A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Fotos: Divulgação
Por acaso já se imaginou no fundo de um mar que tivesse animais marinhos de diversas cores, tamanhos e origens, sem nem se molhar? Os visitantes do Water Cube, um aquário gigante em forma de cubo, terão uma sensação bem parecida. O cubo faz parte de uma exposição mundial para celebrar a harmonia dos cinco oceanos e a importância da preservação da fauna e flora marinhas, que acontecerá ainda este ano na cidade de Yeosu, Coreia do Sul.
A estrutura do aquário é vazada (como mostra a foto acima), proporcionando o espaço necessário para as pessoas circularem no ambiente rodeado por água. Constituído por várias bacias empilhadas, o cubo foi criado para mostrar os aspectos diversos dos cinco oceanos: mares, zonas tropicais, manguezais, recifes e outros.
E a sustentabilidade não está somente na teoria. As simulações do movimento e da temperatura das águas foram projetadas para acontecerem com ajuda do meio ambiente: cortinas controlam a penetração de raios ultravioleta (UV) e células solares fotovoltaicas geram a energia para a circulação de água e a geração de luz na edificação.
Com o intuito de causar o menor impacto ambiental possível, o aquário foi projetado para poder ser reutilizado após a exposição. As salas formadas pela estrutura podem facilmente ser adaptadas para um teatro, sala de concerto, espaço cerimonial, museu e até mesmo escritório.
O projeto foi idealizado pela agência holandesa MVRDV, em parceira com o governo sul-coreano.
Fonte: PortalEcoD
Comentários
Postar um comentário