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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

29 de mai de 2011

Máquina de reciclar celulares

Como se livrar de um celular velho que você não usa mais e nenhum de seus conhecidos quer, de forma rápida? Com o EcoATM isso será muito fácil.
Como visto no vídeo: Você coloca seu celular na máquina e ela o escaneia para detectar qual aparelho é. Depois disso, pluga um cabo para testar as condições de funcionamento do aparelho. Com tudo isso ela calcula o valor do celular que vai ser oferecido como dinheiro ou crédito, mas você pode doa-lo também.
Já existem 11 máquinas como essa nos EUA. Elas conseguem identificar uma inifinidade de aparelhos e detectar problemas de “lataria” e de software para passar um valor de acordo com o estado do aparelho.
Caso isso venha para o nosso país, seria interessante ter um “filtro” contra os celulares-clones-MPtudo da China.
Fonte: Eco4planet

Use água para recarregar seu celular com o PowerTrekk

Baterias de celulares acabam cada vez mais rápido. Andar sempre com o carregador (no carro, em casa, no trabalho) é uma alternativa que gasta ainda mais energia.  Existem alternativas pra isso e agora acabamos de ganhar mais uma: o PowerTrekk.
Uma combinação de bateria com célula combustível e com funcionamento a base de água, isso é o PowerTrekk. Com uma colher de sopa de H2O, o carregador tira o hidrogênio da água e a utiliza em conjunto com o pacote de combustível “PowerPukk”, gerando a eletricidade necessária para carregar seus gadgets.
Ele ainda ainda gera dúvidas quanto ao que seriam esse combustível “Power Pukk” e se eles são recicláveis ou se viram lixo eletônico depois do uso. Também não foi informado a autonomia total da carga que cada célula oferece. Então ainda não podemos fazer comparações de relação custo/benefício com os carregadores convencionais.
O fabricante diz que o PowerTrekk será compatível com uma grande variedade de aparelhos celulares. O anúncio oficial do produto será feito durante o Mobile World Congress de Barcelona, que está acontecendo durante essa semana.
No (nada empolgante) vídeo oficial, eles mostram o benefício de utilizar “apenas” água.
Fonte: Eco4planet      Via TechTudo

Portugueses desenvolvem bateria de papel recarregada por vapor

Baterias são sempre um problemão na hora do descarte. Muita gente não pensa no ambiente e acaba se desfazendo de baterias com metais pesados em qualquer lugar. Uma forma de resolver isso é desenvolver baterias menos nocivas ao ambiente. Uma dessas ideias vem de Portugal e utiliza bateria feita de papel.
O pessoal da Facudade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa criou uma bateria feita com papel sulfite! Para funcionar, segundo os pesquisadores, a folha precisa passar por alguns processos conhecidos como “deposição de eletrodos e caracterização morfológica e elétrica” (ninguém pensou em um nome mais simples, fazer o que) e depois ela já pode equipar aparelhos que vão poder ser recarregados em qualquer lugar.
Sim, qualquer lugar. Já que a bateria funciona utilizando vapor d’água, o aparelho vai poder se recarregar em qualquer ambiente com umidade relativa do ar superior a 40%.
Os amigos lusitanos ainda dizem que a bateria vai poder equipar diversos aparelhos, como celulares, computadores e até utensilios médicos. Ora pois.
Fonte: Ecoplanet

Computador biodegradável

Peças de computador podem se tornar um grande problema ecológico na hora do descarte. Então que tal acabar com isso?
Essa é a proposta por trás do conceito Paper PP Alloy, da PEGA. Utilizando papel reciclado e polipropileno, eles desenvolveram um material forte, resistente e barato.
Sim, ele será barato para ser feito já que vai utilizar os mesmos moldes feitos para o plástico comum. Dessa forma ele não precisa de nenhuma mudança estrutural nas grandes linhas de montagem.
Ainda tão importante quanto deixar os computadores mais verdes é o fato de, por poder utilizar papel e plástico reciclados para ser feito, esse novo produto pode fazer cair o preço final dos computadores.
Amigo do Planeta e do nosso bolso.
Fonte: Eco4planet                                                                                       Via: @alinelemos!

Empresa cria acesso à internet através da luz

Uma empresa dos Estados Unidos desenvolveu uma tecnologia para que computadores acessem a internet utilizando um sistema de iluminação para fornecer a conexão sem fio.
O sistema foi criado para servir de opção às redes wireless que utilizam ondas de rádio para se propagar, desafogando assim as frequências que são utilizadas por diversos aparelhos como celulares, televisão, entre outros.
Chamado de LVX (“Luz” em latim), o sistema, criado por John Pederson, permite transmitir informações através de pulsações luminosas, que são captadas por um sensor conectado ao computador.
A chamada “internet por luz” é ideal para distâncias menores e chega a transmitir dados com velocidades de até 3 Mbps, de acordo com Pederson. Para realizar a transmissão  a aparelhagem recebe as informações em formato binário (zeros e uns).
Um conjunto de LEDs é instalado em um local de boa visibilidade (como o teto de uma sala) e as luzes piscam seguindo o ritmo dos dados, ascendendo a cada “1” e apagando quando o valor transmitido for “0”.
Esta luz enviada chega ao receptor que está ligado ao computador, que interpreta os valores binários e carrega os dados da internet. O caminho inverso também é possível, ao conectar luzes no computador e enviar uma mensagem para o equipamento de LEDs instalado.
A prefeitura de St. Cloud, no estado de Minnesota nos EUA, será a primeira a receber a nova tecnologia ainda este ano. Em 2011 a tecnologia deve ser melhorada para atingir velocidades maiores e entrar no mercado de serviços banda larga pela rede elétrica, afirma a Info.
Fonte: Eco4planet

Lâmpada LED com sensor de presença é ainda mais econômica

Esse carocinho aí no tubo da lâmpada R-FAC é um sensor de presença. Com ele, a luz só vai ficar acesa se alguém estiver no mesmo ambiente que o LED.
Devidamente apontado pelos caras do ZTOP, esse sensor faz com que a lâmpada economize até 70% de energia, em comparação as fluorescentes de 40 watts. E o melhor é que a LED já vem no tamanho ideal para você trocar sua antiga de tubo.
O modelo de LED vai ficar aceso assim que alguém entrar na sala e, se não sentir ninguém por ali, apaga 90 segundos após o último movimento captado. Além disso, sua vida útil chega a 40 mil horas aproximadas de uso contínuo, os modelos fluorescentes suportam 12 mil como tempo máximo.
Outro ponto importante é que as lâmpadas fluorescentes ainda utilizam mercúrio, que pode ser muito problemático se não for descartado corretamente.
As novas lâmpadas LED da ROHM estão disponíveis em versões de 22 e de 14 watts. Elas são compatíveis com modelos fluorescentes de 40 watts com soquete padrão G13.
Fonte: Eco4planet

27 de mai de 2011

Zé Cláudio Ribeiro cumpriu missão de proteger a floresta amazônica

Por lutar pela preservação do pulmão do Brasil, José Cláudio Ribeiro e sua esposa foram assassinados.  Lutou até a morte por aquilo que acreditava. Que Deus proteja e ampare suas almas! Dedicar uma oração à essas almas lutadoras é o mínimo que podemos fazer.

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Zé Cláudio contou sua história de luta pela Amazônia no TEDx/Foto: bfernandes
"Vivo da floresta. Protejo ela de todo jeito. Por isso, eu vivo com a bala na cabeça a qualquer hora". O relato de José Cláudio Ribeiro da Silva, mais conhecido como Zé Cláudio ou, simplesmente, Zé Castanha, foi feito durante o TEDx Amazônia, quando o extrativista detalhou a luta que traçava pela preservação da castanheira, árvore da qual ele sobrevivia. A causa, naturalmente, rendia-lhe ameaças de madeireiros e carvoeiros da região de Nova Ipixuna e Marabá, no estado do Pará.
Zé Cláudio foi assassinado na quarta-feira, 25 de maio, junto a sua companheira, Maria do Espírito Santo da Silva, em uma emboscada perto da casa em que morava. Se por um lado, a missão que ele havia carregado durante toda a vida era interrompida, também é verdade que ficou eternizada no coração da floresta.
Em razão de denúncias dele, cerca de dez serrarias de castanheiras foram fechadas só em 2010 na região, sendo cinco em Nova Ipixuna. Protegidas por lei, as árvores são derrubadas para a produçã de carvão vegetal e madeira. Ao mesmo tempo, serrarias foram autuadas pelo Ibama por beneficiar madeira retirada ilegalmente do assentamento Praia Alta da Piranheira, onde Zé Cláudio morava.
Não posso deixar derrubar castanheira, ela é a minha vida, Zé Cláudio.
A pedido da presidente Dilma Rousseff, o crime está sendo investigado pela Polícia Federal. Homem de luta semelhante a do seringueiro Chico Mendes (morto em dezembro de 1988), Zé Castanha deixa uma história de luta e entrega por uma causa que não é só dele, mas que teve nele um de seus melhores representantes.
Assista à apresentação de Zé Cláudio no TEDx Amazônia:


Fonte: EcoD

Fraldas ecológicas no Shopping EcoD


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Foto: Divulgação EcoD
Entre fraldas de pano (que dão trabalho na hora de limpar) e as descartáveis (que produzem grande quantidade de lixo) fique com as fraldas ecológicas. Feitas de material reciclado, biodegradáveis ou compostáveis, elas diminuem em muito o prejuízo ao meio ambiente.
Há pouco tempo no mercado brasileiro, as fraldas da Huggies Natural trazem uma inovação: são feitas de produtos renováveis. Elas utilizam o plástico de amido de milho em sua composição, um polímero biodegradável.
O material é testado dermatologicamente, possui hidratante e óleo de jojoba. Além de ser hipoalergênica, algumas mães usuárias juram que o material é bem macio.
As fraldas são encontradas em mercados Sam's Club ou no site Mercado Livre, com preço médio de R$ 23 o pacote com 24.
Na parte de dentro da g Diapers a mãe prende um pano que pode ser substituido e lavado a qualquer instante. A parte exterior da fralda é feita de um plástico biodegradável e compostável que, mesmo se for jogado em um aterro sanitário, se decompõe em três meses.
As g Diapers ainda não vendem no Brasil, apenas nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Mas a iniciativa desse formato já está movimentando o mercado nacional.
A empresa brasileira Fraldas Ecológicas possui uma linha de fraldas que se adaptam do tamanho P ao G. Além da reutilização em vários estágios e tamanhos do bebê, elas são feitas de pano, revestidas por malha ecológica de PET e utilizam absorventes descartáveis.
As Fraldas Ecológicas vêm em quatro cores diferentes e custa R$ 35 - os absorventes são vendidos separadamente.

Fonte: EcoD


Escritório norte-americano Gensler é TOP 1 em arquitetura sustentável, aponta revista

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Projetos sustentáveis foram desenvolvidos pela companhia por todo os EUA/Foto: Gensler

Presente em 38 locais, com 169 diretores, o escritório americano Gensler, de diretoria executiva de Andy Cohen, David Gensler e Diane Haskins, possui como um dos atributos para o seu trabalho de arquitetura a preocupação com o desenvolvimento sustentável.
Apontado pela revista Green Source como a melhor firma de projetos sustentáveis dos EUA, a empresa Gensler investe em construções ecologicamente corretas desde 1970.
O primeiro edifício de escritórios dos EUA a utilizar a distribuição de ar sob o piso, o primeiro protótipo desse tipo lançado no varejo, criação de centros de dados e revendedora de carros para ganhar certificações LEED.
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City Center, em Las Vegas, foi construção desenvolvida pela Gensler/Foto: Divulgação

Todas estas iniciativas foram desenvolvidas pela Gensler, que possui sede administrativa em São Franscisco, na Califórnia.
O primeiro trabalho do escritório, ainda em 1970, foi o projeto de eficiência energética do "escritório do futuro" para a Pacific Gas & Electric, que culminou na alavancada da empresa no ramo.
Após o sucesso de clientes no escritório a procura de serviços sustentáveis, a companhia iniciou também um trabalho de consultoria em sustentabilidade, oferecendo às empresas contratantes um projeto diversificado que inclui um planejamento estratégico, uma análise da carteira imobiliária e outras funções relacionadas exclusivamente a sustentabilidade.


Fonte: EcoD  

No Dia da Mata Atlântica, relatório aponta perda de 311 km2 em dois anos

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Mata Atlântica perdeu 311 quilômetros em dois anos/Foto: Mauro Guanandi
A Mata Atlântica perdeu 311 quilômetros quadrados de floresta em dois anos, uma área maior que 30 mil campos de futebol. Os números são do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, divulgado na quinta-feira, 26 de maio, pelo ONG Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
O atlas avaliou a situação de remanescentes da vegetação original em 16 estados que fazem parte do bioma: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo. Só o Piauí ficou de fora, por causa da indefinição das formações florestais naturais no estado.
Entre 2008 e 2010, a maior parte do desmatamento na Mata Atlântica ocorreu em Minas Gerais. No estado, foram derrubados 124 quilômetros quadrados de vegetação nativa. Bahia e Santa Catarina aparecem em seguida, com 77 quilômetros quadrados e 37 quilômetros quadrados a menos de florestas no período.
Os dados do Inpe e da SOS Mata Atlântica mostram que em todos os estados houve queda no ritmo do desmate nos últimos anos. Na comparação com o período avaliado pelo levantamento anterior, de 2005 a 2008, houve queda de 55% no ritmo da derrubada. No entanto, de acordo com a diretora de gestão do conhecimento da ONG, Márcia Hirota, é preciso manter os esforços para conservação do bioma, que atualmente só tem 7,9% da área que ocupava originalmente.
“Quase acabamos com a Mata Atlântica, o que ainda existe precisa ser preservado a qualquer custo. É preciso ficar alerta, porque, apesar da queda, as ameaças ainda são grandes. Ainda observamos desmates para reflorestamento [com espécies não nativas], para pastagens e para transformação em carvão”, disse.
O atlas também aponta os municípios que mais desmataram a Mata Atlântica no biênio 2008-2010. Quatro dos cinco primeiros municípios do ranking são mineiros: Ponto dos Volantes e Jequitinhonha, na região do Vale do Jequitinhonha, e Pedra Azul e Águas Vermelhas, no norte do estado. Andaraí, na Bahia, completa o rol dos campeões de desmate.
“Nessa região, a mata foi derrubada para exploração de carvão, e agora as árvores estão sendo substituídas por eucaliptos”, denuncia Márcia Hirota. No dia 27 de maio, sexta-feira, é o Dia Nacional da Mata Atlântica.
Fonte: EcoD

Game ecológico social

Uma maneira criativa de aprender a cuidar de sua cidade ou bairro brincando.
Você tem um perfil no Facebook? Se a resposta for sim, você já deve ter visto o Farmville (ou o primo “colheita feliz”, uma versão dele para Orkut). Nesses jogos é necessário administrar uma fazendinha virtual para colher os frutos e essas outras cosias. Agora, o Cenários Futuros, faz com que cada jogador tenha que recuperar uma APP degradada!
Você vai ter que selecionar a árvore certa para cada bioma e cuidar bem dela. Depois, vai poder colher frutos, doar mudas para amigos, replantar a árvore e até fazer compras, utilizando a “Green Coin” do jogo.
Conforme você avança, o jogo fica mais complicado. Chega um estágio onde animais silvestres vão começar a aparecer e você vai ter o desafio de cuidar desse ecossistema complexo.
Entre no facebook e comece a jogar. E aproveite para “curtir” o Eco! A cada acesso seu eles plantam uma árvore.
Fonte: Eco4planet

Cadernos feitos com discos

Como estudar, reutilizar um material plástico e ainda mostrar pra todo mundo que você (ou seu pai/vô) tem um bom gosto musical? Reciclando discos de vinil para fazer capas de caderno!
criação é da Drukarnia, uma empresa lá da Polônia. Caso você esteja em dia com esse idioma, pode conferir o site deles clicando aqui ou se arriscar numa tradução automática clicando aqui.
Fonte: Eco4planet

24 de mai de 2011

O jeito mais verde – e legal – de ser lembrado

Cremar? Enterrar? Ser jogado ao mar? Não, nenhuma dessas. Pra mim o jeito mais bacana de “dizer adeus” era lançar um caixão no espaço. Era. Pois com essa Bios Urn, meu sonho agora é ajudar uma árvore a nascer.
Não, nada de reencarnação. A criação do designer espanhol Martin Ruiz é puramente ecológica. A Bios Urn é um recipiente feito de materiais biodegradáveis para guardar restos humanos e mistura-los com nutrientes. Ao ser enterrada, começa um processo para que uma árvore germine a partir daí. E ainda há a possibilidade da família escolher qual árvore será plantada em sua urna (claro que você pode tomar essa decisão e avisar todo mundo antes de partir dessa para uma melhor).
Não há informação sobre preço, pois ainda é só um conceito. Mas eu acredito que ajudar um carvalho a nascer vai sair bem mais barato do que lançar o corpo no espaço.
Fonte: Eco4planet

Interruptor em forma de mão deixa o momento de apagar as luzes mais divertido

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Depois de um longo e cansativo dia de trabalho, muita gente pode esquecer de coisas simples, como apagar as luzes antes de sair de um ambiente. Foi exatamente para lembrar essas pessoas que o designer Da Deng criou o Bye-5 – um interruptor em formato de mão que apaga as lâmpadas com um “tapinha de despedida”.
Além do visual capaz de atrair todos os olhares da sala, o interruptor é coberto com uma espuma macia e possui uma suave iluminação de LED em seu interior, que acede ou apaga, a depende da intenção do “cumprimento”.
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Seguindo os moldes da Teoria da Diversão, a criação pretende tornar o momento de ir embora mais divertido e consciente. “Um único ato pode desencadear uma série de reações, como se fosse uma ‘recompensa’ pelo dia de trabalho e pela boa atitude de apagar as luzes”, afirma Deng.
“É como se ele dissesse, ‘Até mais, você fez um ótimo trabalho’. Um feedback positivo é tudo que as pessoas precisam nesse momento”, diz o criador da peça. Ele não informou se o Bye-5 já está à venda, mas os interessados podem entrar em contato por e-mail ou através do site do designer.
Fonte: EcoD

Desenvolvimento da Sustentabilidade e a Agricultura Moderna

Observando os impactos ambientais provocados pela necessidade cada vez maior de áreas agricultáveis em nosso país e ao redor do mundo, percebemos que continuando tudo como está hoje, muito certamente os recursos destinados a manter a agricultura em níveis elevados de produção não serão mais suficientes para conter a devastação causada pelas mudanças climáticas e por catástrofes ambientais provocadas pelo desequilíbrio ecológico nas áreas agrícolas. Tornando-se tão necessário a divulgação dos conceitos de sustentabilidade na agricultura moderna.

Por isso mesmo, é importante criar mecanismos que permitam o desenvolvimento da cultura de sustentabilidade na agricultura moderna e das boas práticas agrícolas. As necessidades cada vez maiores e mais urgentes por grandes quantidades de grãos e de outros alimentos, provocaram o aparecimento de pesticidas e adubos químicos muito poderosos e que provocaram uma acentuada degradação do solo e dos recursos hídricos nesses locais. Paralelamente a isso, o desmatamento de áreas cada vez maiores vem provocando a eliminação de espécies animais, notadamente de insetos, o que provoca ataques devastadores de pragas que eram controladas por esses seres.
Hoje, as fazendas são como indústrias e exploram a terra com uma dramática eficiência. Além disso, as grandes massas humanas subempregadas, desempregadas ou vivendo em condições sub humanas; podem representar uma verdadeira ameaça a implantação de uma cultura de sustentabilidade no campo. Esse estado de coisas; ameaça diretamente a biodiversidade e eleva os índices de violência e de corrupção nessas áreas.
O desenvolvimento da agricultura moderna juntamente com a sustentabilidade em torno das áreas agrícolas pode ser a chave para que consolidemos a condição de “celeiro do mundo” e sejamos capazes de garantir uma melhor condição de vida para as populações que vivem do campo e em suas redondezas. Reduzir a aplicação de inseticidas, evitar a contaminação de sistemas hídricos e o uso freqüente de adubos artificiais, pode promover uma recuperação das terras degradadas e já está provado que o rendimento por área plantada pode ser o mesmo ou ficar bem próximo do que já é conseguido hoje através das práticas “normais” de cultivo.
Adotando práticas preocupadas com a sustentabilidade, os agricultores poderão manter uma biodiversidade protetora nas áreas agricultáveis e impedir o ataque constante de pragas. O que, por sua vez, reduzirá o uso de inseticidas poderosos. Desta maneira a aplicação de conhecimento e o desenvolvimento da sustentabilidade na agricultura pode promover uma maior conservação dos recursos naturais e da produtividade das áreas exploradas; reduzindo drasticamente o impacto da produção em larga escala no ambiente e otimizando a produção (e os lucros) com um mínimo de influência de elementos artificiais. Em paralelo, essas técnicas podem ser difundidas nas comunidades da área e gerar novas oportunidades de melhoria das condições de vida e fomentando o desenvolvimento das cidades existentes ao redor das áreas produtivas.
O paradigma a ser estabelecido para o desenvolvimento da sustentabilidade na agricultura deve ser a não diferenciação da evolução tecnológica e produtiva do desenvolvimento humano. Além disso, o Estado deve ter um papel decisivo na implementação desses paradigmas e desses conceitos. Fomentando o aprendizado das novas técnicas e dando apoio fiscal e financeiro para os projetos que desejarem trilhar esses caminhos.

O carro elétrico digno de James Bond

Mais um carro elétrico vai chegar ao mercado, esse digno de James Bond, o 007 das aventuras dos livros e cinema. Ele costuma ser protagonista de grandes cenas de perseguição que, geralmente, são feitas pilotando um Aston Martin. Agora, essa fabricante inglesa de carros luxuosos está desenvolvendo o seu primeiro modelo elétrico.
O carro, desenvolvido em parceria com a Toyota, será parecido com o iQ (carro verde da empresa nipônica), mas com “estilo Aston”.
Ele vai ser um esportivo compacto elétrico e deve começar a ser vendido em 2013. Mas o presidente da Aston Martin, Ulrich Bez, já falou que não deve mudar o motor dos sedãs e cupês de luxo tão cedo. Droga! Já estava pensando num 007 mais ecológico no próximo filme, quem sabe?
Fonte: Eco4planet

22 de mai de 2011

Torneira limita quantidade de água

Quando você lava as mãos pode nem perceber a quantidade de água que está usando, afinal, a torneira parece ter “água ilimitada”. Para causar o choque de ver quanto você realmente está gastando (sem colocar animais em risco) designers chineses criaram a 1 Limit.
Fruto da mente criativa de Yonggu Do, Dohyung Kim e Sewon Oh, a torneira armazena um litro de água no tubo transparente e limita essa quantidade por acionamento.
Funciona assim: Com o tubo cheio, você vai lavar as mãos e, em média, em 6 segundos o tubo se esvazia. Daí, a torneira fecha e só vai abrir novamente quando o tubo estiver completamente cheio. Nesse tempo você vai poder pensar se é realmente necessário gastar mais água.
Os fabricantes dizem que as torneiras automáticas atuais gastam cerca de 6 litros por acionamento. Utilizando a 1 Limit o gasto seria reduzido em 85% no uso da torneira do banheiro.
A torneira não tem data para chegar no mercado, por enquanto é só um protótipo, mas diferente da maioria dos “conceitos”, acredito realmente que essa ideia precisa e vai sair do papel.
Enquanto isso quem tem TOC de lavar as mãos já sente calafrios…
Fonte: Eco4planet

O melhor momento para ficar ilhado


A curiosa imagem aqui em cima é a de uma casa que, para escapar das enchentes do Rio Mississipi (EUA), teve um dique construído a sua volta.
As cidades que ficam na região do Rio, estão sendo esvaziadas. E a gente espera que o dono da segunda casa tenha desistido de testar a qualidade do seu dique e tenha seguido a orientação de deixar a cidade.
A inundação já é tão forte que as autoridades americanas abriram, no sábado, um canal do RioMississipi. Essa medida foi feita para aliviar o fluxo de água que iria para Nova Orleans. Isso, infelizmente, resultou na inundação de 1,2 milhão de hectares de terras agrícolas.
A enchente em alguns pontos já é a maior desde 1920.
Fonte: Eco4planet