As tintas convencionais liberam compostos orgânicos voláteis (COVs) — substâncias tóxicas e potencialmente cancerígenas — que continuam sendo emitidas por semanas ou até meses após a aplicação, prejudicando a qualidade do ar interno e a saúde dos ocupantes. As "tintas ecológicas", por outro lado, são formuladas para eliminar ou reduzir drasticamente esses componentes nocivos, oferecendo uma alternativa mais segura para você e para o planeta. O que realmente define uma tinta ecológica? Nem toda tinta à base d'água é ecológica. Para ter esse apelo de verdade, ela precisa: - Ser "livre de COVs" ou ter níveis extremamente baixos; - Não conter solventes derivados do petróleo, metais pesados, formoldeído ou amônia; - Utilizar "pigmentos naturais ou minerais" em sua composição. Geralmente, as linhas ecológicas de marcas conhecidas já trazem essa indicação no nome ou na embalagem e são encontradas facilmente em lojas especializadas. Tintas naturais: tinta ...
Centenas de painéis de malha sintética compõem a Torre Blooming - projetada pelo escritório francês Mekene Architecture para Dubai, nos Emirados Árabes. Assim como as pétalas de uma flor, essas estruturas coletam o orvalho do ar durante a noite. Armazenada, a água condensada é capaz de abastecer toda a edificação.
Mas, essa não é a única função desta fachada dinâmica. Quando o vento sopra contra o edifício, os painéis vibram e acionam geradores piezolétricos presos a eles que são capazes de gerar energia elétrica para todo o arranha-céu.
O formato dos painéis remete às tendas do deserto e à vela de uma embarcação, em uma alusão direta feita pelos autores do projeto à relação intensa que a cidade tem com o mar e com o deserto. Presos a uma estrutura metálica, as “velas” atuam como brises-soleil durante o dia, quando permanecem na posição vertical para proteger o edifício da insolação excessiva. Nesta posição, os painéis criam um grande túnel que favorece a ventilação natural por efeito chaminé.
A fachada em estrutura metálica e painéis de membrana percorrem o edifício do topo até a base, onde se converte em uma grande cobertura que abriga um jardim, playground, biblioteca e salas de conferência. No topo da torre haverá um mirante e um café.
Mas, essa não é a única função desta fachada dinâmica. Quando o vento sopra contra o edifício, os painéis vibram e acionam geradores piezolétricos presos a eles que são capazes de gerar energia elétrica para todo o arranha-céu.
O formato dos painéis remete às tendas do deserto e à vela de uma embarcação, em uma alusão direta feita pelos autores do projeto à relação intensa que a cidade tem com o mar e com o deserto. Presos a uma estrutura metálica, as “velas” atuam como brises-soleil durante o dia, quando permanecem na posição vertical para proteger o edifício da insolação excessiva. Nesta posição, os painéis criam um grande túnel que favorece a ventilação natural por efeito chaminé.
A fachada em estrutura metálica e painéis de membrana percorrem o edifício do topo até a base, onde se converte em uma grande cobertura que abriga um jardim, playground, biblioteca e salas de conferência. No topo da torre haverá um mirante e um café.
Fonte: inhabitat.com Via: Arqbacana
Comentários
Postar um comentário