A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
A frota de táxis londrinos passa por uma repaginada verde. No início de fevereiro, começaram a circular pela ruas da cidade os primeiros modelos do Fluence Z.E, o sedã da Renault totalmente movido a eletricidade.
Disponibilizados pela firma britânica de transporte sustentável Car Climate, o veículo é alimentado por baterias de lítio que proporcionam uma autonomia de 160 quilômetros sem emitir um grama sequer de CO2. Os carros podem ser encontrados no centro da cidade, região com maior concentração de estações de recarga elétrica. A tarifa é igual à cobrada pelos táxis tradicionais.
A iniciativa vai de encontro ao objetivo da capital britânica de realizar as Olimpíadas mais verdes de que se tem notícia. Outros projetos de transporte ecológico também estão em andamento. No ano passado, o governo iniciou a substituição dos icônicos “Black cabs” londrinos a diesel por modelos similares por fora, mas mais verdes sob o capô, já que contam com propulsão a hidrogênio. Com emissão zero de gases nocivos à atmosfera, os novos modelos liberam apenas água pelo escapamento.
Reformular a frota de táxis ajuda, mas não resolve o problema da poluição atmosférica. Para melhorar a qualidade do ar na cidade, o prefeito Boris Johnson resolveu apelar para uma “cola mágica”. Durante os próximos meses, as ruas da cidade vão receber uma solução química capaz de atrair partículas de poeira fina do ar e prendê-las ao asfalto.
Fonte: Info Via: Eco4planet
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