A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Nós já falamos que a relação catraca/energia não fica só na propaganda. Mas faltava um bom projeto para utilizar essa nova matriz de energia limpa. Bem, faltava. Pois já existe um projeto para utilizar a rede de catracas paulista para gerar energia elétrica!
São mais de dois milhões de pessoas, por dia, rodando as catracas do metrô. O projeto foi concebido por três alunos da Faculdade de Engenharia Industrial, a FEI, quer utilizar toda essa energia cinética, que faz a catraca rodar, para gerar eletricidade. Renato Góis Figueiredo, Lucas Rodrigues Lamas e Tatiane da Silva querem colocar geradores elétricos em cada uma das roletas da cidade.
O projeto já venceu, no ano passado, um importante concurso de iniciativas para produção de energia, o EDP University Challenge.
A ideia é ótima, mas existe um problema para o futuro:
Essas da foto são as novas catracas do metrô paulista. Elas não são “catracas”, exatamente. De qualquer forma, o governo pode facilmente colocar modelos de catraca tradicionais para incentivar a geração de energia limpa e, melhor ainda, expandir o gerador para todas as portas e catracas de locais e transportes públicos.
Fonte: Eco4planet
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