A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Fotos: Divulgação
Criado em 2007 pelo ambientalista estoniano Rainer Nolvak, o movimento Let’s Do It, definitivamente, não é para aqueles que duvidam do ditado “a união faz a força”: ousado, o projeto propõe criar mutirões de limpeza, em diversas cidades do mundo, para “varrer” todo o lixo das ruas em 24 horas – ou, no máximo, um final de semana.
A iniciativa – que já foi realizada, com êxito, em países como a Estônia (para conferir o sucesso do Let’s Do It na nação européia, assista ao vídeo no final do post) – iniciou suas atividades no Brasil em março de 2011, com o nome Limpa Brasil – Let’s Do It.
Já na estréia, o projeto enfrentou um desafio: a primeira cidade a receber o megamutirão da limpeza foi o Rio de Janeiro, que segundo dados do IBGE tem mais de 1,2 milhão de toneladas de lixo jogadas, anualmente, em suas ruas e praias por moradores e turistas. A ação aconteceu em junho do ano passado e quem quis participar pode se voluntariar para participar do mutirão.
A organização do projeto ainda pretende limpar outras 13 cidades brasileiras, que são as mais populosas do país: Belo Horizonte, Brasília, São Paulo, Belém, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Guarulhos, Manaus, Porto Alegre, Recife e Salvador. No site da iniciativa, é possível conferir as datas de cada mutirão e se cadastrar como voluntário para a “faxina”.
Quem mora em cidades que não estavam no planejamento de 2011 do Limpa Brasil não precisa desanimar. O projeto pretende ficar no país por uma década e ainda promete criar um plano educacional sobre lixo para escolas públicas, com a colaboração do Instituto Akatu e do Canal Futura. Afinal, de nada adianta limpar a cidade, se a população continuar sujando, não é mesmo?
E, aí? Let’s do it?
Fonte: Super Abril
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