a operação central do equipamento técnico de edifícios funcionais, tais como edifícios inteligentes, aeroportos, centros comerciais ou pavilhões de produção. Os temas principais são a segurança do edifício – p. ex., através da tecnologia de detecção de incêndio ou do planeamento dinâmico dos caminhos de saída de emergência – assim como a otimização energética da operação do edifício, que poupa muitos custos operacionais.

A indústria elétrica fornece os Smart Buildings com inúmeras soluções e produtos inovadores que já foram testados e são comuns nos edifícios novos. O setor da eficiência energética em especial já alcançou um enorme sucesso: o consumo de energia num escritório pode agora ser reduzido até 30% através da automação. (Fonte: ZVEI, Zentralverband Elektrotechnik- und Elektronikindustrie e.V., Frankfurt, 2018)

As portas e as janelas também desempenham o seu papel
Ventilação inteligente: motores de janelas GEZE, integrados 
num sistema de edifício KNX

As portas e as janelas são agora também multifuncionais, inteligentes e interligadas. Porque têm de cumprir muitas funções diferentes: garantir a acessibilidade, fornecer ventilação natural e manter os ladrões afastados. Além disso, no caso de um incêndio ou numa situação de pânico, estas têm de abrir caminhos de saídas de emergência, enquanto têm de permitir o acesso controlado, garantir a extração de fumo e calor e a proteção contra incêndios.

A GEZE disponibiliza módulos de interface KNX e BACnet, bem como um sistema de automação do edifício para a integração dos produtos GEZE nas soluções interligadas. Este permite que os produtos automatizados da GEZE das áreas da tecnologia de portas, janelas e segurança sejam monitorizados com precisão e operados com confiança. Isto possibilita a integração de toda a "inteligência" dos produtos na rede do edifício: por exemplo, definindo a amplitude de abertura de uma porta ou abrindo e fechando uma janela em função da temperatura exterior juntamente com sensores de temperatura e sistemas de aquecimento.

GEZE IQ box KNX – O especialista da ventilação natural

O módulo de interface GEZE IQ box KNX é particularmente adequado à implementação de soluções flexíveis para a ventilação natural em edifícios mais pequenos. O IQ box KNX permite a integração direta dos motores de janela das série GEZE IQ windowdrive nos sistemas de edifícios KNX. Isto facilita o diálogo com os outros componentes compatíveis com KNX, tais como botões de pressão e sensores. O IQ box KNX é fácil de instalar, pode ser flexivelmente adaptado ao edifício e pode ser combinado com todo o mundo de produtos KNX.

Em escolas, por exemplo, a automação de edifícios com o GEZE IQ box KNX garante uma melhor qualidade do ar e eficiência energética através da ventilação automática controlada. Caso o ar se deteriore durante as aulas, as janelas abrem automaticamente (e voltam a fechar). O arrefecimento noturno no verão garante que as salas estejam frescas de manhã. Um sensor mede a temperatura interior e exterior e abre as janelas à noite quando a temperatura exterior é mais baixa e fecha-as de novo automaticamente quando atingir a temperatura.
GEZE IQ box KNX características do produto
abre janelas para a posição que desejar (em %)
relatório de estado eficaz de qualquer janela automatizada (janela aberta/fechada/% de abertura ou estado do automatismo como, p. ex., mau funcionamento)
as funções de ventilação integradas transformam o IQ box KNX num pequeno centro de ventilação (ventilação temporizada, ventilação por fenda, fecho e bloqueio automático em caso de alarme de chuva ou vento, com ar condicionado ativado)
diálogo com outros componentes compatíveis com KNX, tais como botões de pressão e sensores.

O KNX foi desenvolvido pelo "European Installation Bus" (EIB) pela indústria da instalação elétrica nos inícios de 1990. É um sistema de bus aberto e descentralizado para o comando de edifícios. Todos os dispositivos utilizam o mesmo método de transmissão e trocam dados através de uma linha de bus comum. O KNX está atribuído ao campo e nível da automação e também proporciona funções básicas ao nível de gestão. Mais de 400 fabricantes em todo o mundo oferecem produtos KNX para a construção funcional e privada. A interoperabilidade é garantida por teste de terceiros obrigatório. Tudo é possível – desde uma pequena solução de ventilação para uma sala até soluções de edifícios com até 50 000 KNX dispositivos.

GEZE BACnet módulo de interface IO 420

Com o módulo de interface GEZE IO 420, a GEZE interliga nos edifícios produtos das áreas dos sistemas de porta, proteção da saída de emergência, tecnologia de janelas e extração de fumo e calor, bem como a tecnologia de segurança. O módulo inteligente é adequado para uma integração simples e padronizada nas soluções de interligação com BACnet. IO 420 permite a visualização e o comando central de todos os sistemas automáticos de porta através do sistema de gestão de edifícios.

Soluções BACnet para sistemas de portas multifuncionais: durante o dia, uma porta automática sem barreiras – durante a noite, uma saída de emergência segura. A central de porta TZ 320 controla e monitoriza produtos automáticos, tais como o automatismo para porta giratória Powerturn e permite a integração no sistema de gestão do edifício através do módulo de interface IO 420, possibilitando, assim, que o sistema seja controlado centralmente através da BACnet. Se necessário, pode ser rapidamente definido um modo de operação e a porta pode ser monitorizada remotamente – incluindo a receção de possíveis relatórios de falhas.
Características do produto GEZE módulo de interface IO 420

O novo módulo de interface GEZE IO 420 permite que os produtos GEZE nos campos dos sistemas de portas automáticas, da tecnologia de janelas e extração de fumo e calor e também da tecnologia de segurança sejam integrados nos edifícios através da norma de comunicação BACnet.



BACnet (Building Automation and Control Networks) é um protocolo superior para a automação de edifícios. É desenvolvido sob a tutela de ASHRAE (American Society of Heating, Refrigerating and Air-Conditioning Engineers) para criar um protocolo de comunicação independente do fabricante para componentes e sistemas inteligentes na automação de edifícios. O protocolo foi documentado na ISO 16484 Parte 5 desde 2003.

A BACnet permite que dispositivos de vários fabricantes possam trocar informação entre si sem incorrer em quaisquer custos de licença para o hardware especial de transferência de dados. A BACnet é sobretudo utilizada para a automação em edifícios funcionais. Uma vez que a BACnet é sobretudo utilizada ao nível da gestão e da automação, este sistema não precisa da sua própria tecnologia de transmissão, baseando-se em tecnologias existentes. Aqui é normalmente utilizado o meio de transmissão Ethernet ou MS/TP.

Sistema de automação do edifício GEZE Cockpit

O GEZE Cockpit preenche a lacuna na automação de edifícios ao ser o primeiro sistema de automação do edifício para portas e janelas inteligentes e tecnologia de segurança. Pode ser utilizado como um sistema de automação do edifício independente (solução stand-alone) ou pode ser integrado numa tecnologia sobreposta do edifício. A troca de dados entre o GEZE Cockpit e a tecnologia do automatismo ou os sistemas de segurança é efetuada mediante o módulo de interface IO 420. O GEZE Cockpit permite a visualização, o comando e a monitorização abrangentes e apresenta (VISU) e monitoriza (VISU+) todos os eventos e atividades.
Ideal para centros comerciais: redes inteligentes 
com GEZE Cockpit © Robert Les / GEZE GmbH

Quer esteja a utilizar um PC, tablet ou smartphone: as aplicações para o GEZE Cockpit estão baseadas em browser e, por isso, podem ser operadas em qualquer terminal compatível com IP. Por exemplo, todas as portas e janelas conectadas são apresentadas aqui na sua localização exata.

Além disso, o modo de operação atual e a funcionalidade das portas e janelas podem ser apresentados numa interface gráfica do utilizador e podem ser alteradas com o toque num botão. Os chamados "cenários" permitem a operação simultânea de vários produtos – também com o toque num botão ou temporizado. São também possíveis funções de monitorização individuais, tais como, p. ex., a avaliação da frequência de acesso e os alarmes com um relatório de e-mail.

Os gestores dos edifícios podem controlar portas e janelas sem uma inspeção visual, obter informação a partir de qualquer local sobre as mudanças no modo e relatórios de alarmes ou falhas de portas ou janelas individuais e responder imediatamente. Por exemplo, se for ativado um botão de pressão de emergência ou uma saída de emergência numa loja de revenda, se for aberta uma porta numa casa de repouso durante a noite sem autorização ou se uma porta num edifício público não tiver ficado fechada à noite depois da saída do pessoal.











Fonte: Geze

8 de jun. de 2020

Arquitetos projetam estrutura flutuante que despolui o ar e filtra água do mar

Os arquitetos do escritório francês Sitbon Architectes projetaram uma cápsula flutuante e parcialmente submersa que possui uma estufa orgânica de despoluição do ar, um sistema de conversão da água do mar em água potável e uma central de alertas meteorológicos, capaz de avisar a ocorrência ou aproximação de maremotos, tsunamis e outras catástrofes ambientais.
A mitigação dos efeitos do aquecimento global e dos impactos no meio ambiente é o principal motivo para a construção da estrutura. É por isso que a cápsula parcialmente submersa, batizada de Bloom, vai abrigar aquários gigantes repletos de fitoplânctons, seres microscópicos que habitam o oceano e retiram o dióxido de carbono da atmosfera.
 
Imagem: Divulgação
Funcionando como estufas orgânicas no interior da Bloom, os aquários de desenvolvimento destas espécies serão supervisionados por uma equipe de cientistas, que poderão utilizar os pequenos seres para regular a concentração de oxigênio nas regiões oceânicas mais impactadas pelo aquecimento global, segundo informou o site InHabitat.
Além do método orgânico de filtragem do oxigênio, a estrutura também vai contar com um sistema capaz de transformar a água do mar em líquido potável, eliminando os sais, as propriedades peculiares e todos os resíduos encontrados no oceano, tornando a água própria para consumo, não apenas dentro da cápsula, mas também em terra firme.
Fonte: Ciclo Vivo

28 de abr. de 2020

Conheça as Casas Flatpack

As casas flatpack da Britespace são fornecidas em três tamanhos - Sasha Moravec

Há pouca dúvida de que a natureza cuidadosamente embalada de certos produtos de fabricantes de móveis suecos são um grande motivo para seu sucesso e, ultimamente, eles estão vendo como os kits flatpack podem ter um certo apelo para quem procura soluções alternativas de habitação. Aqui estão cinco casas das favoritas.

Seja a conveniência de uma construção rápida, de estilo pop-up, a capacidade de transportar kits completos de moradias para locais remotos ou o custo relativamente baixo, as casas pré-fabricadas flatpack estão emergindo como uma opção cada vez mais popular para "House_Hunters" em todo o mundo.

Às vezes elegantes, geralmente energeticamente eficientes e sempre comparativamente simples de construir, essas residências de dimensões reduzidas são vistas como complementos fofos no estilo Airbnb para alguns e soluções legítimas para crises imobiliárias por outros. Qualquer que seja o objetivo, há algo nas restrições de sua construção que produz casas frequentemente engenhosas com um certo charme simplista. Abaixo estão quatro outros modelos considerados particularmente fáceis para os olhos.

Casas Cubicco resistentes a furacões

Florida's Cubicco's line of flatpack homes include shelters that can withstand hurricane force winds

As Casas Cubicco da Flordia oferecem uma variedade de residências flatpack expansíveis, variando de pequenos abrigos a residências completas com dois quartos, escritório e cozinha. Construídos com madeira de origem sustentável, jardins verticais, telhados verdes e energia solar no terraço estão disponíveis como complementos, assim como sistemas de captação de água da chuva e baterias para a vida fora da rede. Uma coisa que todos têm em comum, no entanto, é a capacidade de suportar velocidades de vento no nível do furacão de até 290 km / h. Os preços começam em US $ 58.500 para uma unidade básica de autoconstrução

Casas Britespace, da Avava Systems

A casa flatpack Britespace custa US $ 90.000 - US $ 184.000, sem incluir a instalação - Sasha Moravec

Também disponível em várias configurações, a casa flatpack Britespace foi construída para operar dentro ou fora da rede, com opções para captação de água da chuva, energia solar na cobertura e armazenamento de bateria. A montagem leva cerca de seis semanas, com o estuque retratado e o revestimento de madeira resistente às intempéries entre as opções para a fachada. O interior é acabado com uma mistura de bom gosto de materiais de alta qualidade, como bambu maciço, armários de bordo e piso de carvalho. Os preços começam em US $ 90.000, sem incluir a instalação.

Casa M.A.Di, de Renato Vidal

A casa pré-fabricada e dobrável M.A.Di leva menos de um dia para ser instalada - M.A.Di

O arquiteto italiano Renato Vidal criou esta casa a partir de madeira laminada cruzada e o fez de maneira a permitir que os módulos flatpack sejam enviados e dobrados no local, formando uma casa completa de dois andares em menos de um dia. A casa desdobrada tem uma altura de 6,5 m (21,3 pés) e pode ser estendida longitudinalmente simplesmente adicionando mais módulos. Os acabamentos, como pisos e paredes internas, são montados em pranchas de montagem e também podem ser instalados no mesmo dia, com toda a estrutura projetada para suportar terremotos. O preço de uma casa M.A.Di começa em cerca de € 800 (US $ 933) por metro quadrado.

Casas Plús Hús, de Minarc

A Casa Plús Hús é construída usando painéis mnmMOD, que são pré-fabricados fora do local usando poliestireno extrudado certificado e 30% de aço reciclado.

Esta casa plana de 30 metros quadrados pode ser montada em alguns dias depois de chegar ao local devidamente preparado, com todos os acabamentos cortados no tamanho para reduzir o desperdício, os custos e o tempo de construção no local. Os painéis mnmMOD que substituem a moldura tradicional de madeira são feitos de materiais reciclados e têm altos valores de isolamento, com a fabricante Minarc alegando que o Plús Hús é 40% mais eficiente em termos de energia do que as casas tradicionais.

Inspirado pela atual escassez de moradias na Califórnia, o Plús Hús está disponível em três tamanhos, variando de um módulo básico à unidade Plús Hús completa, com banheiro, cozinha e todos os encanamentos, eletrodomésticos e armários. Os preços variam de US $ 37.000 a US $ 49.000.

Kiss House

A casa flatpack da Kiss House está disponível nas versões de dois, três e quatro quartos

Construída de acordo com os padrões da Passivhaus, o padrão-ouro para a eficiência energética, a Kiss House utiliza madeira laminada cruzada como material principal, que está rapidamente ganhando reconhecimento como uma alternativa sustentável para a construção. Está disponível em três tamanhos diferentes, variando de uma opção de dois quartos a uma casa de quatro quartos com uma área útil de 85,8 metros quadrados (923,5 pés quadrados).

Elas chegam como pilhas de painéis pré-fabricados fora do local que podem ser montados em uma laje de concreto preparada em três a quatro dias. Essas 'flatpacks' podem ser transportadas por estrada ou mar para qualquer lugar do mundo e formar habitações configuráveis para atender às necessidades de cada cliente. Como orientação, o preço começa em aproximadamente £ 2.000 (cerca de US $ 2.550) por metro quadrado.

Fonte: New Atlas


27 de abr. de 2020

Engenheiros agrônomos ensinam como fazer horta em casa


Nos últimos anos, o hábito de cultivar horta em casa cresceu e está se popularizando no Brasil. No Pará, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado (Emater) aproveitou o período de isolamento social para elaborar uma cartilha completa de como fazer uma horta em casa. Além de se constituir como um item de segurança alimentar para as famílias, a prática serve também como terapia.
As hortaliças podem ser cultivadas em varandas, áreas de serviço, calçadas e quintais. O importante é se organizar e seguir alguns critérios básicos como: espaço com boa luminosidade, arejado, de fácil acesso, próximo de alguma fonte de água e que não permita encharcamento do solo. Outra dica é evitar que muitas pessoas circulem pelo local para evitar acidentes domésticos.
Para o engenheiro agrônomo da Emater, Valdeides Lima, a preferência é por culturas do grupo das folhosas, já que se adaptam melhor ao estilo de cultivo em vasos e jardineiras, além de serem utilizados como temperos regionais, sendo as mais comuns o coentro ou cheiro-verde, cebolinha, alface, couve e chicória.
“Além de servir para fins terapêuticos, o cultivo de hortaliças em casa proporciona segurança alimentar a família, já que vão consumir alimentos saudáveis. A cartilha é completa e aborda sobre espaço, adubo, culturas, preparo e colheita”, afirma Lima, que é também mestre em irrigação.
O profissional acrescenta, ainda, que uma prática que deve ser adotada é o reaproveitamento de recipientes que seriam descartados e que podem proporcionar um bom local de desenvolvimento às plantas: baldes de tintas, vasilhas de manteiga, garrafas pets, caixotes, estruturas de tábuas, tubos PVC, entre outros.
“É importante também escolher um bom adubo para o plantio. Com isso, basta ter a iniciativa de começar, de aproveitar o tempo livre e se dedicar a construção da horta e seguir os passos corretamente”, ressalta.
Além de Lima, a cartilha também foi elaborada pela engenheira agrônoma Lidiane de Souza Silva, que é especialista em Gestão Pública.
Acesse aqui a cartilha da Emater sobre horta em casa.
Fonte: Ciclo Vivo


22 de abr. de 2020

Geladeira de argila pode refrigerar alimentos sem eletricidade

Uma geladeira não é um produto acessível para milhões de famílias carentes em todo o mundo – o eletrodomésticos é um dos mais caros e, além do preço, o equipamento também precisa de acesso à eletricidade. Além disso sua produção e uso geram impacto ambiental negativo.
Uma solução está em um material simples, usado muitas vezes em filtros de água: a argila. Sem usar eletricidade, estas geladeiras estão sendo fabricados ao redor do mundo, oferecendo uma possibilidade acessível e ecológica para quem precisa refrigerar alimentos, mas não tem condições de pagar por uma geladeira elétrica ou acesso à rede de eletricidade no local onde vive.

A água evapora e leva junto o calor

A Ecoplanet é uma geladeira feita com lama e areia, 100% ecológica e capaz de garantir temperaturas baixas sem o uso de eletricidade.  Desenvolvida por uma empresa mexicana chamada Depresa, o equipamento foi criado para as famílias que moram em regiões carentes onde não há eletricidade, para que os alimentos possam ser conservados por mais tempo.
A aparência é de um grande jarro de cerâmica e seu funcionamento ocorre por princípios físico-químicos: são dois recipientes de argila, separados por uma grossa camada de areia e terra. O equipamento é colocado a meia sombra e, quando a água da areia evapora, a temperatura da estrutura cai, garantindo alimentos frescos e conservados por muito mais tempo.



Desde 2015 os produtos da empresa são comercializados e recentemente foram incluídos em ações públicas de desenvolvimento social para garantir uma melhor qualidade de vida para famílias carentes ou que vivem em áreas rurais do México.
No vídeo abaixo, é possível ver como é a fabricação de geladeiras semelhantes no Marrocos:






Tecnologia indiana

Na Índia, o artesão Mansukhbai Prajapati, criou um refrigerador que não precisa de eletricidade para funcionar motivado por dificuldades financeiras que estava enfrentando.



Batizado de MittiCool, o refrigerador feito de argila consegue deixar os alimentos frescos por três dias, graças à uma câmara de água na parte superior do produto. Quando evapora, a água escorre pelas laterais da parede de cerâmica da geladeira, que têm 4 tipos diferentes de argila, fazendo com que os mantimentos continuem frescos. Ainda existe uma torneira na parte frontal, com água para ser consumida.
A temperatura da MittiCool pode ficar em torno de 8° C e o equipamento pode fazer uma grande diferença para quem não têm acesso à eletricidade e nem condições de ter uma geladeira comum.



Cada MittiCool é vendida pelo equivalente a R$ 135, o que garante o acesso a pessoas que não podem pagar por uma geladeira comum, além do fato de não precisar de energia – outro custo ou recurso não disponível para todos.
Veja abaixo um vídeo (em inglês) sobre as geladeiras de argila indianas:


Fonte: Ciclo Vivo

16 de dez. de 2019

Companhia aérea troca descartáveis por copos comestíveis

Pense em uma mistura de farinha de trigo, açúcar, ovo e baunilha. Já temos a base para fazer um biscoito, correto? É mais ou menos isso que a empresa Twiice faz: biscoitos em forma de copos. A companhia aérea Air New Zealand decidiu investir no produto e já oferece aos passageiros os inusitados utensílios para servir café.
Segundo a fabricante, os copos não apenas são comestíveis como também gostosos. Com sabor predominante de baunilha, eles não vazam e resistem o suficiente para serem consumidos logo após a ingestão de um cafezinho quente ou de um gelado sorvete. Devido à natureza artesanal do produto, tamanhos e formas variam.
Quem não poderá usufruir dos biscoitinhos são os veganos, uma vez que a composição leva ovo e ainda pode conter vestígios de laticínios. Entre os planos da Twiice está a criação de uma xícara de chocolate e também uma versão sem glúten.

Sem plásticos nas alturas

A opção ecológica vai ajudar a Air New Zealand que serve, anualmente, oito milhões de xícaras de café. A companhia já havia empregado copos compostáveis a base de plantas, mas em busca do “lixo zero” tem testado outras soluções. Inclusive incentiva os viajantes a levaram seus próprios copos reutilizáveis.
Sendo a principal linha aérea da Nova Zelândia, a empresa afirma que conseguiu substituir 24 milhões de produtos plásticos descartáveis por alternativas de menor impacto ambiental no último ano.
Além dos copos, trocou pacotes plásticos individuais de molho por molhos servidos em utensílios reutilizáveis nas cabines Business Premier na América do Norte e Hong Kong. Garrafas descartáveis de água ​​foram removidas de voos regionais: livrando os aterros de receberem mais 460 mil garrafas.
Fotos: Twiice
Com as mudanças, o peso da aeronave também foi reduzido, o que impactará na diminuição das emissões de carbono em mais de 300 toneladas por ano -, de acordo com os cálculos da própria companhia. Esse último ponto é chave para discutir o setor aéreo e suas contradições inerentes ao setor, uma vez que em 2018 apenas a aviação civil respondeu pela emissão de 918 milhões de toneladas de dióxido de carbono.
Alguns esforços que vêm sendo testados pelo mundo:
Apesar da criação de copos e talheres comestíveis e/ou compostáveis não ser mais novidade, empregá-los comercialmente ainda é um desafio encarado por poucos. Lembre-se de outras soluções:
Fonte: Ciclo Vivo

10 de dez. de 2019

Casa com autonomia energética e resistente a enchentes é construída por estudantes










Uma casa moderna, aberta e flexível. Assim se apresenta um projeto de estudantes de arquitetura no Kansas, EUA. O grupo projetou e construiu duas residências “inteligentes” que agregam características tecnológicas e eficientes ambientalmente.
Anualmente, o país norte-americano é acometido por grandes enchentes. Além dos casos mais “corriqueiros” estima-se que o nível do mar poderá aumentar um metro até 2100 e, em um cenário mais preocupante, mais de dois metros. Neste sentido, arquitetos estão adaptando suas ideias em estruturas que possam resistir às mudanças climáticas. O projeto dos estudantes entra nesta lógica: casas flutuantes de vidro localizadas em uma planície de inundação, cujas bases são elevadas e o acesso se dá por rampa.
A água que cai da chuva, por exemplo, é canalizada por meio de canos subterrâneos e usada para as plantações nativas. Além disso, superfícies permeáveis garantem melhor absorção do volume de água.

Fotos: Corey Gaffer | Studio 804
Também dentro de cada residência foram instalados equipamentos de baixo fluxo com classificação WaterSense: programa dos EUA que reúne marcas preocupadas com o uso consciente da água. Ainda o aquecedor de água com bomba de calor possui o selo Energy Star – padrão internacional para o consumo eficiente. Luzes, persianas e termostatos podem ser controlados pelo telefone.
Em ambas as residências a entrada de luz natural é abundante, principalmente nos quartos. Mas, há também espaços com vidros que bloqueiam 80% da iluminação solar – uma escolha estratégica para controlar a temperatura interna.
Fotos: Corey Gaffer | Studio 804

Os vidros ainda garantem uma vista exuberante da vegetação ao redor, uma vez que as casas estão bem próximas de um parque local, o Brook Creek Park.
Outra economia energética se dá pelo uso de invólucro altamente isolado, sistema de ventilação eficiente e 18 painéis solares no telhado. Tudo foi feito para atingir o “Net Zero Energy”, ou seja, garantir que toda a demanda de energia seja suprido por sua própria produção. Com tantas soluções aplicadas para contribuir com a redução do uso de energia e água, não é à toa que o projeto ganhou a certificação máxima LEED Platinum.


Fotos: Corey Gaffer | Studio 804
Todo esse trabalho foi criado por meio do Studio 804, um estúdio de design de arquitetura desenvolvido pelo professor Dan Rockhill na Universidade do Kansas.
Fonte: Ciclo Vivo