A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Os idealizadores do projeto, Niro Higuchi e Angeline Ugarte/Foto: Semmas/Divulgação
Um projeto do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) colocou o tema mudanças climáticas na formação de alunos do ensino fundamental médio.
O piloto Projeto CO2 de Monitoramento de Carbono em Áreas Demonstrativas consiste na realização de medições do crescimento de mudas alvo de replantios e de árvores adultas que integram unidades de conservação municipais.
As atividades serão realizadas por alunos do 8º e 9º ano de escolas da Zona Norte e da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé. As árvores analisadas permitirão quantificar o volume de carbono aprisionado, ao final do período de medições.
Dessa forma, será possível informar quanto um fragmento específico de floresta realiza em termos de serviços ambientais, de forma demonstrativa. O resultado poderá ser ampliado para outras áreas.
De acordo com o idealizador do projeto e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Niro Higuchi, a iniciativa tem como principal finalidade "possibilitar a democratização de informações relativas às mudanças climáticas que até então ficavam restritas ao meio científico".
Fonte: Portal EcoD
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