A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
As lâmpadas de nanofibras não usam mercúrio, o que faz delas mais seguras e ambientalmente corretas/Foto: Divulgação
Uma nova tecnologia de iluminação capaz de ser mais eficiente do que as lâmpadas incandescentes comuns e as fluorescentes: assim são as lâmpadas de nanofibras, desenvolvidas recentemente por um grupo de pesquisadores dos Laboratórios RTI, nos Estados Unidos.
Segundo os cientistas, a novidade é mais eficaz do que as lâmpadas fluorescentes compactas (também conhecidas como “PL”) quando o assunto é a conversão da eletricidade em luz. Mas além da eficácia, a luminária à base de nanofibras também possui uma vantagem em relação às convencionais: não tem mercúrio na composição - fator que confere à ela o status de ambientalmente mais correta.
Construídas a partir de uma estrutura de nanofibras, as novas lâmpadas podem ser controladas com precisão desde o momento em que são fabricadas, o que não ocorre com os filamentos das incandescentes comuns. Dessa forma há um gerenciamento inédito da intensidade de luz emitida e da quantidade de eletricidade consumida.
Compostas por nanofibras, as novas lâmpadas são mais eficazes do que as fluorescentes comuns/Foto: Divulgação
De acordo com o site Inovação Tecnológica, os pesquisadores trabalharam com dois tipos de estruturas construídas com nanofibras: refletores de nanofibras e nanofibras fotoluminescentes, conhecidas como PLN (PhotoLuminescent Nanofibers).
Por emitirem luz a partir das nanofibras, as novas lâmpadas são classificadas como lâmpadas de estado sólido, a mesma categoria ocupada pelos Leds e Oleds.
Ecológicas
“Como a iluminação é responsável pelo consumo de quase um quarto de toda a eletricidade gerada, a nossa tecnologia pode ter um impacto significativo na redução do consumo de energia e nas emissões de CO2“, destacou Lynn Davis, coordenador da equipe que desenvolveu as lâmpadas.
Atualmente, os pesquisadores procuram parceiros na indústria para a viabilização da produção das novas lâmpadas em escala comercial. A expectativa é de que os primeiros produtos baseados na nova tecnologia deverão estar no mercado em um prazo máximo de cinco anos.
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