Nem sempre temos espaço suficiente para criar um jardim tradicional. Em apartamentos, varandas pequenas, corredores e áreas externas compactas, uma parede pode se transformar em um verdadeiro jardim. O jardim vertical é uma solução interessante para aproximar a natureza da arquitetura, aproveitando uma superfície que normalmente ficaria sem função. Além de contribuir para a estética do ambiente, ele pode criar uma sensação maior de acolhimento e trazer mais verde para a rotina. E não é necessário ter uma grande área para começar. Com uma estrutura adequada, vasos bem posicionados e espécies escolhidas de acordo com as condições do local, é possível montar um jardim vertical de diferentes tamanhos. Neste artigo, você vai conhecer uma maneira simples de criar uma estrutura para vasos utilizando uma tela metálica como suporte. Antes de começar: observe o espaço O primeiro passo não é comprar materiais, mas observar a parede que receberá o jardim. Verifique a incidência de sol ao longo do...
Richard Branson tem certeza que o desenvolvimento de combustíveis limpos é um grande negócio. Levando em conta o bom faro que o britânico, fundador e presidente do Grupo Virgin, tem para os negócios, é um indício de que cada vez mais gente deve seguir esse caminho.
Durante a coletiva de imprensa que concedeu nesta sexta-feira, pouco antes de sua apresentação no Fórum de Sustentabilidade, em Manaus (AM), Branson destacou que muitas das aeronaves de sua companhia aérea já utilizam combustíveis mais verdes e que, em breve, 100% dos equipamentos serão abastecidos dessa forma.
Carro Elétrico no Brasil
Ainda sob o tema dos combustíveis, Branson afirmou que não faz muito sentido o Brasil investir em carros elétricos:
Em outros países, o elétrico pode ser a resposta, mas, no Brasil, 70% da frota é movida a etanol. Vocês podem trabalhar para elevar isso a 100%. Carro elétrico não faz sentido no Brasil.
Em outros países, o elétrico pode ser a resposta, mas, no Brasil, 70% da frota é movida a etanol. Vocês podem trabalhar para elevar isso a 100%. Carro elétrico não faz sentido no Brasil.
O Brasil tem vendido carros flex há muitos anos e desde 2006 essa é a escolha preferida da maioria dos brasileiros segundo a ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).
Só no último ano, cerca de 81% dos carros vendidos no país aceitam gasolina e etanol, e isso é realmente positivo já que o etanol polui menos (25% menos CO2 e 35% menos NO) e tem fonte renovável.
Mas ter a opção do etanol não significa abastecer com etanol. Todos os anos, em especial nos períodos de entressafra da cana-de-açúcar, o preço dispara e todos voltam a abastecer com gasolina.
Além disso a mesma cana pode ser usada para a produção de açúcar e, como está acontecendo neste momento e não é a primeira ou última vez, o preço do açúcar está bastante elevado no mercado externo, por isso a produção de etanol se reduz fortemente e o preço sobe mesmo com o início da safra.
Portanto, não podemos contar com o etanol como salvação para que os carros se movimentem de forma mais verde.
Não concordo 2
Pois bem, digamos que todos os carros brasileiros sejam abastecidos com etanol como sugeriu Branson. Isso é melhor que 100% de carros elétricos? Não.
Isso porque, como já foi dito há algum tempo no eco4planet, carros elétricos são sempre menos poluentes: mesmo se a toda a energia provier de usinas termoelétricas de carvão (a fonte mais poluente de geração de energia) ainda assim serão 58% menos CO2 indo para a atmosfera se comparado aos veículos movidos à gasolina. E mesmo com o etanol emitindo cerca de 25% menos CO2 que a gasolina, a energia elétrica ainda está ganhando com larga vantagem.
Se isso já demonstra a vantagem da energia elétrica sobre gasolina e etanol com a forma mais poluente de gerar eletricidade, considere agora que a matriz energética brasileira é baseada em mais de 73% nas hidroelétricas, fora outros 6,5% entre biomassa, eólica e solar.
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