A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Depois de planejar uma floresta em meio ao deserto, o designer conceitual Phil Pauley projetou uma cidade no fundo do mar. A ideia vem sendo pensada há mais de 20 anos e agora tomou forma. O britânico ainda espera torná-la realidade.
Assim como no “Projeto Bioma Arábia”, a cidade subáquatica seria construída dentro de uma cúpula e teria seu próprio bioma interno. Dessa forma, o designer acredita ser possível replicar as condições ideais para a sobrevivência humana, mesmo estando no fundo do mar.
Imagem: Divulgação
O fato de estar em meio ao oceano não significa que os moradores dependerão de navios ou submarinos para transportar alimentos e itens necessários para a sobrevivência. O projeto futurista foi pensado para ser autossuficiente. Os ecossistemas individuais devem suprir toda a demanda de ar e alimentos dos moradores.
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A estrutura deve contar com uma biosfera de centro de apoio, uma cápsula de observação e espaços para habitação com capacidade para abrigar até cem pessoas.
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Esta é a cidade dos sonhos de Pauley e, em declaração ao jornal britânico Daily Mail, ele explica que só tem pensado nesse projeto durante os últimos 20 anos. Inicialmente o designer teve contato com a Universidade do Arizona, nos EUA, mas o plano não seguiu adiante com a instituição e ele prosseguiu por conta própria.
Fonte: CicloVivo
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