A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
O número de pessoas que não possuem acesso à água potável aumenta cada vez mais, sobretudo nas regiões pobres do planeta. Já pensou se esse problema pudesse ser resolvido a partir do simples ato de apertar o botão de uma máquina? Essa é a proposta do H2O Pure, um aparelho que cria água boa para o consumo utilizando a umidade do ar como matéria-prima.
A máquina, cujo design se assemelha ao de um filtro de água, produz o recurso mais precioso do planeta a partir da compressão e condensação do ar. Durante o processo, o software do equipamento regula sua temperatura interna, para que aconteça o “ponto de orvalho” – isto é, para que a máquina atinja as condições necessárias para transformar o vapor em pequenas gotas de água. Em seguida, o recurso passa por três processos de filtragem e, segundo os fabricantes da H2O Pure, está pronto para consumo, livre de impurezas e agentes químicos.
A tecnologia, que foi inventada por brasileiros que trabalham em uma empresa mineira chamada HNF, é capaz de fabricar até 40 litros de água todos os dias. Tudo depende do nível de umidade do ambiente onde a H2O Pure está localizada: quanto mais úmido, mais água será produzida.
A máquina já está sendo importada para os mais diversos estabelecimentos brasileiros – entre eles, escolas, empresas, hospitais e clubes – e, também, para outros países, como Argentina e Angola. Por enquanto, o defeito apontando pelos consumidores é o preço, já que cada H2O Pure custa cerca de R$ 6,5 mil, mas os fabricantes garantem que, com o aumento da demanda, o preço do produto cairá.
Fonte: Planeta Sustentavel
Comentários
Postar um comentário