A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Mesa de jantar se destaca com uso de pendentes, no projeto da arquiteta Camila Klein Mesa de jantar se destaca com uso de pendentes, no projeto da arquiteta Camila Klein (Foto: Divulgação)
Quem disse que iluminar a casa é só espalhar pontos de luz? A iluminação deve ser pensada também como elemento decorativo. Luzes em sancas de gesso, lustres, arandelas, abajures e luminárias podem deixar a casa mais moderna. Basta saber usar os recursos.
“Iluminação e decoração devem ser aliadas. A luz tanto pode valorizar algum detalhe quanto acabar com um projeto”, observa a designer de interiores Bárbara Fuhrmann.
Cada ambiente requer um tipo de iluminação, de acordo com as atividades feitas no cômodo e com os efeitos que se deseja criar. Luzes mornas ou amareladas dão um clima mais aconchegante. As frias ou brancas facilitam a leitura e o manuseio de objetos.
“Mas essas últimas destroem a possibilidade de formação de ambientes tranquilos e românticos’, destaca o designer Fernando Bernucci, das luminárias Art Maison.
A luz no gesso segue a forma do pendente, da mesa e do tapete, no projeto de Cristiane Adrião (Foto: Divulgação)
Sala – Se for grande, pode-se criar efeitos de luz indireta com sancas ou rasgos no gesso, fitas de LED (custam cerca de R$ 70) e lâmpadas fluorescentes tubulares T5 (cerca de R$ 27). O metro quadrado do gesso custa, em média, R$ 100. “Pode-se dar destaque a quadros e outras peças com focos de luz concentrada”, destaca a arquiteta Cristiane Adrião.
Projeto da arquiteta Cristiane Adrião (Foto: Divulgação)
Luz fria – As luzes fluorescentes brancas servem apenas para banheiro e cozinha, em luminárias ou embutidas no gesso cortado, com proteção de vidro, destaca a coordenadora do Espaço Design Amoedo, Sonia Martinelli: “No banheiro, a iluminação fria sobre os espelhos evita sombra no rosto”. Na cozinha, favorece a visão de objetos.
Fonte: Revista Zap
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