A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
No lugar do lixo, o destino final de garrafas PET pode ser virar matéria-prima para o verniz, substituindo derivados de petróleo. A técnica foi desenvolvida pelo químico Antonio Eduardo Ferreira Alves da Silva, no seu estudo de mestrado pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
O método transforma as garrafas plásticas usadas em um verniz em pó que pode ter várias aplicações: de utensílios domésticos a eletrônicos e indústria automotiva. Após serem moídas, as garrafas passam por um processo de degradação que altera seu peso molecular, possibilitando a formação do verniz sustentável.
O experimento faturou a última edição do prêmio de pesquisa da Associação Brasileira da Indústria do PET (Abripet). Segundo o pesquisador, o trabalho é importante porque aproveita um material que seria descartado.
O resultado já mostrou que o material é viável para diversos usos e aderiu bem às superfícies em que foi testado. No entanto, ainda precisa de aperfeiçoamentos antes de ser comercializado. Segundo o pesquisador, o material ainda é bastante duro.
Apesar do verniz em pó de Silva ainda estar restrito ao laboratório, já existem no mercado tintas e vernizes que usam o PET como um de seus componentes.
Fonte: Folha. Via: Portal EcoD
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