A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Illac Diaz é um filipino que não gosta da falta de escolas em algumas províncias do seu país, então ele pensou num jeito fácil e barato de construir locais para as crianças terem acesso a informação. Foi assim que ele fundou o Bottle School.
Utilizando garrafas PET usadas, o Bottle School pretende construir escolas por todos os locais onde uma unidade seja necessária. A primeira, em San Pablo, já está pronta.
As garrafas que vão na parede são preenchidas com adobe líquido, uma mistura de terra crua, água e fibras naturais, para dar a consistência. Diaz diz que esse material ainda é três vezes mais forte que cimento.
O projeto teve ajuda da My Shelter Foundation (Fundação Meu Abrigo) que fez uma corrida beneficente para coletar garrafas para a obra. Além, claro, de voluntários que ajudaram na construção erguida no terreno doado pelo governo local.
Fonte: Eco4planet
Olá, Celina! Muito bom te achar aqui!
ResponderExcluirGostei de saber sobre o projeto Bottle School. Tenho pesquisado muito sobre maneiras de resolver não só a questão do uso de pet em nosso Estado, como também outros materiais. Ao que parece, as idéias são muitas, muita gente competente e com desejo de fazer algo de fato. O problema é sempre o mesmo: a gente esbarra na etapa realização. Parece fácil, mas envolve uma série de "entraves" políticos. Parabéns. Beijos.