A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Não é de hoje que a humanidade utiliza a energia eólica. Cerca de 200 anos antes de Cristo, na Pérsia antiga (onde hoje fica o Irã), a população construía moinhos de vento para bombear água e moer grãos. De lá para cá, muita coisa mudou e, atualmente, enormes cata-ventos – ou aerogeradores –, acionados pela força dos ventos, têm sido empregados em várias partes do mundo para gerar eletricidade.
A energia eólica também é usada no Brasil, um dos países mais ricos em potencial e aproveitamento de energia renovável. Alguns parques eólicos já estão em funcionamento e outros devem entrar em operação nos próximos anos. A Eletrobras, por meio de suas empresas, tem participação em 11 empreendimentos nas regiões Sul e Nordeste, que somam 530 MW de potência instalada e representam investimentos de mais de R$ 2,5 bilhões.
Um deles é a Central Geradora Eólica Casa Nova, na Bahia, com 180 MW. Quando começar a funcionar, será um dos maiores projetos de energia eólica do país em potência instalada.
Destaque também para o Complexo Eólico Cerro Chato, em Sant’Ana do Livramento, no Rio Grande do Sul, na fronteira com o Uruguai, com capacidade instalada de 90 MW. Os projetos Cerro Chato I, II e III, com potência de 30 MW cada um, estão atualmente entrando em operação.
Dentro de dois anos, quando todos os empreendimentos da Eletrobras no setor eólico estiverem em operação, a produção anual média será de cerca de 2 milhões de MWh, energia elétrica suficiente para abastecer uma cidade como São Paulo por um mês.
[Repostado de Energia no Brasil]
Estamos no caminho certo, mas ainda há muito trabalho para se fazer. Como comparativo, só a Usina Hidrelétrica de Itaipu produz cerca de 45 a 50 vezes mais energia elétrica. Sou só eu que olho para os bilhões gastos com reformas para a Copa do Mundo e penso que poderiam ser mais bem empregados?
Fonte: Eco4planet
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