A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
O uso de energia renovável, como a eólica por exemplo, cresce bastante em diversos países. A grande dificuldade nesses casos é o armazenamento e distribuição desse tipo de energia. Por isso, a busca por um material que crie baterias melhores e mais duradouras não é rara entre cientistas.
Pesquisadores da universidade norte americana de Stanford dizem ter encontrado um material que pode ser usado na produção baterias e promete fazer com que essas baterias em rede durem até trinta anos sem perda dramática de performance.
Nos testes em laboratório, o material, que tem base de ferro e foi feito usando nanotecnologia, foi capaz de passar por mais de 40mil ciclos completos de carga e recarga e ainda manter 80% de sua capacidade. Para se ter uma base de comparação, as baterias comuns começam a perder sua capacidade depois de apenas algumas centenas de ciclos.
Outro material também usado na bateria, o hexacianoferrato, promete ser duradouro e capaz de distribuir grandes quantidades de energia, o que é essencial para distribuição em redes energéticas. Os outros componentes também foram escolhidos para que ela tivesse, além das características de durabilidade, um baixo custo na sua produção.
Os desafios do grupo de Stanford, agora, estão em achar o resto dos componentes para o eletrodo da bateria – e fazer com que eles sejam produtos que não degradem com o tempo e que dêem conta do nível de produção de energia que se busca numa bateria assim. Por isso, e por conta das dificuldades em achar produtos baratos, a equipe ainda não tem como produzir essas baterias duradouras em larga escala (ou de maneira competitiva), mas a tecnologia e o conhecimento já existem.
Fonte: Info Via: Eco4planet
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