A arquitetura tem um papel importante na maneira como vivemos. Os ambientes em que moramos, trabalhamos e descansamos influenciam nossa rotina, nosso conforto e a forma como nos relacionamos com o mundo. Mas será que, para viver melhor, precisamos consumir mais energia, instalar mais equipamentos e utilizar cada vez mais recursos? Essa é uma reflexão importante quando falamos em arquitetura sustentável. Criar espaços que proporcionem qualidade de vida não significa necessariamente construir mais, investir em tecnologias sofisticadas ou seguir as últimas tendências. Significa, antes de tudo, compreender as necessidades das pessoas e planejar ambientes que funcionem de maneira eficiente, saudável e equilibrada. Uma arquitetura consciente busca o equilíbrio entre conforto, funcionalidade, respeito ao meio ambiente e uso responsável dos recursos disponíveis. 1. O conforto começa nas escolhas do projeto Um ambiente confortável não depende apenas de móveis bonitos ou equipamentos modernos. E...
Um refúgio antiaéreo da II Guerra Mundial está abrigando hortas, mostrando que é possível plantar em qualquer lugar. O espaço abandonado está localizado a 30 metros abaixo da estação de metrô Clapham North, na capital inglesa.
Richard Ballard e Steven Dring são empresários e responsáveis pela ideia de revitalizar os túneis construídos entre 1940 e 1944, de acordo com o Arch Daily, para servir de esconderijo para oito mil pessoas.
Batizado de Growing Underground, o projeto está em desenvolvimento com a ajuda do chef Michel Roux Jr. O profissional está auxiliando a dupla quanto às necessidades das frutas e verduras a serem cultivadas, em especial, nas questões de iluminação, ventilação e irrigação.
O sistema subterrâneo é equipado com luzes LED, que mantém uma temperatura média de 20º C – suficiente para afugentar pragas. Além disso, foi aplicada a técnica hidropônica, o que significa que os alimentos são cultivados sem solo e com uma solução nutritiva que contém água e todos os nutrientes essenciais ao desenvolvimento.
Os frutos da horta serão recolhidos e transportados para um dos mercados atacadistas mais importantes da cidade, o Covent Garden. O trajeto será realizado com emissão mínima de poluentes, uma vez que a loja está a apenas três quilômetros de distância.
Algumas verduras já foram coletadas e o grupo espera obter uma grande produção em março. O projeto espera a ajuda de apoiadores na plataforma de financiamento coletivo Crowdcube, onde lançaram a iniciativa com o nome "Zero Carbon Food". Até o momento, quase 60% do valor já foi alcançado. Para ajudar, clique aqui.
Fonte: CicloVivo
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