A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Centenas de painéis de malha sintética compõem a Torre Blooming - projetada pelo escritório francês Mekene Architecture para Dubai, nos Emirados Árabes. Assim como as pétalas de uma flor, essas estruturas coletam o orvalho do ar durante a noite. Armazenada, a água condensada é capaz de abastecer toda a edificação.
Mas, essa não é a única função desta fachada dinâmica. Quando o vento sopra contra o edifício, os painéis vibram e acionam geradores piezolétricos presos a eles que são capazes de gerar energia elétrica para todo o arranha-céu.
O formato dos painéis remete às tendas do deserto e à vela de uma embarcação, em uma alusão direta feita pelos autores do projeto à relação intensa que a cidade tem com o mar e com o deserto. Presos a uma estrutura metálica, as “velas” atuam como brises-soleil durante o dia, quando permanecem na posição vertical para proteger o edifício da insolação excessiva. Nesta posição, os painéis criam um grande túnel que favorece a ventilação natural por efeito chaminé.
A fachada em estrutura metálica e painéis de membrana percorrem o edifício do topo até a base, onde se converte em uma grande cobertura que abriga um jardim, playground, biblioteca e salas de conferência. No topo da torre haverá um mirante e um café.
Mas, essa não é a única função desta fachada dinâmica. Quando o vento sopra contra o edifício, os painéis vibram e acionam geradores piezolétricos presos a eles que são capazes de gerar energia elétrica para todo o arranha-céu.
O formato dos painéis remete às tendas do deserto e à vela de uma embarcação, em uma alusão direta feita pelos autores do projeto à relação intensa que a cidade tem com o mar e com o deserto. Presos a uma estrutura metálica, as “velas” atuam como brises-soleil durante o dia, quando permanecem na posição vertical para proteger o edifício da insolação excessiva. Nesta posição, os painéis criam um grande túnel que favorece a ventilação natural por efeito chaminé.
A fachada em estrutura metálica e painéis de membrana percorrem o edifício do topo até a base, onde se converte em uma grande cobertura que abriga um jardim, playground, biblioteca e salas de conferência. No topo da torre haverá um mirante e um café.
Fonte: inhabitat.com Via: Arqbacana
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