A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
O secretário-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), Sha Zukang, expôs na quinta-feira, 9 de fevereiro, um conjunto de prioridades que os Estados-Membros deveriam considerar antes da cúpula para que haja um quadro claro de ação durante o evento em junho, na capital fluminense.
“A Rio+20 deve levar a uma maior coerência, integração e implementação de nossos esforços pelo desenvolvimento”, defendeu Zukang à participantes do Fórum de Cooperação para o Desenvolvimento, promovido na sede da ONU, em Nova York.
O secretário-geral da Rio+20 delineou as sete áreas de prioridade que foram acordadas por Estados-Membros e partes interessadas para ajudar a guiar a criação de um quadro para avançar com economias verdes. Elas incluem:
Erradicação da pobreza e empregos verdes;
Energia;
Água;
Segurança alimentar;
Urbanização e desastres;
Oceanos e mares;
Mudanças climáticas e biodiversidade.
Zukang, que também é subsecretário-geral para assuntos econômicos e sociais, enfatizou que durante as discussões informais do rascunho zero do documento final da Rio+20, houve forte pedido para fortalecer a cooperação Sul-Sul no sentido de que os países compartilhem as lições aprendidas sobre os sete aspectos-chave.
O secretário-geral também sublinhou que os programas de cooperação para o desenvolvimento sustentável deveriam ser conduzidos pelos países beneficiários considerando suas prioridades e circunstâncias nacionais específicas.
“A Rio+20 é uma oportunidade para revigorar a cooperação para o desenvolvimento. Agora é a hora para uma discussão profunda sobre como se pode melhorar o apoio ao crescimento verde e o desenvolvimento sustentável”, acrescentou Zukang.
Fonte: Portal EcoD
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