A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
O Energy Globe World Award, que anualmente homenageia projetos que fazem uso sustentável dos recursos e empregam energia alternativa, premiou o projeto Drake Landing Solar Community, na cidade de Okotoks, província de Alberta, Canadá, onde 52 casas se beneficiam de um sistema em que o calor do sol de verão é armazenado abaixo da superfície do solo.
Trata-se de um sistema único e sustentável, que permite usar o excedente coletado no verão, durante o rigoroso inverno. Isto significa cerca de 80% das necessidades energéticas de toda a comunidade.
O projeto também foi o vencedor na categoria Fogo, uma das cinco individuais também premiadas pelo Energy Globe Foundation, criada pelo empresário austríaco Wolfgang Neumann.
O Energy Globe atrai, anualmente, participantes de 100 países e mais de 1.000 projetos individuais.
Os outros vencedores do Energy Globe, em sua edição 2011, em diferentes categorias foram:
- Categoria Terra: The Far Eastern Federal University, em Vladivostok, na Rússia, para o desenho de uma casa de energia passiva;
- Categoria Água: Bombas de água solar desenvolvidas pela Asociación Fénix, uma ONG da Nicarágua;
- Categoria Ar: Fopram dois os vencedores nesta categoria: o porto de Gotemburgo, na Suécia, onde os navios de carga são alimentados a partir de fontes renováveis, e o outro para a rede de lojas suíça Migros, pelo uso de sistemas fotovoltaicos e gestão eficiente dos energia;
- Categoria Jovem: Chipembele Wildlife Education Trust, da Zâmbia, que trabalha em programas sobre a vida selvagem, o meio ambiente e as questões de conservação.
Fonte: Portal EA
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