A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Nós usamos o poliuretano em quase tudo: mangueiras, enchimento de móveis, tecidos e muito mais. Ele é fácil de produzir, é durável e bem barato. Só que não existe qualquer processo natural que o consiga decompor. Isto até um fungo, recentemente descoberto na floresta amazônica, dar uma mordida nele.
O Pestalotiopsis microspora mora no Equador, na floresta amazônica, e foi descoberto por um grupo de pesquisadores que estudam na Universidade Yale (EUA), chefiados pelo professor de bioquímica molecular Scott Strobel, como parte da Expedição e Laboratório na Floresta Tropical que ocorre anualmente.
Esta é a primeira espécie de fungo que consegue sobreviver apenas com poliuretano e, o mais importante, ele consome o plástico em condições anaeróbicas – as mesmas encontradas no fundo de lixões. Isto o torna um forte candidato para projetos de biorremediação (uso de micro-organismos para remover poluentes), uma alternativa bem melhor a simplesmente enterrar o plástico e torcer que ele se decomponha sozinho. [Fastcoexist]
Foto por mbeo/Flickr
Fonte: Gizmodo
dispor residuos plasticos em aterros não visa faze-los desaparecer... afinal poliuretano e outros não são biodegradaveis, mas sim fotodegradaveis... a alternativa de dispor em aterro faz sentido quando as alternativas hierarquicamente acima. como evitar, reutilizar, reciclar, recuperar potencial energetico não são viáveis por quaisquer razões, (normalmente porque o custo energético e/ou financeiro e ou ambiental de executar quaisquer uma das opções acima não compensa pelo ganho energético, financeiro ou ambiental que se dará. Logo a alternativa aterro é a mais indicada. Deve'se lembrar que um aterro bem manejado deve ser recuperado após periodo de uso, tornando-se uma floresta ou o que se deseje de novo.
ResponderExcluirGastar dinheiro pra cavar e colocar um fungo pra decompor o plastico que é inerte, logo não contribui com formaçnao de chorume, visto que toda massa plastica se tornará biomassa em forma de fungo, que ao morrer se decompõe gerando biogás e chorume... pouco lógico, só se for com intuito de coletar novo biogás, se esse cálculo mostrar que vão haver mais benefícios que custo. No entanto meu conselho inicial seria, deixa o plástico lá e passe a evitar que ele chegue lá.