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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

27 de fev de 2012

Plataforma de Liderança Sustentável: Ricardo Young fala sobre "líder sustentável"

Foto: Reprodução

Ricardo Young é um empresário que sempre buscou estar ligado às diretrizes da responsabilidade social. Ele ajudou a fundar e projetar a Associação Brasileira de Franchising (junto com o instituto Pensamento Nacional das Bases Empresariais) e também o Instituto Ethos, do qual foi presidente entre 2003 e 2005.

A série de vídeos Plataforma de Liderança Sustentável realizou seis episódios com Young, com conversas em que o empreendedor explica assuntos relacionados à cultura da liderança pela sustentabilidade. Neste primeiro vídeo, ele fala sobre as características dos líderes da sustentabilidade.

Young lista algumas qualidades: antecipação do futuro, não pelo lado da catástrofe, mas pela visão da oportunidade. Um líder da sustentabilidade precisa ter os valores da sustentabilidade arraigados em si, como a cooperação, a solidariedade, a inteligência coletiva, a luta pelo bem comum, a economia criativa e os valores que a natureza oferece.

Assista ao vídeo.


Fonte: Portal EcoD

24 de fev de 2012

Tetra Pak pretende duplicar níveis de reciclagem até 2020

100 bilhões de embalagens Tetra Pak serão recicladas até 2020/Foto: Divulgação

A companhia sueca de embalagens Tetra Pak apresentou a nova estratégia ambiental da empresa. Metas relacionadas a mudanças climáticas, produtos e matérias-primas sustentáveis e reciclagem foram apresentadas na última quinta-feira, 21 de abril.
Até 2020, a Tetra Pak pretende duplicar os níveis de reciclagem e manter o índice de emissões de dióxido de carbono registrados em 2010, mesmo com o previsto aumento de 5% de produção. Esse objetivo deverá alcançar uma redução de 40% nas emissões de CO2 em todos os caminhos de fabricação da empresa, tanto no tratamento, enchimento e embalagens para alimentos.
A cadeia de valor da empresa, com fornecedores e clientes, também será convidada a colaborar com a redução das emissões.
Quanto à reciclagem, a estimativa é de que 100 bilhões de embalagens usadas sejam recicladas até o final da década. O que resulta na disponibilização de todo o material para a fabricação de novos produtos para o mercado.

Centro de reciclagem da Tetra Pak vai duplicar o processo/Foto: Divulgação

Matérias-primas e produtos

Sobre as matérias-primas utilizadas, a empresa informou, no comunicado à imprensa do dia 21, que vai aumentar para 100% o uso das fibras de madeira retiradas de florestas sustentáveis.
A certificação Forest Stewardship Council (FSC) estará em todas as embalagens feitas com as fibras e o objetivo é duplicar, comparativamente a 2010, os produtos com os selos de certificação ambiental, totalizando 16 bilhões de embalagens até o fim de 2011.
Em 2012, a empresa avalia ainda que 50% das metas relacionadas a utilização das fibras sejam alcançadas. Uma outra solução encontrada pela Tetra Pak é a adoção de polietileno verde nas suas embalagens.
Por isso, a companhia sueca, presente há 50 anos no Brasil, já assinou com a Braskem, fabricante do material a partir da extração da cana-de-açúcar, para começar a fabricação de uma embalagem totalmente sustentável ainda em 2011.

Fonte: Portal EcoD

Linha de Iluminação Sustentável é lançada por empresa Sueca

A luminária se carrega com a luz solar e ilumina a casa durante a noite/Fotos: Divulgação

Uma linha completa de lâmpadas, luminárias e todo o tipo de acessórios capazes de iluminar os lares e escritórios de forma eficiente e sustentável já estão à venda. Os produtos, da empresa sueca Ikea, são equipados com painéis solares, lâmpadas LED e outras tecnologias que os tornam 70% mais econômicos e até quatro vezes mais duráveis que os tradicionais.

Outros produtos podem ser utilizados tanto em ambientes fechados quanto abertos.

Os produtos, como a luminária Sunnan, à venda por US$ 19,99, não precisa de nenhuma ligação elétrica, já que se carrega com a luz solar. Ela leva entre 9 e 12 horas para se abastecer completamente durante um dia ensolarado e pode ficar ligada por até quatro horas seguidas utilizando sua potência máxima. Com a carga completa a luminária emite de 400 a 500 lux de intensidade, depois de três ou quatro horas, essa luz é emitida a 300 lux de intensidade.

A linha completa de iluminação sustentável está à venda nas lojas da empresa espalhadas pelo mundo.

Outros produtos, como os globos e os bastões de luz podem ser utilizados tanto em ambientes abertos quanto fechados. Infelizmente eles ainda não estão vendendo os produtos através do site da empresa. Ainda assim, as lojas da rede estão espalhadas por diversos países e com produtos a preços bem acessíveis.
Portanto, se você conhece alguém que irá passar por lugares como Europa, EUA, Canadá, Ásia, Austrália ou até por alguns países do Oriente Médio, não custa pedir para dar uma passadinha em alguma loja e conferir a novidade sustentável.

Fonte: Portal EcoD

Empresa sueca cria arranha-céu com plantações de frutas e hortaliças

As plantas serão cultivadas em vasos que se movem por toda a estufa/Foto:Divulgação

A Plantagon, uma empresa sueca que faz estufas, tem o prazer de lembrar a todos que, em 2050, nove bilhões de pessoas estarão vivendo na Terra, sete bilhões deles estarão vivendo em cidades, e cada uma delas vai estar com fome em grande parte do tempo. Para a empresa a solução está sob a forma de um arranha-céu com plantação de frutas e hortaliças.
Segundo o site Dvice, as plantas serão cultivadas em vasos e bandejas que se movem continuamente através da estufa de cima para baixo em um sistema de hélice, de modo que se pode plantar qualquer coisa no topo do prédio, e quem estiver no térreo também terá acesso. Uma máquina de colheita automática cuidará de todo o trabalho, e em seguida, envia os tabuleiros vazios de volta para o topo da estufa para começar tudo de novo.
Além de possibilitar o crescimento de frutas e verduras, a estufa Plantagon é também eco-friendly. Ela converterá os restos das plantas em biogás para executar os sistemas de aquecimento e refrigeração do local.
A Plantagon inovou nesta estufa em Linkoping, na Suécia, que deve ser concluída em pouco mais de um ano, e a empresa está esperando que o edifício ajude os cientistas a descobrirem a melhor forma de utilizar técnicas de agricultura urbana para alimentar a todos.

Fonte: Portal EcoD

21 de fev de 2012

Architect Michael Maltzan’s “Lens” Wins St. Petersburg Pier Competition





Um júri anunciou que Michael Maltzan Arquitetura é o vencedor do Concurso Internacional de São Petersburgo Pier. Proposta vencedora da Maltzan, "Lente", é uma colaboração com a Oakland empresa baseada em Arquitetura de paisagem o Estúdio Tom Leader, e prevê a construção de um cais, um pier curvo com caminhos para caminhadas, um parque aquático, um recife para conter a maré e um anfiteatro aberto, ao ar livre. Mas o que significa esse nome? "O novo Pier não é um ícone por si só", explica MMA na proposta. "Ao contrário, é uma lente que enquadra o relacionamento da Cidade com a água, mudando a forma como São Petersburgo, vê o seu presente e seu futuro." A lente metafórica será direcionada tanto para a cidade quanto para a água, proporcionando vistas sobre a baía e aproximando as pessoas da vida marinha.
Sustentabilidade está no cerne do conceito do projeto Lens. Nele, parte da estrutura do pier existente será utilizada como base para um recife aquático novo. 
Grama do mar e bandejas do habitat das ostras ficarão suspensas entre tubulações subaquáticas, criando um ecossistema onde os moluscos, peixes, tartarugas, e peixes-boi são criados e podem crescer. Maltzan estima que dos 2,5 hectares do habitat das ostras que o plano prevê, serão capazes de limpar até 20 milhões de galões de água do mar por dia. Além disso, as Lentes vão incorporar uma série de micro-turbinas eólicas na parte superior do cais, e uma série de painéis solares serão posicionados na borda noroeste da bacia. O plano também prevê um sistema de captação de águas pluviais. 
As lentes Maltzan não iniciam e param no litoral, onde o cais encontra a praia, outro ciclo complementar vai se estender em direção ao centro da cidade, e nem param na água - um caminho irá se estender para a zona intermediária, desaparecendo na maré alta. Na maré baixa, o Caminho Intermediário permitirá aos visitantes explorar as poças d'água. A proposta ambiciosa também pede uma "frota" de ilhas artificiais que poderiam ser usadas​​ para fins balneares; outras ilhas que apresentam biomas que limpam a água, e uma "ilha energética" com piscinas cercadas por turbinas eólicas que bombeiam água filtrada no seu centro. 
Vinte e sete empresas entraram na concorrência para redesenhar o cais icônico, e nos últimos meses, a lista foi reduzida a nove, e depois a três. Os vice-campeões foram Bjarke Ingels Group, que propôs a construção de uma estrutura em forma de onda gigante, e a West 8, que armou uma estrutura circular cercada por um grande banco de areia. A construção das lentes deve levar um ano, de acordo com a Associated Press.

Read more: Architect Michael Maltzan’s “Lens” Wins St. Petersburg Pier Competition St. Petersburg Pier – Inhabitat - Green Design Will Save the World

Fonte: Inhabitat

20 de fev de 2012

Seu novo endereço: uma casa flutuante no meio do mar

Mais idéias flutuantes, assim para se mudar basta levar sua casa para outro lugar.

 
(Fonte da imagem: Floating Structures)
Sala, dois quartos, cozinha, banheiro, área de serviço e garagem para duas lanchas e um jet-ski. Pode até parecer absurda, mas a descrição acima é completamente verídica e cada vez mais comum. Morar em alto-mar não é uma ideia nova, mas está cada vez mais fácil e confortável manter uma residência fixa sobre as águas.
O conceito é muito mais comum em outros países do que no Brasil, contudo as casas flutuantes já existem em território nacional. Alguns hotéis na Amazônia, por exemplo, oferecem suítes para os seus hóspedes cujo endereço está em constante movimento.

Uma ideia de futuro?

 
(Fonte da imagem: Float Home Sales)
Austrália, Canadá, China, Alemanha, Índia, Holanda, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados Unidos. Essas são algumas das localidades em que o conceito de morar em cima da água já vem sendo adotado. A procura cresce à medida que melhores condições de habitação são oferecidas para os consumidores.
Algumas construções chegam a ser tão luxuosas quanto às residências convencionais, com luz elétrica, água encanada, acesso à internet e TV por assinatura. Porém, morar em uma casa como essa não significa liberdade total ou independência de impostos territoriais. Uma legislação específica regula a moradia em alto-mar e sempre é necessário que haja um vínculo com uma cidade, na qual serão recolhidos os impostos e pagas as taxas dos serviços essenciais.
A proposta de morar sobre a água já é antiga e os primeiros relatos datam da década de 40. Entretanto, até bem pouco tempo não era possível oferecer uma infraestrutura de qualidade, a ponto de fazer as pessoas se questionarem se valia a pena ou não ter como endereço um lugar cercado de água por todos os lados.

Condomínios marítimos

As casas flutuantes funcionam como uma espécie de barco, podendo ser ou não motorizadas. As residências são construídas sobre uma estrutura de aço tubular, similar à utilizada nas balsas, o que garante que a habitação se mantenha estável e firme, mesmo com maré alta ou baixa.
As casas flutuantes de Seattle formam um dos condomínios mais conhecidos do gênero. O projeto chama a atenção pela integração das casas com o ambiente e a vista para a cidade que as residências proporcionam. Embora pareça radical, a ideia das casas sobre a água é considerada pelos engenheiros muito mais inteligente do que as construções à beira-mar.
“A única diferença entre as casas construídas sobre a água e as demais é o tipo de fundação utilizada”, destaca David Beard, diretor executivo da empresa britânica Floating Concepts. Somente no Reino Unido, a British Waterways, entidade pública que gere a navegação no país, afirma que cerca de 15 mil pessoas possuem uma residência nesse estilo.
Em termos de custos, uma residência flutuante ainda tem um valor de mercado um pouco acima das convencionais, não por fatores de construção, mas pelo simples fato de a demanda ser menor. Uma casa com um quarto, sala, cozinha e banheiro pode ser encontrada nos EUA por aproximadamente US$ 110 mil.

Uma solução viável?

Mas até que ponto as casas flutuantes podem se tornar uma alternativa interessante e viável para o público brasileiro ou mesmo para os moradores de países que contam com uma área costeira favorável? Dois fatores beneficiam o desenvolvimento deste formato de construção.
O primeiro deles, e mais evidente, é a constante falta de lugares para construção nas grandes cidades. Encontrar terrenos ou áreas habitacionais com infraestrutura completa é cada vez mais difícil e, por conta disso, utilizar a superfície marítima como moradia pode se mostrar uma alternativa viável em longo prazo.
Já o segundo item diz respeito às constantes enchentes que acontecem em algumas cidades. Como as casas flutuantes contam com um sistema nivelador, capaz de manter a construção estável mesmo com maré alta ou baixa, é possível ficar imune a essa adversidade.
Outro ponto curioso é a possibilidade de escolher quem será o seu vizinho uma vez que, assim como acontece com os moradores de trailers, caso você não esteja satisfeito no lugar em que está ancorado, basta procurar outra localidade e fazer dela seu mais novo porto seguro.
A galeria abaixo mostra algumas residências flutuantes espalhadas pelo mundo. Repare que, na maioria delas, é quase impossível identificar que se trata de uma casa flutuante, a menos que você visualize uma foto externa. E aí, você toparia morar sobre as águas?

Fonte: Tecmundo

Casa flutuante ecológica servirá como laboratório na Amazônia



[Imagem: MCT]
A primeira casa flutuante ecológica do Instituto deDesenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM) já está recebendo os primeiros pesquisadores. A construção apresenta características ambientalmente corretas e é a mais recente das 16 bases flutuantes de pesquisa que o Instituto mantém nas Reservas de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e Amanã, cogeridas pela organização em parceria com o governo do Amazonas.

Construção sustentávelCom capacidade para hospedar até 20 pessoas, a base tem 12 metros de largura por 18 metros de comprimento. A eletricidade é gerada a partir da luz solar, com energia 
suficiente para iluminar as instalações, manter o rádio para comunicação, o funcionamento decomputadores e o refrigerador para a conservação de alimentos. O sistema tem autonomia para funcionar por dois dias e meio sem sol.

"A água das torneiras e chuveiros é captada da chuva e do próprio rio sobre o qual a construção está instalada. Filtros garantem que a água esteja limpa para o consumo em tanques que permitem armazenar até 5.700 litros", explica Josivaldo Modesto, coordenador de operações do Instituto Mamirauá. Outra iniciativa é o tratamento do esgoto, antes de ser devolvido à natureza. Esse sistema ainda será instalado.

Telhas de garrafas PET

A cobertura do laboratório flutuante é de telhas produzidas a partir de garrafas de plástico PET moídas que, entre outras vantagens, apresenta maior resistência e maior vida útil quando comparada a telhas de outros materiais. De acordo com Modesto, elas pesam cerca de um sexto das telhas de barro e podem durar até 300 anos. "Uma empresa sediada em Manaus recolhe garrafas PET que antes iriam para o lixo, transformando-as em telhas leves e resistentes", explica.

As bases de apoio flutuante, como esta nova casa, são utilizadas pela organização nas Reservas Mamirauá e Amanã para viabilizar as pesquisas de campo. Elas ficam estabelecidas em plataformas formadas por uma madeira flutuante, chamada assacu. A casa flutuante ecológica permanecerá no Lago Amanã, na Reserva Amanã, e, assim como os outros flutuantes, é feito com madeira certificada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e de Recursos Naturais (Ibama).

Hotel aposta na sustentabilidade como diferencial

Foto: Divulgação
Quem for descansar no Hotel Büller, em Maringá, além do relaxamento leva na bagagem de volta uma semente ambiental. É que, após a estadia, o estabelecimento entrega ao hóspede uma garrafa Pet contendo terra fertilizada e instruções sobre a reutilização da embalagem. Além disso, o hotel está construindo um viveiro de plantas para que o visitante participe do plantio no próprio local.
Os cuidados com o meio ambiente no estabelecimento não param por aí, envolvem procedimentos como redução do uso de sacos plásticos, recolhimento seletivo e reaproveitamento de lixo orgânico e inorgânico. Ainda há horta, herbário, trilha ecológica, acessibilidade para pessoas com deficiências e gerador de energia próprio.
Em uma região com mais de 200 meios de hospedagens, o Hotel Büller sempre tentou oferecer o conforto aos hóspedes com o mínimo de danos ao meio ambiente. No entanto, mesmo com piscinas, quadra de tênis e outras comodidades, a ideia de oferecer somente 20 chalés, com a capacidade para 65 hóspedes, quase comprometeu o ideal sustentável da empresa fundada em 1931.
O gerente-executivo do hotel, Rogério Bühler, afirmou que, para preservar a sobrevivência do hotel, começou a pensar em aumentar a área construída da propriedade – 25 mil m² da área total de 175 mil m², o restante é reserva ecológica.
Contudo, após realizar uma consultoria com o Sebrae, o empresário decidiu investir ainda mais na ideia e apostou na sustentabilidade como um diferencial.
Segundo ele, foram abertas novas possibilidades: construir um hotel-escola para suprir a demanda de mão de obra qualificada, sensibilizar ainda mais o hóspede para os cuidados com o meio ambiente e servir como espaço para eventos. Assim, surgiu a ideia da terra fertilizada na garrafa pet e o empresário vislumbrou que o ponto forte do hotel era a proposta de um estilo de vida e não apenas hospedagem.

Com informações da Agência Sebrae.            Via: Portal EcoD

Casas sustentáveis por US$ 8 mil cada

Fonte foto: Planeta Sustentável

Uma parceria entre a Home Depot Foundation (THDF) e a Habitat for Humanity International irá construir cinco mil casas sustentáveis até 2013. O detalhe é que cada casa custará US$ 8 mil (cerca de R$ 14 mil), sendo US$ 3 mil para que tenha os padrões Energy Star e outros US$ 5 mil para ser utilizado nos mais rigorosos critérios de construção verde.
O anúncio foi feito na última quarta-feira, 8 de setembro, e revelou ainda que filiados de 42 estados espalhados pelos Estados Unidos receberão as 2.400 casas que serão construídas entre 2010 e 2011. O projeto, que teve início em 2009, irá investir US$ 30 milhões nas construções sustentáveis.
Até o momento já foram erguidas 1.500 casas em todo o país – todas adequadas aos critérios do programa, que incluem uso de matérias-primas eficientes e duráveis durante o processo de construção, dispositivos de conservação de água e energia, tintas e revestimentos livres de substâncias tóxicas e sistema de isolamento e ventilação natural de alta performance.
Segundo o comunicado, os primeiros resultados mostram que já é possível verificar benefícios nas construções verdes.
Dados da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos revelam que as casas erguidas pelo programa podem ter uma economia de 30% em relação à casa semelhantes tradicionais.

Sustentáveis e acessíveis

“Nós acreditamos que casas saudáveis são o bloco de construção para comunidades mais prósperas, acessíveis e ambientalmente sadias”, afirmou o presidente da THDF, Kelly Caffarelli. Ele disse ainda que o objetivo da parceria com a Habitat for Humanity é levar os benefícios financeiros e ambientais para as construções verdes e as famílias mais necessitadas.
“Ao mostrar que uma construção ecológica e uma manutenção eficiente podem manter o dinheiro da família dentro da carteira, nós esperamos que isso sirva de exemplo e tenha um efeito cascata em todo o país”, afirmou.
Ela ainda lembrou que, no início, poucos acreditavam que seria possível construir casas que fossem ao mesmo tempo sustentáveis e acessíveis. “Acho que isso acontece porque quando as pessoas ouvem o termo ‘construção verdes’ elas logo pensam em casas caras, cobertas por painéis solares, pisos de bambu e um design que faz com que elas pareçam naves espaciais. Em outras palavras, casas que a maioria das pessoas não gostaria ou não poderia construir”.
A grande questão, segundo Caffarelli, é que a definição de “sustentável” é bem diferente disso. “Para nós, uma ‘casa verde’ é simplesmente aquela construída com materiais ecológicos, isolamento e pintura não-tóxicos, que utilizem torneiras que poupem água e equipamentos com eficiência energética. E já que nosso objetivo principal é fornecer casas para famílias trabalhadoras, queremos que elas sejam acessíveis de serem adquiridas e mantidas em longo prazo”, conclui.
As construções sustentáveis e todos os tipos de certificações na área principalmente a versão brasileira AQUA são apoiadas pela equipe Verde Capital. Construa essa idéia!

19 de fev de 2012

Cubo de água abrigará exposição mundial sobre os cinco oceanos


Fotos: Divulgação

Por acaso já se imaginou no fundo de um mar que tivesse animais marinhos de diversas cores, tamanhos e origens, sem nem se molhar? Os visitantes do Water Cube, um aquário gigante em forma de cubo, terão uma sensação bem parecida. O cubo faz parte de uma exposição mundial para celebrar a harmonia dos cinco oceanos e a importância da preservação da fauna e flora marinhas, que acontecerá ainda este ano na cidade de Yeosu, Coreia do Sul.
A estrutura do aquário é vazada (como mostra a foto acima), proporcionando o espaço necessário para as pessoas circularem no ambiente rodeado por água. Constituído por várias bacias empilhadas, o cubo foi criado para mostrar os aspectos diversos dos cinco oceanos: mares, zonas tropicais, manguezais, recifes e outros.


E a sustentabilidade não está somente na teoria. As simulações do movimento e da temperatura das águas foram projetadas para acontecerem com ajuda do meio ambiente: cortinas controlam a penetração de raios ultravioleta (UV) e células solares fotovoltaicas geram a energia para a circulação de água e a geração de luz na edificação. 
Com o intuito de causar o menor impacto ambiental possível, o aquário foi projetado para poder ser reutilizado após a exposição. As salas formadas pela estrutura podem facilmente ser adaptadas para um teatro, sala de concerto, espaço cerimonial, museu e até mesmo escritório.
O projeto foi idealizado pela agência holandesa MVRDV, em parceira com o governo sul-coreano.
Fonte: PortalEcoD

Designer cria luminárias a partir de tambores de máquinas de lavar descartados


Cada componente da luminária foi pensado de forma sustentável/Fotos:Divulgação

O designer português Antonio Martins deu um novo sentindo aos tambores de máquinas de lavar roupa descartados. Com consciência ecológica e criatividade ele transformou sucatas em luminárias de todos os tipos.
As lâmpadas foram intituladas de "Rewashlamps" e têm por base os tambores da máquina de lavar sem uso, decoradas com vários tipos de materiais para descontextualizar-los de seu uso habitual ou função, dando-lhes um novo papel. Associado ao corpo principal há um tripé fotográfico que atinge uma combinação de design e funcionalidade.


Todos os tecidos com pêlo utilizado na decoração das luminárias são sintéticos e as lâmpadas são também mais econômicas.
O designer contou que a idéia por de trás da “Rewashlamps” é minimizar o desperdício e incentivar a reciclagem.
“Não é novidade que a sustentabilidade é o fio condutor de qualquer negócio. A importância de minimizar o desperdício dos recursos naturais, cada vez que um novo produto é criado, faz com que todos sejam (designers e consumidores) impulsionadores de uma vida saudável e sustentável”, explicou em seu portal.


O designer ressaltou que as luminárias são feitas a mão, são fáceis de montar e exclusivas. Cada peça possui um valor diferente, vai depender do material utilizado.
Fonte: Portal EcoD

18 de fev de 2012

Designer cria produtos de jardinagem com caroços de ameixa


Além de darem um charme a mais em qualquer jardim, os acessórios podem ser plantados diretamente na terra, já que não apenas se degradam naturalmente, como ainda ajudam na germinação das sementes, já que proporcionam isolamento térmico e nutrientes.

A ideia virou um projeto, batizado de Inplum, que ganhou o primeiro prêmio do concurso de design com materiais reciclados da ONG Remade in Chile. Por enquanto, os produtos da linha Inplum são apenas conceituais, e a designer não informou se há planos de começar uma produção.
Fonte: Portal EcoD

Escolas públicas de Manaus terão formação em mudanças climáticas

Os idealizadores do projeto, Niro Higuchi e Angeline Ugarte/Foto: Semmas/Divulgação

Um projeto do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) colocou o tema mudanças climáticas na formação de alunos do ensino fundamental médio.

O piloto Projeto CO2 de Monitoramento de Carbono em Áreas Demonstrativas consiste na realização de medições do crescimento de mudas alvo de replantios e de árvores adultas que integram unidades de conservação municipais.

As atividades serão realizadas por alunos do 8º e 9º ano de escolas da Zona Norte e da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé. As árvores analisadas permitirão quantificar o volume de carbono aprisionado, ao final do período de medições.

Dessa forma, será possível informar quanto um fragmento específico de floresta realiza em termos de serviços ambientais, de forma demonstrativa. O resultado poderá ser ampliado para outras áreas.

De acordo com o idealizador do projeto e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Niro Higuchi, a iniciativa tem como principal finalidade "possibilitar a democratização de informações relativas às mudanças climáticas que até então ficavam restritas ao meio científico".
Fonte: Portal EcoD

Garrafas PET podem ser matéria-prima para verniz

No lugar do lixo, o destino final de garrafas PET pode ser virar matéria-prima para o verniz, substituindo derivados de petróleo. A técnica foi desenvolvida pelo químico Antonio Eduardo Ferreira Alves da Silva, no seu estudo de mestrado pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
O método transforma as garrafas plásticas usadas em um verniz em pó que pode ter várias aplicações: de utensílios domésticos a eletrônicos e indústria automotiva. Após serem moídas, as garrafas passam por um processo de degradação que altera seu peso molecular, possibilitando a formação do verniz sustentável.
O experimento faturou a última edição do prêmio de pesquisa da Associação Brasileira da Indústria do PET (Abripet). Segundo o pesquisador, o trabalho é importante porque aproveita um material que seria descartado.
O resultado já mostrou que o material é viável para diversos usos e aderiu bem às superfícies em que foi testado. No entanto, ainda precisa de aperfeiçoamentos antes de ser comercializado. Segundo o pesquisador, o material ainda é bastante duro.
Apesar do verniz em pó de Silva ainda estar restrito ao laboratório, já existem no mercado tintas e vernizes que usam o PET como um de seus componentes.

Fonte: Folha.                                    Via: Portal EcoD

17 de fev de 2012

Boas práticas ambientais nas cidades serão premiadas pelo MMA


Gestão de resíduos sólidos será um dos temas de projetos que poderão se inscrever/Foto:portaldelsures
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) está promovendo um processo seletivo para municípios com experiências bem sucedidas em sustentabilidade ambiental urbana. A idéia é valorizar e estimular os avanços no desenvolvimento de cidades sustentáveis, mediante a realização de exposição, premiação e publicação de tais experiências.
Os interessados poderão inscrever seus projetos em oito temas diferentes, tais como construção sustentável, mobilidade sustentável, áreas verdes urbanas, recuperação de áreas degradadas, assim como serviços públicos relacionados à gestão de resíduos sólidos.
As inscrições estarão abertas até o dia 16 de março e estão sendo realizadas por meio de um formulário eletrônico disponível no site do MMA.
Segundo o Ministério, serão escolhidas três experiências por tema e a premiação será realizada durante o 1º Congresso dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, que ocorrerá no dia 29 de março, em Brasília.
O Ministério também irá publicar e expor em grande eventos todas as boas práticas selecionadas, a exemplo da Semana do Meio Ambiente e a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.
Fonte: PortalEcoD

Hotel em São Paulo lança programa de empréstimo de bikes para hóspedes



O hotel Sheraton São Paulo lançou no último domingo, 12 de fevereiro, o programa Bike it!, que irá disponibilizar aos hóspedes bicicletas gratuitas para que conheçam a cidade de forma sustentável.
O bicicletário é formado por duas estações com cinco bicicletas cada e já está à disposição dos hóspedes, a princípio, somente aos domingos. A iniciativa é uma parceria entre o Sheraton, a Caloi, que forneceu as magrelas, e o D&D, que cedeu os capacetes.
Segundo Carlos Eduardo Hue, gerente geral do hotel, a proposta é oferecer aos que se hospedam no hotel a opção de utilizar bicicletas por um determinado período como alternativa de lazer e transporte sustentável na cidade. Ainda segundo Hue, a intenção é engajar o Sheraton ao movimento mundial em torno do estímulo ao uso de bikes.
O lançamento do programa ainda contou com uma pedalada com convidados, que se encontrou no hotel e partiu rumo a um parque da cidade pelas áreas demarcadas pela ciclofaixa. O Sheraton também está recebendo uma exposição histórica de bicicletas (cedida pelo Museu Caloi), que ficará exposta no lobby do hotel até o dia 19 de fevereiro.
Fonte: PortalEcoD

16 de fev de 2012

Designer húngaro cria poste que utiliza água da chuva e luz solar para gerar energia

O poste utiliza meios naturais como água da chuva e luz solar para gerar energia/Imagens:Divulgação

Embora a natureza forneça possibilidades que ajuda o ser humano a viver de forma mais sustentável, nem sempre ela é utilizada como inspiração para novas ideias. Mas o designer húngaro Adam Mikloski é um exemplo de que é possível utilizar os recursos naturais de forma consciente e criativa. Ele criou um novo modelo de poste que utiliza meios naturais como a chuva e a luz solar para gerar energia.

O novo conceito de lâmpada LED das ruas indianas foi apresentado no "Concurso de Design de Mudança para o Futuro da Índia" e foi um dos 10 finalistas na competição. O seu formato de uma folha de manga lhe rendeu o nome de "Mango".


O poste é ideal para o clima da Índia que oscila de chuvas de monções a sol forte. A forma da parte de cima da folha é plana suficiente para instalar células solares, e a outra parte de forma cônica pode drenar rapidamente a água da chuva, o que ajuda na potência das lâmpadas.

O designer quer que sua ideia, que traz uma solução ecológica para as lâmpadas de rua, sirva de inspiração para outros países.

Segundo o portal Dvice a energia solar na Índia ainda tem que se firmar, e projetos inovadores, como o Mango, que leva em conta as condições especiais da cidade indiana, pode fazer maravilhas para ajudar na infra-estrutura local assim como adaptar a população em pensar para frente.
Fonte: Portal EcoD

CASA DESMONTÁVEL ACOLHE ALMAS NÔMADES

Quem tem espírito cigano, mas ao mesmo tempo gosta de estar sempre “hospedado” em sua própria casa, tem uma alternativa para conciliar esses dois pontos aparentemente antagônicos.
O primeiro protótipo construído tem 47 m² de área útil e foi erguido na comunidade de Ritten, ao norte da Itália, em um platô de cerca de 1,2 mil metros de altura.O Studio Aisslinger, escritório de arquitetura baseado em Berlim, na Alemanha, criou a Fincube, estrutura de madeira para montar uma casa que pode ser facilmente desmontada, transportada e remontada em qualquer outro local.
A construção é sustentável do ponto de vista de consumo de energia e uso de materiais – adquiridos localmente e recicláveis. Um módulo feito com ripados vazados de madeira envolve toda a estrutura, e faz lembrar um cogumelo. Uma segunda camada interior, feita de vidro, traz conforto térmico à parte de dentro da casa. Para completar, o sistema de automação da residência controla suas funções principais por meio de um painel central. (JENNIFER GONZALES)

Fonte: Casa Vogue

CASA EM ZIGUE-ZAGUE BRILHA SOBRE RIO CHINÊS


Finas camadas reflexivas de uma textura suave, quase brilhante, distingüem essa residência recém-construída na beira de um rio em Yangzhou, no leste da China.
Desenhada pelos arquitetos do Trace Architecture Office, escritório sediado em Pequim, a Riverside Clubhouse tem esse visual singular graças a uma estruturua horizontal em zigue-zague, que proporciona uma série de aberturas para os diferentes planos que caracterizam o terreno em declive.
Além das vistas para o entorno, a solução permitiu liberdade na definição das formas externas. Elas parecem alongar-se, contorcer-se e dobrar-se sobre si mesmas.
Com isso, a casa ganhou planos verticais e horizontais que dão caráter à construção, além de trazer vantagens, como uma cobertura-terraço inteiramente acessível. Sobre a água, e em paralelo ao terreno, uma das bordas da estrutura repousa sobre finas colunas, criando uma espécie de deck flutuante.
A leveza do edifício é potencializada pela espessura discreta de colunas e lajes, mas o acabamento arremata a integração da residência com o meio onde está inserida.
Painéis de vidro combinados com chapas de alumínio branco dão uma aparência translúcida para a fachada, enquanto os pisos de mármore-travertino e as paredes de concreto reforçam a entrada da luz natural que penetra pelos delicados nichos da casa.
Fonte: Casa Vogue