A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Cremar? Enterrar? Ser jogado ao mar? Não, nenhuma dessas. Pra mim o jeito mais bacana de “dizer adeus” era lançar um caixão no espaço. Era. Pois com essa Bios Urn, meu sonho agora é ajudar uma árvore a nascer.
Não, nada de reencarnação. A criação do designer espanhol Martin Ruiz é puramente ecológica. A Bios Urn é um recipiente feito de materiais biodegradáveis para guardar restos humanos e mistura-los com nutrientes. Ao ser enterrada, começa um processo para que uma árvore germine a partir daí. E ainda há a possibilidade da família escolher qual árvore será plantada em sua urna (claro que você pode tomar essa decisão e avisar todo mundo antes de partir dessa para uma melhor).
Não há informação sobre preço, pois ainda é só um conceito. Mas eu acredito que ajudar um carvalho a nascer vai sair bem mais barato do que lançar o corpo no espaço.
Fonte: Eco4planet
Fonte: Eco4planet
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