A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Essa cadeira de rodas tem dois grandes diferenciais: Os “remos”, bem aparentes e suas peças de bicicletas!
Pensada e desenvolvida para países em desenvolvimento, a cadeira Leveraged Freedom Chair tende a se mover como uma mountain bike sendo guiada por suas grandes alavancas.
É como numa bicicleta com marchas: ela utiliza um sistema de níveis de aderência (mais aderência = mais torque, menos aderência = mais velocidade angular) e você controla isso usando as alavancas.
O melhor disso tudo? Se algo quebrar você pode ir direto para a bicicletaria do seu bairro, pois as peças são compartilhadas.
O segundo modelo do LFC é só para países de primeiro mundo. A proposta é a mesma, só que com menos peso e materiais mais modernos. Quem compra um desses no primeiro mundo paga U$ 3000, mas ajuda o terceiro mundo doando três cadeiras da versão mais simples.
Fonte: Eco4planet Via Gizmodo
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