A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Usar os movimentos cotidianos do corpo humano para abastecer eletrônicos não é uma ideia nova, mas até agora basicamente não saiu do papel. Uma das formas mais promissoras é usar nossos passos através do peso exercido sobre o calçado a cada pisada. Depois do estudo da Universidade de Princeton, agora é a vez da Universidade de Wisconsin desenvolver um protótipo.
Chamado de InStep Nanopower, o calçado teria uma sola especial com duas bexigas de plástico (uma no calcanhar e outra na altura dos dedos), conectadas entre si (imagem acima). A cada passo dado, o impacto carrega os eletrodos do metal líquido que está nas bexigas, criando assim uma corrente elétrica.
Mais pisadas geram mais energia e vão se armazenando na bateria, também na sola do calçado. Basta conectar então algum dispositivo eletrônico através da porta micro-USB para transferir a carga, como um player de música ou celular. Corredores com seus fones de ouvido vão adorar isso.
Os criadores Tom Krupenkin e J. Ashley Taylor procuram investidores para fazerem o protótipo se tornar produto e finalmente chegar ao mercado.
Fonte: InStep Nanopower via: Eco4planet via: super.abril
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