As tintas convencionais liberam compostos orgânicos voláteis (COVs) — substâncias tóxicas e potencialmente cancerígenas — que continuam sendo emitidas por semanas ou até meses após a aplicação, prejudicando a qualidade do ar interno e a saúde dos ocupantes. As "tintas ecológicas", por outro lado, são formuladas para eliminar ou reduzir drasticamente esses componentes nocivos, oferecendo uma alternativa mais segura para você e para o planeta. O que realmente define uma tinta ecológica? Nem toda tinta à base d'água é ecológica. Para ter esse apelo de verdade, ela precisa: - Ser "livre de COVs" ou ter níveis extremamente baixos; - Não conter solventes derivados do petróleo, metais pesados, formoldeído ou amônia; - Utilizar "pigmentos naturais ou minerais" em sua composição. Geralmente, as linhas ecológicas de marcas conhecidas já trazem essa indicação no nome ou na embalagem e são encontradas facilmente em lojas especializadas. Tintas naturais: tinta ...
Mesa de jantar se destaca com uso de pendentes, no projeto da arquiteta Camila Klein Mesa de jantar se destaca com uso de pendentes, no projeto da arquiteta Camila Klein (Foto: Divulgação)
Quem disse que iluminar a casa é só espalhar pontos de luz? A iluminação deve ser pensada também como elemento decorativo. Luzes em sancas de gesso, lustres, arandelas, abajures e luminárias podem deixar a casa mais moderna. Basta saber usar os recursos.
“Iluminação e decoração devem ser aliadas. A luz tanto pode valorizar algum detalhe quanto acabar com um projeto”, observa a designer de interiores Bárbara Fuhrmann.
Cada ambiente requer um tipo de iluminação, de acordo com as atividades feitas no cômodo e com os efeitos que se deseja criar. Luzes mornas ou amareladas dão um clima mais aconchegante. As frias ou brancas facilitam a leitura e o manuseio de objetos.
“Mas essas últimas destroem a possibilidade de formação de ambientes tranquilos e românticos’, destaca o designer Fernando Bernucci, das luminárias Art Maison.
A luz no gesso segue a forma do pendente, da mesa e do tapete, no projeto de Cristiane Adrião (Foto: Divulgação)
Sala – Se for grande, pode-se criar efeitos de luz indireta com sancas ou rasgos no gesso, fitas de LED (custam cerca de R$ 70) e lâmpadas fluorescentes tubulares T5 (cerca de R$ 27). O metro quadrado do gesso custa, em média, R$ 100. “Pode-se dar destaque a quadros e outras peças com focos de luz concentrada”, destaca a arquiteta Cristiane Adrião.
Projeto da arquiteta Cristiane Adrião (Foto: Divulgação)
Luz fria – As luzes fluorescentes brancas servem apenas para banheiro e cozinha, em luminárias ou embutidas no gesso cortado, com proteção de vidro, destaca a coordenadora do Espaço Design Amoedo, Sonia Martinelli: “No banheiro, a iluminação fria sobre os espelhos evita sombra no rosto”. Na cozinha, favorece a visão de objetos.
Fonte: Revista Zap
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