A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
O valor de R$ 900 mil recebido pela Secretaria do Trabalho do Rio Grande do Sul deve beneficiar cerca de 300 famílias da região metropolitana de Porto Alegre (RS). Os critérios de pontuação para a seleção das propostas vão priorizar áreas com maior concentração de população em situação de pobreza e extrema pobreza. Os recursos são oriundos do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome para a criação do Centro de Agricultura Urbana e Periurbana.
A diretora do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável, Simone Reis, afirma que o foco é beneficiar famílias do Projeto Hortas Comunitárias ou que tenham experiência. Ela explica os tipos de atividades que devem ser incentivadas pelo programa.
– Queremos desenvolver ações de agroecologia, educação ambiental e proporcionar a diversificação de culturas, incluindo plantas medicinais e, principalmente, fomentar para o desenvolvimento de ações, da implantação de políticas estruturantes que levem ao desenvolvimento sustentável – salienta.
A criação dos centros está prevista para iniciar ainda neste semestre e terá a duração de três anos. Simone informa que municípios como Canoas (RS), Cachoeirinha (RS) e Novo Hamburgo (RS) já realizam projetos similares e que serão procurados para fazer uma troca de experiências que deve auxiliar na formatação do programa.
Fonte: Portal AgroNegócio
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