As tintas convencionais liberam compostos orgânicos voláteis (COVs) — substâncias tóxicas e potencialmente cancerígenas — que continuam sendo emitidas por semanas ou até meses após a aplicação, prejudicando a qualidade do ar interno e a saúde dos ocupantes. As "tintas ecológicas", por outro lado, são formuladas para eliminar ou reduzir drasticamente esses componentes nocivos, oferecendo uma alternativa mais segura para você e para o planeta. O que realmente define uma tinta ecológica? Nem toda tinta à base d'água é ecológica. Para ter esse apelo de verdade, ela precisa: - Ser "livre de COVs" ou ter níveis extremamente baixos; - Não conter solventes derivados do petróleo, metais pesados, formoldeído ou amônia; - Utilizar "pigmentos naturais ou minerais" em sua composição. Geralmente, as linhas ecológicas de marcas conhecidas já trazem essa indicação no nome ou na embalagem e são encontradas facilmente em lojas especializadas. Tintas naturais: tinta ...
Já havia postado sobre esse prédio em 22/09/2009, mas com a Rio+20 resolvi reforçar, pois ainda temos muito que aprender.
O “30 St Mary Axe” é um edifício londrino que facilmente se destaca dentre os demais. Seu formato peculiar e seus 180 metros de altura despontam em meio à arquitetura clássica e conservadora típica da capital inglesa. É o sétimo arranha-céu mais alto de Londres, com 40 andares. Pertence à Swiss Reinsurance Company, mais conhecida por Swiss Re – uma das maiores companhias de seguros e resseguros do mundo, operante em mais de 30 países. Todos esses atributos já bastariam se não fosse por uma característica especial da edificação: ela recebe informalmente o nome de Gherkin, que significa “pepino” em inglês. O motivo de tal apelido é bem nítido; ovalado e comprido, o prédio é tão exótico que chegou a ser criticado pela mídia inglesa antes do início de sua construção. Por sua semelhança, é constantemente comparado com a Torre Agbar, que fica em Barcelona, na Espanha.
O projeto arquitetônico do Gherkin (“Pepino”) foi elaborado por ninguém menos que Norman Foster, renomado arquiteto inglês conhecido mundialmente por seu estilo ousado e visionário. Além da sede da Swiss Re, Foster também foi incumbido de desenhar a Prefeitura de Londres, o Estádio de Wembley e a Ponte do Milênio (Millennium Bridge), fora os seus trabalhos na França, Espanha, China, Alemanha e Estados Unidos.
Construído entre 2001 e 2004, o “30 St Mary Axe”, apesar de criticado inicialmente, ganhou inúmeros prêmios na área, como o RIBA Stirling Prize, da Royal Institute of British Architects. Infelizmente, não é permitida a visitação do interior do edifício. Esse privilégio só é concedido aos curiosos uma vez ao ano, por meio de um projeto inglês denominado Open-City.
O arranha-céu foi tão polêmico e prestigiado que sua construção acabou sendo retratada em um videodocumentário chamado Building the Gherkin (Construindo o Gherkin, em tradução literal). Dirigido e escrito por Mirjam von Arx, o filme foi lançado em 2005 e retrata a história da elaboração do projeto a partir de três pontos de vista distintos: o de John Coomber (CEO da Swiss Re), Peter Rees (planejador da cidade de Londres) e do próprio Norman Foster. Um compilado de quase 100 horas de filmagens.
Para conhecer um pouco mais sobre o “Edifício Pepino” e o documentário Building the Gherkin, separamos dois vídeos ao final dessa notícia que ilustram muito bem a genialidade arquitetônica dessa obra de Norman Foster.
O Gherkin
O documentário
Fonte: mcadoffices
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