A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
A Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo) desenvolveu um asfalto que permite a penetração da água e, dessa forma, contribui contra enchentes.
Bem, na verdade, são dois tipos: Um de placas de concreto e outro de asfalto comum misturado a aditivos. Mas os dois funcionam de forma semelhante: A água passa pela camada de asfalto e vai para o solo, fazendo aquele velho processo do ciclo d’água que aprendemos na escola.
O estacionamento da USP já está utilizando essa mistura e o resultado foi positivo: 100% da água da chuva foi absorvida pela solo. Viva!
O professor e coordenador da pesquisa, José Rodolfo Scarati Martins, explica que “A impermeabilidade do asfalto comum é uma das grandes vilãs do meio ambiente urbano, pois não permite que a água seja absorvida pela terra e ajuda a causar as enchentes. Os pavimentos que desenvolvemos são diferentes, pois são capazes de devolver parte da permeabilidade ao solo e consegue absorver a água com muita rapidez”.
A prefeitura de São Paulo já apoia o projeto, mas aguarda testes de desgaste do asfalto e de quantidade de água retida.
Claro que esse asfalto não vai ser a solução dos problemas das enchentes (principalmente enquanto a galera continuar jogando lixo em ruas, córregos e rios) mas ele já vai dar uma grande ajuda.
Na Colômbia já existe um tipo de Ecocreto já postado anteriormente nesse blog, que é muito interessante. QUe bom que as pesquisas estão evoluindo em nosso país.
Fonte: Eco4planet
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