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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

7 de set de 2011

Jovem de 13 anos melhora captação solar em até 50% usando Fibonacci


Esboço do espiral de folhas com sequencia de Fibonacci
Células solares são legais mas pouco eficientes. Aidan Dwyer, com apenas 13 anos, parece ter descoberto uma forma de melhorar issoem 50% e tudo começou com uma simples caminhada pela floresta.
Aidan medindo o padrão espiral

Aidan notou que as folhas das árvores seguiam um certo padrão de orientação e ângulo, e imaginou que isso se devia a uma organização otimizada para o aproveitamento dos raios solares, afinal, a seleção natural fez seu trabalho ao escolher as melhores.

O jovem começou então a fazer calculos para tentar entender a sequencia e deve ter se surpreendido, ou surpreendeu aos seus professores, quando notou que era nada menos que a sequência de Fibonacci, criada pelo matemático italiano Leonardo Pisano no século XIII, e que justamente é usado descrever diversos padrões encontrados na Natureza.
Diagrama do modelo árvore desenhado por Aidan no computador
Nosso pequeno Aidan resolveu experimentar: com um número igual e células solares ele as montou de duas formas, uma do modo tradicional, e outra segundo a sequencia de Fibonacci que ele identificou nas árvores, em um padrão de espiral. Vamos aos resultados:
A disposição a lá árvore teve aproveitamento 20% superior ao tradicional, em média, e os resultados ficaram ainda mais interessantes em dezembro, no inverno do hemisfério norte, quando o Sol está mais baixo no céu – nessas circunstâncias a melhora foi de 50%, e ainda conseguiu coletar energia solar por mais tempo ao longo do dia.
Estrutura tradicional versus posicionamento inspirado em árvores e sequencia de Fibonacci
 
Graças a sua descoberta o pequeno Aidan recebeu o prêmio de jovem naturalista do Museu Americano de História Natural (onde você pode ver todo o detalhamento do estudo) e está em vias de patentear o invento, o que pode ser bom para ele, afinal é justo que ganhe pela ideia, mas pode encarecer e dificultar a difusão do formato.
De toda forma, é um tanto vergonhoso para as empresas e estudiosos do setor verem um jovem de 13 anos conseguindo tamanha proeza, mas a sociedade agradece.
Fonte: AMNH via Rotina Digital e Eco4planet || valeu @alinelemos