A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Uma nova tecnologia está sendo testada na Irlanda e na Escócia para minimizar o problema do lixo nas cidades.
Na verdade, não é exatamente uma nova tecnologia, somente uma velha ideia repaginada e “esverdeada” com energia limpa.
Várias cidades já instalaram as ‘Big Belly’, lixeiras computadorizadas, movidas a energia solar. Além de compactarem o lixo, o que as faz armazenar oito vezes mais material do que um compartimento normal de mesmo tamanho, elas ainda enviam um e-mail alertando quando precisam ser esvaziadas.
E tudo isso funciona com apenas oito horas de luz por mês. Segundo o Daily Mail, ela foi criada pela Kyron e custa £3.200 (é…carinha).
A ideia é bem bacana: a lixeira demora mais para ficar cheia, o caminhão de lixo roda menos e só sai para a coleta quando precisa, e há uma divisória para material reciclável.
Só precisa agora contar com a educação das pessoas – afinal, o lixo não vai parar lá dentro sozinho.
Fonte: InfoAbril Via: Eco4planet
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