A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Os arquitetos têm cada vez mais ideias visionárias em busca de edifícios sustentáveis. O exemplo mais recente vem de Londres, onde os profissionais da Brookfield Europe construíram um edifício de 148 metros de altura e que possui três turbinas eólicas acopladas à sua estrutura.
Os 42 andares da Torre Strata serão ocupados por cerca de mil moradores distribuídos nos 408 apartamentos de até 170 mil metros quadrados. Cerca de 8% de toda a energia consumida por essas pessoas virá das turbinas instaladas no topo do prédio.
Juntas, elas podem produzir até 50MWh de eletricidade por ano. Esse artifício, junto a outros como uso de ventilação natural, fachada térmica de alto desempenho, recuperação do calor, lâmpadas de baixa energia e controle de iluminação farão com que o prédio emita até 73.5% menos CO2 que um edifício similar.
Os responsáveis pela obra informaram ainda que 96% do lixo gerado ao longo da construção foi reciclado e que o condomínio ainda terá um sistema de reaproveitamento de água cinza.
Os apartamentos, que chegam a custar £ 2.5 milhões (cerca de RS 6.630 milhões) serão entregues no inicio de abril e reforçam a exigência do Reino Unido de ter apenas construções com zero carbono até 2019.
Fonte: Portalibahia
Comentários
Postar um comentário