Trazer o verde para dentro de casa é uma das maneiras mais agradáveis de transformar os ambientes. E não é preciso ter um grande quintal para isso. Mesmo em apartamentos, varandas pequenas ou áreas com pouco espaço, um jardim vertical pode ser uma excelente alternativa para aproximar a natureza do dia a dia. Além de valorizar a decoração, os jardins verticais aproveitam paredes e espaços que muitas vezes ficariam vazios, criando uma solução funcional, bonita e alinhada aos princípios de uma habitação mais sustentável. Por que investir em um jardim vertical? Em cidades cada vez mais urbanizadas, a presença de plantas nos ambientes pode contribuir para criar espaços mais agradáveis e acolhedores. Um jardim vertical transforma uma simples parede em um elemento vivo, trazendo textura, cor e uma sensação de conexão com a natureza. Entre as principais vantagens estão: melhor aproveitamento dos espaços; valorização estética de paredes internas e externas; possibilidade de cultivar diferentes ...
Casa foi projetada por estudantes da Universidade Politécnica de Catalunya



Casa a energia solar é totalmente sustentável
Ao longo dos anos, o Decathlon Solar (uma competição organizada pelo Departamento de Energia dos EUA) exibiu uma miríade de concepções de eficiência energética que influenciou significativamente estudantes e pesquisadores. No ano passado não foi diferente, como o LOW3, uma casa auto-sustentável a energia solar, projetada por estudantes da Universidade Politécnica de Catalunya (UPC), e que levou o prêmio máximo na categoria de Arquitetura.
Projeto teve orientação holística
Formas auto-sustentáveis são uma faceta elementar da LOW3, especialmente as relativas ao seu âmbito de atuação. Os projetistas decidiram fazer a abordagem holística para esta estrutura exclusivamente movido a energia solar. Isso significa que o atributo coletivo do projeto, desde a sua concepção, tenha se baseado no conceito de sustentabilidade, desde o uso de matérias favoráveis à manutenção geral e de fácil atualização, reciclagem e renovação.
A partir da perspectiva de baixo consumo de energia e baixo efeito bio-climático, os materiais e componentes já haviam sido selecionados em relação ao seu LCA (análise de ciclo de vida). A estrutura "verde" também tinha sido encarada como um elemento que contribui para a densidade espacial urbana eficiente. Assim, o recurso coletivo não se limita apenas aos componentes constitucionais da estrutura singular, mas estende-se o âmbito de uso do solo ao redor. E, portanto, finalmente, a combinação bem sucedida do estudo detalhado da literatura e sua aplicação no lado prático das coisas, acabaram por converter esta fascinante casa solar em um laboratório vivo.
Fonte: e&a
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