A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Aconteceu de 19 de abril à 26 de junho no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) duas exposições sobre arquitetura e sustentabilidade, foi uma bela oportunidade para quem deseja conhecer um pouco mais sobre projetos que tem sido feitos aqui no Brasil e fora dele.
A exposição Morada Ecológica, na Grande Sala, pretendeu demonstrar como a sustentabilidade tem influenciado a arquitetura do século 21 ao redor do mundo. A coleção francesa de mais de 50 projetos pioneiros em arquitetura sustentável marca a parceria do MAM-SP com a Cité de l’Architecture et du Patrimoine, que recebe em contrapartida a mostra Burle Marx 100 anos: a permanência do instável.
“A palavra-chave da exposição que foi proposta por Dominique Gauzin-Müller, curadora-geral, é a abordagem dita holística, uma iniciativa global e multidisciplinar que amplia a reflexão dos atores e dos campos conectados à arquitetura: sociologia, economia, filosofia… Os projetos aqui apresentados ilustram essa iniciativa e são testemunha de que, além de a tomada de consciência ser internacional, ela também já é realidade na área”, define em seu texto para a mostra o presidente da Cité de l’Architecture & du Patrimoine, François de Mazières.
Mais informações sobre curadoria, arquitetos e produção da exposição Morada Ecológica no site do MAM: http://www.mam.org.br/exposicoes/ver/morada-ecologica#conteudo
A segunda exposição, chamada Razão e Ambiente, apresentou uma perspectiva mais regional, trazendo soluções arquitetônicas ecológicas criadas aqui no nosso país e estará na Sala Paulo Figueiredo. A instalação tem curadoria de Lauro Cavalcanti e referências centrais os arquitetos Lina Bo Bardi, Sergio Bernardes eLúcio Costa e, pretende complementar a mostra da Grande Sala, potencializando o debate sobre o tema da sustentabilidade.
Essa mostra apresentou 21 projetos dos três arquitetos brasileiros e demonstra a preocupação desses profissionais com a relação harmônica das suas construções.
Para saber mais sobre a exposição no MAM:
Para saber mais sobre o projeto Razão e Ambiente: http://razaoeambiente.com.br/
Fonte: Atitudeco
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