A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
O projeto todo tem apoio do escritório Work AC e da Fundação Chez Panisse e serve para ensinar as crianças a cultivar seu próprio alimento (verduras, legumes e ovos) numa minifazenda orgânica totalmente integrada a escola: A atividade conta para o currículo escolar e a merenda utiliza o que é colhido.
“O cultivo da terra é capaz de unir as crianças e fazê-las trabalhar juntas numa conexão mais profunda do que o contato na aula”, diz a diretora da escola, Célia Kaplinsky. Ela ainda afirma que o envolvimento dos alunos em todas as fases da horta faz com que eles aprendam os valores de nutrição, comunidade e relação com a terra.
Outro ponto em que o projeto ajuda as crianças: Obesidade infantil, um problema muito sério nos Estados Unidos, que só pode ser combatida com uma alimentação saudável.
O projeto ainda está em testes, mas deve ser levado para outras escolas da região.
Fonte: Eco4planet Imagem
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