A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
No fim de 2012 o Brasil vai passar por uma grande mudança na sua rede elétrica para a instalação do sistema Smart Grid. Essa rede inteligente vai permitir o acompanhamento do consumo em tempo real e outras novidades.
A maior mudança visual será o medidor: a Aneel vai aposentar o analógico e colocará o digital que exibe os dados de consumo real da casa e vai marcar cada informação utilizando redes de telecomunicação. Cada novo medidor vai custar entre R$200 e R$300 para a Agência.
Paralela a mudança dos medidores, toda a rede de transformadores, chaves, equipamentos e infraestrutura das concessionárias também serão atualizados. Esse processo deve demorar de 18 a 24 meses e já está em testes em algumas cidades como Sete Lagoas, em Minas Gerais.
Este tipo de sistema, já utilizando em diversos países, por ser digital e ter seus dados levados à redes de telecomunicações, permite ao usuário acompanhar as informações de consumo no site da concessionária de energia, geralmente com gráficos bastante úteis para descobrir como você consome e como pode reduzir.
Uma boa novidade da nova rede inteligente é para quem gera energia na própria casa (solar, eólica, pedalando uma bike modificada (?) ou qualquer outra alternativa) que poderá vendê-la para as concessionárias!
Além disso existirá um horário de pico, das 19h às 22h, que a energia vai ser mais cara. Também será possível medir os gastos em energia, para apontar em qual horário existe um desperdício maior.
Alguém aí é de Sete Lagoas, ou de outra cidade que esteja testando o Smart Grid? Conhece alguém? Comente aí se o sistema é tão legal quanto parece.
Fonte: Eco4planet
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