A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Tratamento de água consome bastante energia e exige grandes instalações, mas no que depender da SwissINSO Holding Inc. e seu sistema instalado em contêineres energizados por painéis solares, essa situação pode mudar.
Projetado especialmente para regiões sem infraestrutura, em situações de guerra ou pós calamidades, o Krystall pretende substituir geradores a diesel, caminhões pipa ou mesmo o deslocamento da população em busca de água potável.
A companhia já tem contratos fechados com Algeria e Malásia e pretende ainda em 2011 vender mais de 40 unidades. O custo fica entre R$ 1,6 e 2 milhões, variando de acordo com o número de painéis solares necessários e os tipos de filtro adequados para a água do local.
Segundo o executivo da empresa, Yves Ducommun, as máquinas podem fornecer 100 mil litros de água potável diariamente durante 20 anos a um preço menor que R$ 0,05/litro. No longo prazo tal valor seria menor que o necessário para levar a água para áreas remotas através de caminhões ou utilizando geradores à diesel.
Mas o valor por litro que pode parecer pouco, se considerarmos o consumo diário de uma família, e em especial em regiões como a África subsaariana onde o sistema seria importantíssimo, se torna bastante representativo. Não há dúvidas, porém, que os resultados na saúde são extremamente positivos, e mais do que isso, analisando economicamente, pessoas doentes geram custos, enquanto pessoas saudáveis geram receitas.
A empresa tem planos de instalar purificadores no Oriente Médio, Ásia, América Latina e Austrália. Mas é claro, se alguém comprar, eu também instalaria. Resta saber se os políticos locais terão a consciência ecológica e a capacidade de analisar custos em longo prazo, o que é bastante incomum.
Fonte: Docol Via: Eco4planet
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