A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Não é de hoje que mostramos aqui como as melhores ideias são também as mais simples. Outra prova disso é esse conceito de amplificador de celular criado pelo designer Anatoliy Omelchenko e batizado de iBamboo. Trata-se de um pedaço do bambu com um furo na parte de cima onde se coloca o aparelho, e o próprio formato do tronco se encarrega da ampliação do volume – sem eletricidade, sem botões, sem cabos, sem nenhum outro material. Simples, assim!
Para usar o iBamboo não é preciso tomada, cabos ou nenhum outro apetrecho. Basta encaixar o celular no local indicado e ouvir o resultado. Após sua vida útil, o amplificador pode ser simplesmente quebrado em pedacinhos e colocado na composteira.
Veja como funciona (em inglês):
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Por enquanto, o protótipo só funciona com aparelhos do modelo iPhone 4. Outro problema, segundo o próprio criador, é a qualidade do som – que ainda não é ideal.
Mas se por um lado o modelo tem seus defeitos, por outro, ele é só vantagens. “O bamboo é resistente, mais flexível e tolerante que o plástico ou alguns metais. Além disso, como o bambu é um material natural, não existem dois iBamboos iguais. Todas as peças passam por parâmetros de funcionalidade, mas cada uma tem uma aparência e beleza única. Por fim, o iBamboo melhora o feng-shui da sua mesa ou qualquer outro lugar que o coloque”, diz.
Investimento colaborativo
O iBamboo ainda não está sendo fabricado. Mas a intenção do seu criador é fazer isso o quanto antes. Pensando nisso, ele inscreveu sua invenção em um site de financiamento colaborativo. Assim como os designers brasileiros que estão tentando fabricar porta-laptops sustentáveis, Omelchenko precisa atingir uma cota de investidores para colocar seus planos em ação.
Ele tem até o dia 9 de julho para conseguir US$10 mil em investimentos. Qualquer pessoa pode ajudar com doações a partir de US$5,00. Os apoiadores receberão desde um “caloroso obrigado” até um iPhone4 junto com um modelo do iBamboo.
Fonte: EcoDesenvolvimento
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