A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Projeto "Plantando na Cidade" na Faculdade Cantareira, uma alternativa barata e eficaz / Foto: Divulgação
O projeto “Plantando na Cidade” é uma iniciativa desenvolvida pelo professor Marcos Victorino, da Faculdade Cantareira, de São Paulo. A ideia é trazer uma horticultura sem solo, ou seja, uma horta em terraço. O projeto traz uma solução barata e eficaz para trazer mais verdes às grandes metrópoles, que sofrem com a falta de espaço por conta do crescimento urbano.
O “Plantando na Cidade” é um projeto de hortas suspensas sobre telhas em espaços pouco valorizados da metrópole, como lajes e quintais em terrenos de imóveis comerciais ou residenciais. As hortas foram plantadas no Colégio Jardim São Paulo, na Zona Norte, e no próprio campus da Faculdade Cantareira, no bairro do Belém, ambos na capital paulista, além de atendimento a projetos particulares.
A produção da horta do colégio tem a participação dos alunos do ensino fundamental e vai direto para a merenda das crianças. As verduras e legumes também são consumidos localmente, na região do bairro do Belém. Esse é um dos benefícios: os vegetais vão direto da terra para o prato. Na Faculdade Cantareira, os próprios alunos do curso Superior de Agronomia cuidam, consomem e realizam pesquisas nas hortas.
O método da produção nas telhas pode ser adaptado para qualquer espaço, desde que haja incidência de sol. A horta pode ser construída com telhas a partir de um metro de comprimento. Uma telha de quatro metros custa em média R$ 150. Ainda há o custo com terra e sementes, normalmente encontradas a um preço acessível. O que barateia este sistema de horta suspensa é que a própria telha garante uma impermeabilização adequada. O escoamento da água deve ser feito diretamente para uma calha ou ralo existentes no local.
A horta pode ser irrigada manualmente ou também pode ser instalado um sistema de gotejamento para a manutenção diárias das plantas.
Fonte: CicloVivo
ACHO UM FANTASTICO PROJETO EM QUE MUITA GENTE DEVE PARTICIPAR
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